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Toscana. Incomparável e inesquecível. (Parte 3 – Pela Rota do Chianti e Florença)

Toscana. Incomparável e inesquecível. (Parte 3 – Pela Rota do Chianti e Florença)

Dando sequência à nossa viagem pela Toscana, acordamos no dia seguinte ainda com os ecos de Volterra e San Gimignano em nossas cabeças e munidos de uma nova meta, de dedicar este novo dia a percorer a famosa estrada do Chianti, esticando em seguida até Florença, para passar o restante da tarde revisitando a cidade dos Médicis quase 10 anos após nossa primeira investida à Itália. Como que por uma providência divina, recebemos de brinde um belíssimo dia de sol, (embora no seu decorrer tenha nublado um pouco) cuja iluminação e claridade realçaram ainda mais a beleza de todos os caminhos trilhados, aguçando a percepção das cores, das texturas e das perspectivas. Então, logo após uma deliciosa ‘prima colazione’ no relais Aia Mattonatta, partimos rumo à estrada S 222, a rota do chianti, que liga Siena à Florença, entre vinhedos, colinas e curvas pitorescas.

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O Chianti é o vinho mais famoso da Itália, assim como a Toscana é a mais apreciada região vinícola da bota. Além do Chianti (Clássico e Reserva), ela oferece ao mundo outras espetaculares DOCGs vinícolas, como Brunello di Montalcino e Vino Nobile de Montepulciano, revelando todo o poder de sua casta autóctone e nativa mais famosa, a deliciosa Sangiovesi. Isso sem falar nos renomados ‘Super Toscanos’ ou foras-da-lei que, por não se encaixarem nas exigências estritas da legislação, no que diz respeito ao percentual e tipo de uva usado, e por isso tendo o seu corte final definido com mais liberdade por seus produtores, não ostentam o título de DOC (Denominação de Origem Controlada) à exceção de um que tem o privilègio de ser uma DOC exclusiva. Quem nunca ouviu falar do lendário vinho Sassicaia ou de sua mítica safra do ano de 1985, capaz de alcançar nos leilões dos dias de hoje, o preço inacreditável de 2000 euros por uma única garrafa??!

Todos esses vinhos são realmente ímpares e capazes de realizar os sonhos enológicos de qualquer mortal, notadamente porque parecem ter sido criados por Deus e pelo homem, à função específica de harmonizarem perfeitamente com as refeições. A acidez tão característica desta casta, sempre revelada com inequívoco acento no produto final da fermentação, ‘casa’ deliciosamente bem com o tomate e seus molhos, com as carnes, com os queijos duros, como grana padano e parmigiano, as pastas, funghis e molhos trufados. Essa combinação é clássica e perfeita e, por isso, a experiência eno-gastronômica acaba sempre transcendendo ao extremo o nível de prazer nestas raras hipóteses onde a comida melhora o vinho e o vinho realça a comida. Foto de uma das mini cidadezinhas ao longo do passeio do Chianti:

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O símbolo do Chianti é um galo negro. E, porque um galo negro? O nome Chianti surgiu no século XIII para designar esta região de colinas que começa ao sul de Florença e se estende até os limites da Úmbria. Tanto Florença, como Siena produziam vinhos Chiantis. Diz e reza  a lenda que Florentinios e Sienenses decidiram colocar um ponto final em sua rivalidade territorial através de uma inusitada disputa. Dois cavaleiros sairiam de Florença e de Siena ao “cantar do Galo” e o ponto de encontro iria definir o limite entre as duas cidades. O povo de Siena, escolheu um galo jovem e saudável para disputa e os Florentinos, optaram por um Galo Negro, magro e mal alimentado. Naturalmente o Galo Negro Florentinho, acordou mais cedo, pois tinha fome, o que ofereceu uma boa vantagem ao cavaleiro de Florença. O ponto de encontro foi estabelecido bem mais perto de Siena e como conseqüência Florença conquistou um grande território e o direito de usar a designação Chianti para produzir seus vinhos.

galo nero

Nota: Acho que já disse em um post anterior e ora repito que, todo aquele que aprecia vinhos, deve aproveitar suas viagens, principalmente à Europa, para trazer algumas garrafas na bagagem. Os vinhos lá fora são muito mais baratos do que no Brasil, chegando por vezes à quarta parte de seu valor. Uma autêntica barganha! Muitos tem medo pois acham que os volumes vão quebrar em sua mala e manchar as roupas e gerar um enorme contratempo. Bobagem. Mesmo que você não disponha de uma maleta específica para trazer essas bebidas, basta pedir para os vendedores embalarem o conteúdo em plástico bolha que o líquido chegará em segurança no seu destino. Nunca ouvi ninguém me contar qualquer estória que teve uma garrafa quebrada em sua mala. Lembre-se; Cada um pode trazer até 16 garrafas de 750 ml ou o equivalente a 12 litros, respeitada a cota de US$ 500,00 por passageiro. Sugiro uma lista de produtores de chianti de excepcional qualidade e a bons preços, ou seja, menos de 40 euros a garrafa, todos facilmente encontráveis nas melhores lojas do ramo: Castello di Ama; Castello di Brolio; Marchese Antinori; Brancaia; Fontodi; Badia a Coltibuono; Fattoria di Félsina e Rocca delle Macie; Se ainda encontrar algo das safras 2006 e 2007 pegue sem hesitar. 2010 também foi considerada uma bela safra. Fica então a dica. Outra foto da estradinha abaixo, repleta de vinhedos e colinas:

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Voltando ao nosso percurso, obviamente, como vocês podem imaginar, a estrada foi cruzada com algumas paradas nos inúmeros pontos de fotografia disponíveis, onde a paisagem muito supera o que de melhor as palavras são capazes de descrever. Com mais ou menos 30 minutos de direção, estacionamos para fazer uma visita previamente agendada a uma vinícola da região, a famosíssima Castello di Brolio do Barone de Ricassoli, que produz vinhos de alta qualidade há mais de 250 anos. Abaixo, foto do Castello di Brolio visto de frente, no alto da colina:

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O tour completo custa cerca de 25 euros por cabeça e contempla uma degustação e giro pela belíssima propriedade, com destaque para os vinhedos e os jardins, com vistas panorâmicas de toda a região. Caso não queira fazer o giro completo, por 5 euros, pode ser feita uma visita aos jardins e degustadas 2 amostras de vinho na loja do produtor. Se a pessoa desejar, ainda pode estender a visita e ficar para almoçar no excelente restaurante existente no local. Fotos das vistas do Castello e dos vinhedos:

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Saímos do Castello di Brolio e então, seguimos viagem pela S 222 com destino à Firenze. Foto abaixo do portfolio de vinhos desta vinícola visitada:

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Um ponto a ser destacado aqui neste post como uma dica para os aventureiros, é a possibilidade de se fazer esse trajeto da Rota do Chianti de bicicleta, numa viagem específica para este fim e que dura cerca de 07 dias,  passando e parando por todas os pequenos vilarejos  que se oferecem ao longo da rota, como Rada in Chianti, Greve in Chianti, Gaiole in Chianti, dentre tantas outras. Várias operadoras oferecem esse passeio, que já inclui as hospedagens, o veículo de apoio, as refeições e o aluguel das bicicletas e demais equipamentos.

Na estrada, vimos vários grupos de viajantes ciclistas, cada qual com seus uniformes, de todas as idades, percorrendo esse maravilhoso trajeto, munidos de um carro de apoio e trilhando o respectivo quinhão de kilometragem cabível do dia. Tive uma ponta de inveja (boa) de cada um, não por querer modificar algo em nossa viagem, que simplesmente fluía de modo fantástico e perfeito, mas apenas por ver a alegria demonstrada pelo contato estreito daquelas pessoas com a natureza e com a simplicidade. E colocamos na cabeça, como ideia fixa, que um dia faremos essa viagem. Acordar, comer, pedalar, contemplar os visuais, comer, admirar, pedalar, comer e dormir. Simples. Quase ideal.

Cerca de 45 minutos depois de saírmos da degustação no Brolio, chegamos em Florença, que é considerada o berço do Renascimento italiano e uma das cidades mais belas do mundo, banhada pelas águas barrentas do Rio Arno. É um daqueles lugares que parecem não existir de verdade, mas apenas em sonho e imaginação. Visitar Florença é como ser, por alguns dias ou horas, coadjuvante de um conto medieval ou de uma fábula renascentista, ambientada nos dias atuais. É como viajar na máquina do tempo ao contrário. Ou seja, parece que a cidade viajou na máquina e veio te encontrar na atualidade. E se não bastasse tudo o que já foi dito, ainda é uma autêntica galeria de arte a céu aberto. Linda como poucas! Importante insistir nisso. Uma das mais valiosas jóias da vasta coroa turística italiana. Fotos da ponte vecchio e rio arno e duomo:

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Estivemos em Firenze pela primeira vez em 2004, quando ficamos hospedados por cerca de 04 noites na cidade, vindos de Veneza. Naquela oportunidade, tivemos a oportunidade de conhecer vários de seus mais importantes pontos turísiticos, quase todos circunscritos a uma área que pode ser inteiramente cumprida a pé. A melhor maneira de chegar até ela é de trem, já que não se recomenda circular de carro em seu espaço urbano, principalmente no centro histórico, zona de tráfico limitadíssimo que é, com a previsão de multas severas para quem descumprir a lei de restrição.

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Fiquei impressionado e um pouco perplexo com a quantidade gigantesca de turistas que estavam na cidade neste dia. Autênticos formigueiros humanos, com as pessoas disputando no braço qualquer espaço para poder registrar uma foto. Na primeira vez que visitei a cidade, acho que havia um quinto da quantidade de turistas que enchiam Florença neste dia de verão de 2013. O dono do hotel onde ficamos hospedados já tinha me alertado sobre este fato, e me dito que Florença nesta época ‘era um inferno’! Bem, não chega a tanto, mas confesso que muito da graça se perdeu com o enxame de humanos, pois parece que todos no mundo tiveram a mesma ideia e resolveram visitar aquele lugar. Se puder, evite a cidade em junho, julho e agosto. Opte por ir do final de abril até meados de maio ou de meados de setembro até outubro.

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Quero registrar o nosso almoço, no restaurante Tratoria Za Za, na piazza del mercato centrale, o mesmo lugar onde comemos há quase 10 anos atrás, restaurante este que tinha ficado registrado de forma indelével em nossa memória e em nossos corações pela refinada gastronomia e pelo excelente ambiente. Não nos decepcionamos, e comemos caprese, bisteca fiorentina, spaghetti ao molho de trufas e tiramisú de sobremesa, tudo regado a um delicioso Vino Nobile de Montepulciano e a um cálice de vin santo como cortesia ao final. Recomendo muito esse restaurante. Foto do Zaza em nossa saída, vazio, pois fomos os últimos clientes a terminar o almoço:

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O que fazer de mais importante em Florença? Bem, acho imprescindível passear muito à pé pelo seu centro histórico, visitar o Duomo gótico, o batistério e subir de escada nas torres do campanário até o seu topo, de onde se tem uma visão de 360 graus da cidade e de seus arredores. Chegar até a piazza della signoria e lá se perder com o tempo, admirando o movimento e tantas esculturas expostas.

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Ir adiante e passar em frente à casa onde viveu Dante Alighieri e imaginar as suas célebres descrições dos círculos do inferno. Ver ao vivo na Galleria della Academia o inacreditável David de Michelângelo, tão bem esculpido por seu criador a partir de uma pedra bruta de mármore carrara, que parece ter um semblante quase humano de tão perfeito. Visitar a Uffizi e seus tantos Botticcelis e Caravaggios, dentre muitos outros, ir à Igreja de Santa Maria Novella e à bela Basílica de Santa Croce, onde estão enterrados alguns dos mais ilustres personagens da cultura italiana, como Michelângelo, Galileo Galilei, Maquiavel e Rossini, sendo apelidada de Panteão das Glórias Italianas. Além disso, passear à exaustão pelas margens do Rio Arno, cruzar a ponte velha e subir até a piazza michelângelo com a melhor vista de Florença.

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Nesta nova tarde e princípio de noite que passamos nela, não conseguimos refazer todos os nossos trajetos de 2004, mas, novamente passeamos pela igreja do Duomo, belíssima por fora, embora com um interior bem menos suntuoso do que o exemplar de sua rival histórica Siena. Tivemos chance de novamente passar pela Piazza della Signoria, e ficar contemplando o movimento e um sem número de esculturas ao ar livre, inclusive a réplica (não tão perfeita) do David de Michelangelo.

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E, a pedido da Karine, revisitamos também a enorme Galleria degli Uffizi, uma hora antes de seu fechamento, já bem mais vazia, apenas para admirar uma vez mais as salas de Boticcelli, notadamente a sua vênus magistral. Saíndo desta, já às margens do Rio Arno, belíssimo como sempre, aproveitamos o ensolarado final de tarde para passear por sua orla e observar as sublimes paisagens desta cidade feita para sonhar. Cruzamos a Ponte Vecchio, com seus inúmeros pontos de venda de jóias e fomos pegar então o carro já no início da noite, quando retornamos aos arredores de Siena. Foto cruzando a ponte velha:

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Partimos com uma sensação de dever cumprido e alegria! Voltando à Firenze, sonhamos um sonho muito bom já sonhado anteriormente. E, assim, como que assistindo aos melhores momentos de uma partida já vencida há cerca de uma década, terminamos mais um dia de nossa viagem no relais aia mattonatta, apreciando um belíssimo final de tarde/ noite com um por-do-sol tardio, lá pelas 21:45 hs. Fotos no relais e o por-do-sol toscano sienense:

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Nos 4 dias subsequentes, ainda havia Cortona, Val d ‘Orcia, (com Montalcino, Pienza e Montepulciano), Assis (na Úmbria) e um giro completo pelo Crete Senesi e seus visuais arrebatadores. Penso que esta série sobre a Toscana ainda precisa de 2 posts. Continuaremos no próximo…

Do Rio pro Mundo

20 pensamentos sobre “Toscana. Incomparável e inesquecível. (Parte 3 – Pela Rota do Chianti e Florença)

mimiPublicado em  8:00 pm - ago 8, 2013

Que lindo este post.Falar de Firenze é muito bom,e da Toscana melhor ainda…estamos
aguardando Montalcino, a belíssima Pienza….obrigada pelas dicas sobre os vinhos.Também voltei carregada quando lá estive, e como valeu a pena, abs Mimi

    Do Rio pro MundoPublicado em  8:06 pm - ago 8, 2013

    Obrigado Milka,

    Florença é realmente especial. Uma pena estar tão cheia de gente! Esta cidade não combina com bagunça.
    Que bom que gostou das dicas dos vinhos.
    No próximo, falarei um pouco também sobre os melhores produtores de brunellos e nobiles de Montepulciano.

    Grande abraço,
    Felipe

Ligia Jácome FormigaPublicado em  10:11 am - ago 9, 2013

Oi estou acompanhando seus belos relatos da Toscana .Parabéns!!!Estou organizando viagem semelhante e gostaria de saber se vc alugou o carro daqui do Brasil ou alugou ao chegar na Itália.
Grata pela atenção.
Ligia

    Do Rio pro MundoPublicado em  1:06 pm - ago 9, 2013

    Olá Lígia, bom dia.

    Obrigado por prestigiar o meu blog e acompanhar os meus relatos.

    Fico feliz com os seus elogios.

    Sempre alugo o carro daqui do Brasil pois, geralmente a tarifa contratada com antecedência, acaba sendo menor do que se vc. Fosse contratar lá na hora, além do que, você não corre o risco de que o veículo desejado não esteja disponível. um exemplo disso aconteceu em uma viagem que fiz no início desse ano para a California, já que, embora tenha feito a cotação antecipada, acabei deixando para contratar na hora da retirada do carro e paguei cerca de 30% acima do valor que teria pago se tivesse feito com antecedência.

    Outro ponto importante é que, atualmente, vale mais à pena a pessoa comprar um GPS do que alugar. Eles cobram 20/25 dólares ao dia e, um bom gps pode ser comprado nos USA por 120 dólares. Considere essa possibilidade também.

    Sugiro o site da Hertz.com

    Espero ter ajudado. Qq outra dúvida, inclusive sobre seu roteiro, não hesite em manter contato.

    Um abraço, Felipe

      RosePublicado em  3:47 pm - jan 15, 2014

      Olá Felipe, parabéns pelo blog. Seus relatos são oportunos e esclarecedores. Estarei em Florença em março e estou no momento de preparar os detalhes para a viajem. Você sabe se é fácil contratar lá, um guia brasileiro para nos guiar pelo Chianti? Você conhece alguma agência para me indicar?

      Obrigada.
      Rose

Ligia Jácome FormigaPublicado em  3:59 pm - ago 9, 2013

Oi Felipe obrigada por responder tão breve.Já tinha lido que é melhor alugar o carro sem GPS.Não tenho GPS;estou pensando em comprar um.Li que é necessário depois de comprar,baixar os mapas atualizados do local de interesse. É isso mesmo?
Ligia

    Do Rio pro MundoPublicado em  5:25 pm - ago 9, 2013

    Exatamente Lígia. O ideal é isso mesmo. Por garantia, baixe e atualize os mapas e a sua viagem fluirá tranquila e sem qualquer intercorrência.

    Um abraço, Felipe

Sumaya HelayelPublicado em  12:39 pm - ago 16, 2013

Felipe, estou gostando muito das suas dicas. Em maio de 2012 fiz uma viagem parecida com a de vocês. Estive tb no Castello di Brolio, super! Realmente a quantidade de turista assusta. Em Veneza foi demais, ou de menos, muita gente, um pouco incômodo. Bjss Sumaya

    Do Rio pro MundoPublicado em  2:14 pm - ago 16, 2013

    Obrigado Sumaya pelas visitas e comentários. Fico feliz que vc está gostando do blog.

    Divulga bastante aí em Niterói que esse povo do outro lado da ponte adora viajar! Rs

    Bjs, Felipe

JulianaPublicado em  7:24 pm - jan 26, 2014

Qual roteiro me indica para 7 noites dd hospedagem na Toscana, incluindo Florença?

    Do Rio pro MundoPublicado em  12:20 am - jan 27, 2014

    Oi Juliana,

    Pelo que pude entender, parece que você ainda não conhece Florença. Então, pode começar por lá mesmo e ficar uns 2 ou 3 dias. Depois, desça uma hora pro Sul e monte uma base em Siena.
    Você pode em 4 dias fazer 4 passeios bate-volta. vou te dar 5 opções ai vc escolhe 4:
    1-Siena e Monterrigioni;
    2-San Gimignano e, se sobrar tempo, Volterra no final da tarde (são cidades relativamente perto);
    3- Val d’orcia, visitando Montalcino e Pienza e voltando à Siena pela rota do Crete Senesi.
    4- Lucca e Pisa, esta opção é mais cansativa porque São cidades que ficam mais longe, bem mais à Noroeste de Siena e exigem ao menos 1 hora/1hora e 15 min de deslocamento-
    5- Fazer a Estradinha da Rota do Chianti entre Siena e Florença, passando pelos pequenos vilarejos de Greve, Rada, etc e, se possível, visitando uma vinícola (ex. Castelo di brolio ou badia a cuoltibuono)

    Bem, creio serem essas as suas melhores opções.

    Nada impede que, ao invés de montar base em Siena, vc monte base em San Gimignano, que também permite todos esses giros bate e volta.

N0emy Pinheir0 LimaPublicado em  7:25 pm - maio 30, 2014

Felipe e Karine,
Querid0…quem g0sta Italia c0m0 v0cês…sã0 querid0s. C0nheç0 essa regiã0, mas nunca vi uma viagem tã0 bem apr0veitada e DESCRITA. Parabéns à Karine pelas lindas f0t0s. A d0 “tram0nt0” está espetacular.
Aguard0, cm carinh0 n0vas publicaç0es.
Abraç0, N0emy

    Do Rio pro MundoPublicado em  7:30 pm - maio 30, 2014

    Obrigado Noemy. Ainda falta um postzinho da Toscana sobre o val d’orcia e seus maravilhosos vinhos, além de Assis. Vou tentar actualizar junto à sequência da Croácia.
    Um gde abraço!

Beatriz FigueiredoPublicado em  9:06 pm - jun 16, 2015

olá , adoro seu blog , muito bom , parabéns !
estou planejando uma viagem em outubro para a Europa e estou na dúvida onde ir. Estou em dúvida entre a Toscana e a Provence.
Qual vc recomendaria ? Já li seus posts e só me deixaram mais ainda em dúvida !
no aguardo
obrigada
Beatriz

    Do Rio pro MundoPublicado em  9:02 am - jun 18, 2015

    Oi Beatriz,

    Muito obrigado por seus elogios e por prestigiar esse trabalho.

    Pergunta dificil a sua hein? São 2 lugares espetaculares mas, se tivesse que optar, escolheria a Toscana, principalmente pela época do ano por você escolhida. A provence vc pode deixar para uma outra opirtunidade e tentar se programar para ir no início e meados de junho, quando ocorre a floração dos campos de lavanda e a paisagem fica com aqueles tons de roxo e violeta indescritíveis.

    Um abraço e qq duvida pra montar seu roteiro mantenha contato.

AugustoPublicado em  1:36 pm - jun 11, 2016

Olá Felipe, sem dúvida seu post sobre a Toscana foi o mais interessante que li.
Estou com viagem programada pra Janeiro! Minha base será em Florença, por dois dias. Num dia quero desbravar Florença, no outro farei ” bate-volta ” nas adjacências. O que vc sugere nesse bate-volta?
Depois sigo para Pienza, onde fico 4 dias para explorar Tb as redondezas. O que vc sugere??
Obrigado!!

    Do Rio pro MundoPublicado em  6:14 pm - jun 13, 2016

    Obrigado pelos elogios Augusto. No dia dos arredores de Florença, você pode tentar Siena ou San Gimignano. E no dia que for para Pienza, pase um dia explorando o Val Dórcia e as cidades de Montalcino e Montepulciano. Talvez uma ida à Assis também valha á pena. A toscana tem muitas opções. Difícil definir.

    Um abraço.

LeyannePublicado em  4:16 am - jul 20, 2016

Ola Felipe!! Vou passar 7 dias na toscana de lua de mel, essa é a minha primeira vez na região! Chegaremos em florença e ficaremos hospedados 4 noites na mesma, o que vc me sugere para conhecer as melhores regiões da toscana nesses dias?? Pensei em ficar 3 dias so em florença e no 4 dia ir para Lucca e pisa, pernoitando em florença! As últimas 3 noites ainda não decidimos onde ficar, entao preciso de dicas!! Estou mto na dúvida se ficamos na região de Chianti ou na região de montepulciano? Na verdade tbm queríamos ficar em hotel fazenda para apreciarmos as vinícolas. Por fale me ajuda a criar um roteiro!! Chegareis por florença e iremos embora por lá tbm !!
Obrigada !!

    Do Rio pro MundoPublicado em  3:22 pm - jul 20, 2016

    Eu dedicaria 1 dia, dentre os 4 de florença, para um bate e volta em Luca e Pisa. Se sair cedo consegue fazer os dois (pisa apenas na área da torre que eh a parte mais turística) em um dia e ainda dorme em Florença. Depois montaria base perto de Siena que dedicaria 1 dia para visitar e faria em um ou dois dias a regiao do Val d’orcia, com as maravilhosas Montalcino, Pienza e Montepulciano. Inperdiveis essas três.

LeyannePublicado em  4:18 am - jul 20, 2016

Adorei seus posts sobre a toscana, mto bem retalhados, mas confesso que ainda continuo confusa de qual é a melhor região para ser visitada!!

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