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Dicas de viagem pela Toscana. Incomparável e inesquecível. (Parte 1 – Bologna, Lucca e Pisa)

Dicas de viagem pela Toscana. Incomparável e inesquecível. (Parte 1 – Bologna, Lucca e Pisa)

E, finalmente, fomos parar na Toscana. Falaram tanto, mas tanto dela, que tivemos que ir e conferir com nossos próprios olhos. E, realmente, ela existe e é de verdade! Achava que era uma mera ficção poética e literária, mas não! Está lá, bem no meio da Itália, sempre pronta a se mostrar aos visitantes que queiram desafiá-la. De tão bela e magnífica, podia até ser esnobe. Mas não é, e esta simplicidade a faz ainda mais atraente. Aqui, todos os sonhos se materializam, sejam quais forem eles. Sempre ouvi as melhores coisas sobre esta região e, agora, tenho autoridade para atestar que ela consegue, ao vivo, superar os rumores e ser ainda mais espetacular e surreal do que falam. É, sem dúvida, uma das versões terrenas do paraíso. A maravilhosa foto abaixo, tirada pela Karine, dá uma pequena dimensão do que estamos falando (essa ‘pintura’ de fotografia é apenas um teaser, já que as fotos das paisagens matadoras virão a partir do próximo post, quando contarei os passeios pelo Crete Senesi, pelo Val d’ Orcia e Val d’ Elsa):

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Visitá-la não é de graça, pois gasta-se uma boa soma de Euros para lá chegar. Mas, fique tranquilo, pois trata-se de um investimento com retorno espiritual garantido. Ela te devolve tudo em dobro, em triplo, com sol, com muitas cores e tonalidades de aquarela, com visões de ciprestes e rolos de feno, com alegria, paisagens campestres e urbanas inigualáveis, com uma refinada gastronomia, vinhos deliciosos e com belíssimas cidades medievais. É, por todos esses motivos, um grande e constante convite ao descanso, ao deleite e à contemplação, além de te dar uma baita vontade de querer viver para poder voltar e contar pra todo mundo sobre ela. Isso tudo é o retrato da região mais charmosa da Bota, delimitada pela Ligúria a noroeste, pela Emilia-Romagna à nordeste, pelo Mar Mediterrâneo à oeste, pela Úmbria a leste e por Lácio ao Sul.

Dedicamos 08 noites e 09 dias à sua exploração, tempo suficiente para absorver uma satisfatória, conquanto básica, noção de seu DNA, assim como de sua personalidade. Evidentemente, deixou um gostinho de ‘quero mais’ e um desejo de voltar para poder desfrutar de tudo e mais um pouco novamente.

Desde já, peço autorização para repetir inúmeras vezes nesta e nas próximas postagens, os termos “medieval” e ” etrusco”.  É que a esmagadora maioria das cidades tem essa tal origem medieval, o que, ao pé da letra, significa dizer que existem desde a Idade Média ou até antes. Em suma, que são vilarejos muito antigos. O outro vocábulo muito usado para adjetivar as cidades é aquele que faz referência às respectivas origens ‘etruscas’. Etruscos foram os antigos habitantes da península onde hoje se localiza a Itália, havendo relatos de sua ocupação na região desde cerca de dez a quinze séculos antes de Cristo.

De imediato, feita esta breve apresentação que me cabia, deixem-me contar como foi.

Bem, estávamos em Berlin, sobre a qual já dediquei 2 posts neste blog e, assim, em uma manhã de sexta-feira, empacotamos as malas e fomos para o aeroporto de Tegel e, de lá voamos para a Itália, chegando em Bologna. Confesso que optei por Bologna ao acaso, apenas porque o website da Lufthansa me dava uma tarifa muito mais barata do que outras voando de Berlin para Pisa ou Florença, alternativas até mais evidentes. Por mim, nem teria ficado em Bologna, o que teria sido um grande, enorme erro. Por insistência da Karine, ainda bem, nos hospedamos por uma noite na capital da Emilia-Romagna e, com essa metade de dia, fiquei com vontade de ficar uma semana.

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Cidade medieval, só pra variar um pouco aqui na Europa, a sétima mais populosa da Itália, que já foi dominada por etruscos, celtas, romanos, tem ruas e calçadas em formato de arcos romanos, permeada e entrecortada por boutiques da moda e muitas lojas de antiguidades e de design, vintage e moderno, dotada de uma cena cultural efervescente, bem preservada, num cenário deslumbrante, dispondo ainda de uma série de deliciosos labirintos, praças, esculturas, monumentos, torres, arcos, ruas, travessas e becos.

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Muito charmosa, nela está localizada a Universidade de Bologna, a mais antiga do mundo, fundada em 1088. Ou seja, há quase  mil anos! Assim, por ser um famoso centro Universitário, concentra muita gente jovem e bonita, que se espalha pelas ruas, contribuíndo para um enriquecimento cultural e social da localidade e a criação de uma deliciosa atmosfera.

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Pegamos o carro no aeroporto, e fizemos check in em um hotel muito simples, o Bologna suites elite, a cerca de 20/25 minutos a pé do Centro, um estabelecimento sem grandes pretensões, na via Aurelio Saffi, onde guardamos o carro na apertada garagem. Chegamos andando ao incrível e preservado Centro Histórico por volta das 16 horas e, por sorte, tínhamos luz solar até às 22 horas, por ser verão de longos dias na Itália e em toda a Europa, o que nos permitiu desfrutar de um deslumbrante anoitecer na cidade, mundialmente conhecida em grande parte pelo seu molho ragú. Abaixo, fotos da fonte de netuno e outra bem legal bolada pela Karine, da sombra da estátua de Netuno na parede.

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Caminhamos pelas ruas e praças, olhando os monumentos, as pessoas e as vitrines,  e fomos então calmamente nos perdendo pelas esquinas e recantos dessa cidade maravilhosa. Visitamos a piazza de santo steffano e a piazza Maggiore, com sua célebre fonte e escultura do Deus Netuno. Após outra caminhada, nos deparamos com uma cena curiosa e surreal, qual seja um louco varrido que fazia um discurso contra o sistema educacional italiano e que parecia aquele cineasta que fez o filme “A vida é Bela”, Roberto Benigni. Quanto mais tentavam calá-lo, mais ele xingava e bradava! (abaixo, foto das famosas torres. Enfim, fomos jantar…

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Preciso destacar a refeição que tivemos no restaurante indicado na revista Viaje Mais, chamado Trattoria da Gianni, situado quase em um esconderijo, ao final de um pequeno beco, bem perto da segunda praça citada acima! Muito bom o jantar. Recomendo muito mesmo uma refeição lá. Não perca! Ótimo ambiente, íntimo, familiar e aconchegante, com um serviço comandado pelos próprios donos. Comemos Tagliatelle al ragú (óbvio que isso foi clichê, mas não tem como vir à Bologna e não comer uma massa com o molho alla bolognese). Outra famosa opção da casa é o Gnocchi de Abobora. Após , comemos um Prato de queijos italianos com mel, tudo harmonizado com um delicioso vino sangiovesi de um pequeníssimo produtor da emilia romagna! Abaixo, foto após o cafezinho:

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Descobertas maravilhosas que só acontecem em viagens. Após, devidamente regalados e satisfeitos por esta bela refeição, quase uma cerimônia gastronômica, fomos, por indicação do próprio restaurante, à uma sorveteria próxima chamada cremeria funivia, supostamente considerada o melhor gelato da cidade. O meu, sabor straciatella, estava bem gostoso, mas não foi o melhor da Itália. San Gimignano detém esse posto, merecidamente. (Em outro post, explicarei melhor…) Abaixo, duas outras fotos explorando bologna:

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Se o roteiro petmitisse, teríamos ficado fácil ao menos mais um dia inteiro. A cidade merece. Nota 10 para bologna! Teríamos visitado o magnífico teatro público de ópera e concertos, feito uma aula de culinária e ainda ido até o circuito de Ímola, muito perto dali, local de culto máximo à Scuderia Ferrari e de triste lembrança para nós devido ao prematuro falecimento do ídolo máximo Ayrton Senna, em um fatídico 1º de maio de 1994. Fica a dica para quem tiver mais tempo.

No dia seguinte, bem cedo, saímos de Bologna e pegamos a ótima estrada para Lucca. (redundância total, pois todas as estradas na Itália são ótimas, algumas, contudo, ‘incrementadas’ com ‘salgados’ pedágios.) Dia de sol espetacular, sem uma única nuvem no céu. No caminho, de cerca de 1h e 15 min de viagem, tivemos nosso primeiro contato visual com algo que, em meu imaginário, tinha e sempre teve a ‘cara’ de Toscana. Os famosos ciprestes e as bolas de feno, cenários típicos dessa região. Ainda discretos, mas já estavam lá!

Chegamos assim em Lucca, que é uma outra linda cidade medieval, toda cercada por um alto e contínuo muro, usado no passado como defesa para as tentativas de invasões dos vizinhos de Siena e Florença, assim preservado desde a época do renascimento, fazendo com que o local assuma um aspecto similar ao de uma grande fortaleza circular! A primeira foto abaixo explica bem o que é a cidade, pois este alto muro que se avista, recobre toda a extensão da vila, que está logo atrás desta barreira de proteção. E, vejam que em cima, onde estão as árvores, situa-se um promenade com ciclovia, ideal para andar de bicicleta, onde o visitante vai passeando e circulando, tendo, lá da parte mais alta, a visão interna da cidade, assim como a visão da parte exterior ao muro e as paisagens montanhosas dos arredores. Espetacular Lucca! A segunda foto, mostra um close em frente a um dos portões de acesso:

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Esta é a terra do famoso compositor de ópera Giacomo Puccini, que compôs dentre outras peças, a famosa Madame Butterfly. Imprescindível vir aqui e fazer a visita. Fica na parte mais a noroeste da Toscana, quase na fronteira com a Ligúria. Muito legal! Chegamos por volta das 11 hs da manhã ( o ideal é chegar uma hora mais cedo, mas como tinhamos vindo direto de bologna não teve jeito) e parqueamos em frente a um dos portões antigos que demarcam os muros que a cercam. Cruzamos o portão e, de imediato, procedemos ao aluguel de duas bicicletas (várias lojas em todos os cantos da cidade ao preço médio de 14 euros o dia inteiro).

Recomendo muito que o visitante assim proceda. Primeiro passo, então, subimos e passeamos pela ciclovia situada em cima do muro que cerca o vilarejo e demos umas três voltas completas. O circuito que dá uma volta completa ao redor de Lucca deve ter uns 2/2,5 km. Lá de cima, além de passar por vários locais arborizados, alguns restaurantes panorâmicos e até mesmo por pequenos parques, o visitante encontra belas visões da cidade e das montanhas ao norte, de onde se extrai o famoso mármore de carrara, branco como a neve. Fotos abaixo lá de cima do muro, na tal ciclovia, e com as visões da cidade e dos arredores:

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Depois de ficarmos um bom tempo descansando da pedalada e apreciando o cenário, descemos e passeamos pelas ruelas e becos de Lucca. Trilhamos o roteiro sugerido e passamos pela Basilica di San Frediano e, pela Piazza Anfiteatro, um espaço descampado e oval, cercado por construcões de tamanhos e formatos uniformes e, atualmente, com bares e restaurantes em seu interior para atrair os turistas. Lugar mais interessante da cidade em minha opinião. Abaixo, fotos da fachada da basílica, que fica em uma outra pracinha e duas fotos da piazza anfiteatro, respectivamente:

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Após sentarmos nessa praça e tomarmos uma tulipa de cerveja italiana, fizemos uma pausa para o almoço em um delicioso e muito indicado restaurante, com um ambiente aconchegante e familiar, chamado Osteria Baralla, próximo a uma das 6 ou 7 entradas em forma de mini pórticos para a Piazza Anfiteatro. Abaixo, uma foto do restaurante e de sua incrível arquitetura:

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Comemos uma salada caprese deliciosa, com destaque para o sabor inigualável do tomate e da muzzarela di buffala, muito diferentes. Comemos o prato mais célebre da cidade, o Tortelli Luchese, uma massa tipo um caneloni recheado com carne, queijo suave e molho pommodoro. Tudo acompanhado, como sempre, com um típico sandiovesi toscano, um delicioso vino nobile de montepulciano riserva:

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Concluído o almoço, visitamos talvez o mais famosos ponto turístico de Lucca junto com a praça anfiteatro, a curiosa torre guinigi que, muito alta, tem uma grande árvore de carvalho no seu topo (não sei como ela foi parar lá) e vistas espetaculares dos arredores, da própria cidade e e das montanhas da região. Ficamos um tempo lá em cima, apreciando a vista, até porque a subida tinha sido bem puxada, talvez uns 300 degraus ou mais.

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Quando descemos, seguimos em frente e passamos pelo museu casa de Giacomo Puccini e fizemos uma visita à magnífica catedral gótica de San Martino, um monumento da fé católica em pleno norte da toscana. Encerrávamos em grande estilo e com religiosidade renovada, a nossa passagem por esta incrível urbe medieval. Não cogite sequer por um minuto de retirar Lucca de seu roteiro pela Toscana, pois você não merece deixar de conhecê-la! Abaixo, as fotos do museu de puccini e do belo interior da igreja gótica:

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Assim, após entregarmos finalmente as nossas bicicletas, por volta das 17 hs, deixamos Lucca e, como tempo tinha fechado, deu a impressão que iria chover mas ficou só na promessa e então, como não podíamos perder a viagem, embora estivéssemos muito cansados, demos uma esticada e nos dirigimos à Pisa, que fica muito próxima, a cerca de 15 ou 20 minutos pela sequencia da mesma estrada. Confesso que esperava muito pouco de Pisa, mas ela bem me surpreendeu.

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Pausa no texto para uma reflexão, já que você deve estar se perguntando: Dá pra ir a Lucca e Pisa no mesmo dia? Na minha opinião dá, a menos que você queira visitar Pisa com os mínimos detalhes. Se o seu objetivo for o mesmo que o nosso e o da maioria dos turistas, qual seja o de conhecer a sua famosa Torre e a piazza dei miracoli, onde ela fica, a resposta é positiva. Lucca tem mais coisa pra fazer e ver do que Pisa, então, opte por chegar em Lucca cedo pela manhã, visite, passeie, almoce, e depois, do meio pro final da tarde, dedique umas duas horas para Pisa, que estará ótimo.

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Tivemos pouco tempo na cidade, pois lá ficamos por, no máximo, uma hora e um quarto. Nosso objetivo maior, e praticamente único, assim como o de todo e qualquer visitante que para lá resolva se dirigir pela primeira vez, era uma ida ao complexo da fantástica piazza dei miracoli, já no fim do dia para, propositalmente, apanharmos o contra-fluxo das manadas turísticas e podermos visitar com um pouco mais de espaço a famosa Torre de Pisa, a torre inclinada, com uma pausa para observação e para as tradicionais fotos e caminhada pela citada piazza, que conta com um estupendo conjunto arquitetônico e artístico, devidamente reconhecido como patrimônio da humanidade pela Unesco, conjunto este composto pelo batisterio, pela catedral e pelo próprio campanário torto, que é a torre.

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Mas, percorrendo e dirigindo na localidade, pudemos constar que Pisa é mais do que sua famosa Torre, me pareceu muito bonita ou ao menos bem mais bonita do que esperava, quase litorânea, situada a menos de 4 km do mar, praticamente na Foz do rio Arno, que por aqui já vem se encerrando, trazendo as águas de Florença e de tantas outras cidades. Tem uma conceituadíssima Universidade, que concentra estudantes de todo o país, e tem também uma bela orla junto ao rio, com bares, restaurantes, muita gente jovem e um ambiente descontraído e alegre. Perfeitamente possível o pernoite aqui até para poder caminhar pela praça em um horário mais privativo, sem os tantos milhares de visitantes que aparecem todos os dias oriundos dos quatro cantos do planeta.

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Em sequência, perplexos, exaustos, felizes e muito bem impressionados, deixamos Pisa já em horário próximo das 19 hs e, estando o dia ainda bem claro no início do verão europeu, conduzimos por cerca de uma hora e meia até os arredores de Siena, onde nos hospedamos (pelas 4 noites seguintes), no excelente hotel Relais Aia Mattonata, descoberto e reservado pelo Trip Advisor, com o handicap de ser o número 1 em Siena e arredores…

Continua no próximo post, quando contarei a experiência dos 2 dias subsequentes, onde passamos por Siena, Monterrigione, Volterra e San Gimignano…

 

Do Rio pro Mundo

17 pensamentos sobre “Dicas de viagem pela Toscana. Incomparável e inesquecível. (Parte 1 – Bologna, Lucca e Pisa)

varonPublicado em  11:01 pm - jul 18, 2013

Felipe; Vc e sua esposa estão muito bem fisicamente. Magros, mesmo após os 4 filhos. Estão, sem dúvida, mais para 20 anos do que 40 anos.
As fotos, juntamente com sua ótima escrita, até me deu vontade de ir para Itália. E olha que nunca tive pretensão de conhecer países latinos, à exceção de Portugal.

Parabéns

    Do Rio pro MundoPublicado em  11:13 pm - jul 18, 2013

    Obrigado Varon pelos seus elogios,
    Eu estou me equilibrando com muita luta, no limiar da forma física minimamente aceitável. A Karine realmente está muito bem, ainda mais se você considerar que ela pariu quatro crianças há pouco tempo, o que, realmente, olhando pra ela, parece inacreditável.
    Tente se programar pra ir à Itália. Pra quem não tem muita disponibilidade e precisa escolher um lugar que valha por todos, a ‘bota’ me parece a melhor opção.
    Um grande abraço, Felipe.

AllinePublicado em  4:56 pm - jul 19, 2013

Oi Felipe!

O post ficou excelente!!! Voce descreve tao bem os ambientes que parece muito que a gente ta la passeando junto com voces. Ficou muito bom.
A Toscana e’ realmente uma paixao. Um perfeito banquete para qualquer amante de viagens. Eu tinha certeza que voce ia amar.

O chato desse negocio e’ que a gente tem que ficar esperando os proximos posts pra poder continuar lendo… :-(((
Nao esmoreca meu amigo!!! Precisamos de voce para ter sempre esse gostinho de leitura boa nos nossos dias e deixa-los ainda mais agradaveis.

Alline

PS: Vegas ja ta pronto! Te mando esse findi. 😉

Laura MaiaPublicado em  9:06 pm - jul 19, 2013

Queridos amigos,

O blog está lindo e maravilhoso!!! Fica fácil perceber que ele reflete a alegria e o amor que une vocês. Parabéns!!! Depois desse post incrível, precisamos degustar um bom vinho e vocês me contam tudo, porque estou programando essa viagem, com acréscimo da Costa Amalfitana. O que acham?! Beijos pra vocês e os quatro lindos!!!!

    Do Rio pro MundoPublicado em  5:13 pm - jul 23, 2013

    Valeu Laura! Beberemos um belo vinho assim que vc. estiver pelo Rio. Nesse inverno, é uma bela pedida!

    Toscana e Costa Amalfitana? que beleza hein? mas acho que pra combinar os dois vc. precisará de uns 17 a 20 dias pra ver legal e com calma.

    Bjs e saudades, do amigo Felipe

claudia liechaviciusPublicado em  2:06 am - jul 20, 2013

Felipe,

Recebi sua visita tão gentil no meu blog http://www.viajarpelomundo.com e vim retribuir. Muito bacana seu blog. Vida longa à ele! Começou com lugares lindos. Parabéns.

Claudia

Sonia FortesPublicado em  6:05 pm - jul 24, 2013

Felipe, não haveria espaço bastante para dizer o que senti lendo. Desculpe-me a liberdade amiga de dizer que, aparentemente, os outros lugares por onde andou foram belas mulheres que se admiram mas passam, enquanto a Itália parece ter sido motivo de paixão. Senti mais que simples admiração. Você viveu cada momento com a Karine, intensamente. Ouviram tantos sinos a badalar nos corações que esqueceram os campanários de Bologna… Sentei-me com vocês para matar as saudades de uma verdadeira caprese e, em Lucca, na mesma praça, para repetir uma Zuppa Inglese inesquecível. Só não consegui subir a Torre de Pisa porque a idade e a coluna não deixam e andar de bicicleta, proeza que jamais realizei. Continue escrevendo. Não deixe nunca. Não só você partilha momentos maravilhosos, como vive duas vezes. Abração. Sonia

Do Rio pro MundoPublicado em  11:56 pm - jul 24, 2013

Sonia, os seus comentários funcionam como um enorme incentivo para seguir buscando a necessária e incessante qualidade no texto e no conteúdo em geral que todo leitor que me prestigia está a merecer!

Obrigado!

mimiPublicado em  12:03 am - ago 2, 2013

Felipe,realmente fica difícil comentar seus post,simplesmente surpreendente.
Estive na Toscana, e através deste post consegui reviver este sonho que é esta região
da Itália tão bela, onde não existe uma paisagem igual a outra,onde os cheiros e os sabores são diferentes.Estou aguardando seu post sobre Chiante.
Diga a Laura Maia, que quando fiz a Toscana, fiz Costa Amalfitana também,
e que deu tudo certo, porém em 20 dias de viagem , saindo de Florença.Parabenize a Karine pela perfeição das fotos…Um forte abraço, Mimi.

EdsonPublicado em  10:23 pm - abr 2, 2014

Felipe e Karina, vocês estão de parabéns pelo site. Li todas as postagens sobre a Toscana e me impressionei com a forma natural, didática e criativa dos textos. Vocês são realmente muito bons nisso! Escritores natos. Daqui irei levar várias dicas e informações preciosas. Comecei pela Toscana e a partir de agora o “do rio pro mundo” estará nos meus favoritos para outros roteiros.
Felipe, estou com uma dúvida e talvez você possa me ajudar. Vou passar 17 dias viajando pela Italia, para uma 2a. lua de mel. Meu roteiro tem Veneza-Florença (Siena, Pisa e San Gimimiano)-Positano-Roma, nessa ordem. Fiquei salivando ao ler seus comentários sobre os vinhos. Gostaria de trazer algumas garrafas da Toscana mas não tenho intenção de transportá-las, já que ainda teremos metade da viagem para cumprir. Você acha que em algumas dessas lojas ou vinicolas eles enviam os vinhos para o hotel em que ficaremos em Roma? Ou seria mais viável comprá-los mesmo apenas quando estivermos em Roma? Roma é um bom lugar para comprar vinho?
Um abraço para vcs, saúde e muitas viagens para toda família (realmente é dificil acreditar que vcs tem 4 filhos kkk). Que bênção!!!!

    Do Rio pro MundoPublicado em  2:59 am - abr 4, 2014

    Valeu Edson pelos seus estimulantes comentários elogiosos a esse trabalho. Com a certeza de que temos leitores como você, seguimos animados a desenvolver esse projeto.

    Respondendo à sua pergunta, observei na maioria das enotecas por onde passei que elas tinham serviço de frete para o mundo todo, inclusive para a propria Itália. Creio que vc não encontrará problemas se quiser mandar entregar seus vinhos no hotel de Roma.

    Eu acabei carregando comigo na parte final da viagem. E reconheço que essa não foi a melhor alternativa.

    Sobre lojas de vinhos em Roma vou consultar minhas anotações de viagem e te mandarei um email pessoal. Sem dúvida há excelentes opções.

    Não deixe de comprar alguns brunellos de montalcino (casanova di neri, castello Banfi, fuligni e biondi santi sao alguns excelentes produtores) e tambem vinos nobiles de montepulciano (destaque para o produtor Poliziano)

    Se quiser gastar um pouco mais, traga também alguns super toscanos míticos como os fantasticos sassicaia, ornellaia, tignanello, guado Al tasso, solaia, tua rita redigaffi, le machiole messorio e isole e olena ceparello.

    Um abraço.

Monica BonettiPublicado em  9:46 pm - abr 29, 2014

Olá casal, estou amando ler as aventuras de vocês pela maravilhosa Toscana. Parabéns!
Ficarei quatro dias em Florença e darei uma volta em Pisa e gostaria de dedicar algumas horas para vinícolas, queijos e paisagens da Toscana. Pra vocês que visitaram vários lugares deve ser difícil responder a pergunta que farei, mas peço essa ajudinha: como meu tempo é apertado, onde devo ir para tirar belas fotos de paisagens e desfrutar de vinhos dedicando umas 5 horas para isso? É possível?

    Do Rio pro MundoPublicado em  10:16 pm - abr 29, 2014

    Olá Monica. obrigado pelo comentário. Sim, é possível fazer o que você está perguntando. As duas melhores opções para você tirar fotos espetaculares são o crete senesi ou o Val Dórcia. Na primeira alternativa, vc poderia antes ou depois visitar próximo ao local na rota do chianti, uma vínícola, 2 opções, a castello di Brolio ou a Badia a Cuoltibuono.
    A segunda opção para tirar fotos maravilhosas seria a região de Val Dórcia, como já dito, um pouco mais distante de florença do que o crete senesi. Se optar por esta, poderá visitar a cidade de montalcino, terra do famoso vinho brunello di montalcino. 2 boas opções de visitas a vinícolas seriam a Casanova di Neri ou a Castello Banfi.

GiulianoPublicado em  1:19 am - jul 4, 2014

Ao casal, só tenho que parabenizá-los pelas belas descrições, estou tirando valiosas dicas para minha lua de mel. Terei como base de hospedagem Toscana e Siena, espero desfrutar muito essa terra encantada e degustar a bela gastronomia italiana.

Bom, gostaria apenas de saber se teve alguma dificuldade de transitar de carro por lá ? Usou gps ou nem chegou a precisar?

Abraços

    Do Rio pro MundoPublicado em  8:38 pm - jul 7, 2014

    Prezado Giuliano, transitar de carro pela toscana é bem simples e fácil. Recomendo muito.
    Trata-se da melhor opção, conferindo ao viajante mais liberdade para explorar cada canto desse maravilhoso lugar.
    Se possível, alugue ou compre um gps, pois isso te dará mais confiança para dirigir por qualquer local ou recanto.

    Obrigado pelos elogios.
    Um grande abraço, Felipe

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