Desde que iniciei esse trabalho de criar um blog de viagens, já foram até hoje quase 60 posts em exatos 02 anos. Sem um instante sequer de dúvida ou hesitação, afirmo que escrever e retratar Sarajevo, elaborando um texto que consiga traduzir minimamente o significado do que quero passar, será a tarefa mais difícil a ser trilhada até o presente momento. Dividirei esse relato em 2 posts. A capital da Bósnia-Herzegovina, cidade Olímpica dos Jogos de Inverno de 1984, é um daqueles lugares únicos no mundo, com peculiaridades históricas e culturais riquíssimas e ímpares, habitada por um povo simples, hospitaleiro e muito amistoso, marcado indelevelmente (para o bem e para o mal) com a tinta de todos os episódios de sua conturbada trajetória. Sarajevo mistura em sua biografia capítulos onde, ora simultânea, ora sucessivamente, se fazem muito presentes parágrafos recheados de tristeza, alegria, reconstrução, guerra, recomeço, desespero, morte, fraternidade, ódio, intolerância e, principalmente, esperança.

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Pois bem, ao elaborar um roteiro pela Croácia, havia uma brecha para inserir um par de noites na Bósnia, quase na parte final da viagem, entre a passagem por Hvar e Dubrovnik. Não tive dúvidas em fazê-lo, já que a história de seu povo (assim como de toda a Iugoslávia em geral) sempre me intrigou e, de certa forma, me cativou. A palavra Sarajevo ficou gravada em minha memória, desde quando ainda adolescente, acompanhava assustado o noticiário pelo Jornal Nacional da remota (para mim) guerra dos balcãs e assistia de longe as notícias sobre o desenrolar daquele conflito sangrento e, a meus olhos, injusto. Foto do bairro otomano à noite:

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Além disso, lembrava também das aulas de história no Colégio Andrews, sobre o assunto da primeira guerra mundial, quando aprendi que o estopim deflagrador da luta armada, havia sido o assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do Império Austro-Húngaro, ocorrido em 28 de junho de 1914, na cidade de Sarajevo. De uma forma ou de outra, tinha que ir lá conferir a Jerusalém dos Balcãs, uma cidade que mira o futuro sem poder esquecer seu passado recente de sofrimento, guerras, agressão e reconstrução. Uma cidade indispensável para quem quiser entender uma parcela relevante da história do Mundo. Foto da famosa ponte latina:

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A própria Bósnia-Herzegovina, de um modo geral, é um país muito intrigante e sedutor. Uma belíssima terra de culturas e religiões profundamente miscigenadas que, historicamente, sempre conviveram em harmonia. Três religiões, três idiomas e dois alfabetos. Formada por 3 grupos étnicos principais. Os denominados Bosniaks, detentores da fé muçulmana originária da longa ocupação otomana, os Sérvios ortodoxos, vinculados à Igreja Russa tradicional e os Croatas católicos. Outra truncada curiosidade é que eles tem também 3 presidentes (um representando cada etnia) num complicado jogo político de divisão de poderes. Abaixo foto de fim de tarde e anoitecer do belo vale que é Sarajevo:

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No princípio dos anos 90, entretanto, essa harmonia secular desmoronou e, com o fim da Iugoslávia, o país atravessou um conflito étnico sem precedentes em sua história que deixou um rastro de destruição e de memórias trágicas em seu povo. Sarajevo ficou cercada e sitiada por 4 anos (maior período de uma cidade desde a idade moderna). Hoje, após quase 20 anos do fim do conflito, as distintas etnias ainda reaprendem lentamente a conviver, embora dê pra perceber que há sempre uma tensão silenciosa e latente entre os grupos. Falarei mais sobre isso adiante. Foto abaixo da bandeira Bósnia, em homenagem a esse lindo e cativante país.

Bandeira Bósnia e Herzegovina

Recomendo 2 ou 3 dias de visita para conhecer bem Sarajevo. Vale muito à pena! É tão ou mais interessante que a Croácia, notadamente pelo aspecto histórico. A moeda local é o Marco bósnio, que vale a metade de um euro. Ao contrário da Croácia, percebi que eles tem dificuldade em aceitar a moeda européia. Assim, convém chegar ao país já dispondo de alguns marcos para fazer frente às primeiras compras e despesas. Os mais jovens falam muito bem o Inglês e não há qualquer dificuldade de comunicação no país, com exceção das pessoas mais velhas, que, por óbvio, não dominam o idioma universal.

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Dirigimos sozinhos durante todo o percurso na Croácia, mas não nos sentimos muito seguros para atravessar a fronteira e nos aventurarmos pelas estradas da Bósnia. Isso porque as poucas informações que tínhamos a respeito deixava-nos com a impressão de haver alguma eventual hostilidade por parte do povo e dos policiais locais com turistas vindos de outras partes dos Balcãs. Assim, para evitar possíveis dissabores, optamos por contratar um guia que nos levasse até lá. Foi uma decisão acertada. Menos por nossos temores, mais pelo enriquecimento que a companhia do guia nos trouxe, permitindo-nos uma visão bem mais aguçada e enriquecida sobre a Bósnia-Herzegovina. O país é muito seguro e tranquilo. Recomendo muito que se visite dessa forma. Aqui o Link da agência que contratamos.  A vantagem é que o visitante pode sair de Split, após chegar de Hvar, dar um pulo de 2 dias na Bósnia e terminar em Dubrovnik, prosseguindo viagem. Foto abaixo da imponente fachada da Catedral Ortodoxa Cristã de Sarajevo, na praça da Libertação.

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Encontramos nosso guia no porto de Split assim que descemos do catamarã que nos trouxe de Hvar e, depois de um breve café numa simpática praia da cidade, pegamos a estrada rumo à Sarajevo. Andrija Grbesa, um croata muito simpático e apaixonado por sua terra natal, fazia questão de contar as proezas de seu heróico compatriota Goran Ivanisevic ao finalmente vencer o torneio de Wimbledon e também de parar no caminho a cada meia hora para nos mostrar todas as belezas existentes na região. Foto de Split, vista das ruínas de Salona.

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Ainda na Croácia visitamos as ruínas de Salona, cujas subestruturas ainda estão preservadas, desafiando o tempo e o passado bélico da região. Fundada no século II a.c, pelos gregos, foi a capital da importante província Dálmata do Império Romano e o seu anfiteatro foi palco da luta de gladiadores e até mesmo da execução de Cristãos perseguidos. Salona foi quase totalmente destruída após a invasão da península pelos eslavos nos séculos VI  e VII d.c. Fotos abaixo:

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Em seguida visitamos as impressionantes “lagoas azul e vermelha”, já quase no limite dos territórios Croata e Bósnio. São formações rochosas interessantes e com uma altura muito significativa. As respectivas lagoas, onde a água se deita no leito profundo dessas formações, aparecem após uma descida vertiginosa de mais de 100 metros.

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Fomos adiante e, ao cruzarmos a fronteira, ficamos encantados com a beleza da estrada que nos conduzia à capital da Bósnia. Ela serpenteia ao longo de um belo rio que corre no vale dos Alpes Dináricos, a área mais acidentada e montanhosa da Europa. A paisagem, composta por enormes montanhas cujos cumes ainda estavam recobertos de neve, é de tirar o folego. As vezes, jamais imaginamos o tipo de paisagem que podemos encontrar em certos locais. E, quanto à Bósnia, desconhecia por pura ignorância a existência dessa cadeia de montanhas tão linda onde se encontram visuais de tirar o fôlego. Quando isto ocorre, costuma ser sempre um momento especial e surpreendente da viagem.

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Paramos em uma feira típica, na periferia de Mostar (cidade que visitamos na volta), para almoçar e lá pudemos observar, na essência, o modo de vida na bósnia. Éramos os únicos turistas em meio a cidadãos locais vendendo e negociando seus produtos, que podiam ser queijos e salames artesanais, frutas diversas e também roupas e objetos “made in china”. Almoçamos debaixo de um toldo ligado a uma caminhonete, na qual eram armazenados produtos alimentícios e um casal preparava deliciosas comidas típicas, improvisando uma pequena cozinha. Uma espécie de “truck food”, sem o modismo que o termo ganhou recentemente. Talvez venha de lá essa ideia. Porque não?! Segunda foto abaixo de Andrja e Karine confraternizando com os locais.

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Nesse puxadinho bósnio, experimentamos um maravilhoso Cévapi, prato mais popular do país, uma interpretação balcânica do Kebab. Espetinhos de carne deliciosos, que formam uma iguaria irresistível consistente em um conjunto de pão sírio bem grosso recheado com as linguiças em espeto, de carne de cordeiro e de boi, com muita cebola e um queijo delicioso da região. Servido em praticamente todos os restaurantes, é pedido obrigatório de quem quer conhecer os encantos gastronômicos da Bósnia. Garanto que não haverá arrependimento!!!! Na noite que se seguiria, comemos o segundo, e melhor cevapi de nossas vidas.

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Devidamente saciados, partimos no trecho final em direção à Sarajevo com crescente expectativa na medida em que avançávamos pela estrada. E o nosso guia glutão ainda parou em um restaurante típico, onde, segundo o próprio, come-se a melhor carne de cordeiro de toda a região. Ele fez questão de parar o carro e apanhar uns pedaços de carne, sob a promessa de pararmos para almoçar no dia da volta. Realmente, uma delícia. Cordeiro assado na brasa. Os bósnios e balcânicos em geral adoram comer, beber e celebrar a vida. E fumam muito também. Compulsivamente! Como se não soubessem se haverá o dia de amanhã. A bem da verdade, acho que por muito tempo devem ter se sentido desse modo.

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Chegamos nos arredores da capital com a barriga muito cheia e a expectativa em alta. Acreditávamos se tratar de uma bela cidade, como de fato constatei, mas isso somente veio a ficar claro após uns 25 minutos trafegando por seus arredores mais remotos.

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Sarajevo fica espetacularmente situada em um lindo vale e é rodeada por todos os lados pelos alpes dináricos e cortada pelo Rio Miljacka ao sudeste dos balcãs. Conta com uma população de cerca de 400.000 habitantes. É o principal centro político, cultural e social da Bósnia-Herzegovina e, por sua enorme miscigenação étnica, religiosa e cultural, é denominada como a pequena Jerusalém dos Balcãs. Contudo, a primeira impressão foi bem diferente do que se imagina, pois nos subúrbios da cidade, nas partes mais afastadas do Centro, tivemos uma visão tipicamente Comunista, remanescente do período Iugoslavo, com avenidas largas e edifícios altos, todos similares entre si e retangulares (como grandes caixas de sapato feitas de cimento) dotados de uma arquitetura feia e monótona, típica do antigo bloco socialista.

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Na medida em que fomos avançando, o perfil do entorno foi se modificando drasticamente e tudo tudo ficando mais belo e atraente, com áreas independentes e bem delineadas próximas ao rio Miljacka, marcadas por dois bairros próximos e bem distintos. O primeiro, o quartier dos Habsburgo Austro-Húngaros, de perfil totalmente europeu, com arquitetura Art-Nouveau, construído no século XIX, período em que a cidade esteve integrada ao Império homônimo que dominou a Europa na ocasião e conferiu um ar mais europeu à capital da Bósnia.

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Os austríacos também criaram alguns parques nos bairros mais remotos de Sarajevo, com trilhas, lagos, chafarizes e gramados que hoje são utilizados pela população como refúgios de lazer em feriados e dias de descanso. A área, que abriga um belíssimo promenade com uma avenida de árvores, se chama Ilidza:

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E, avançando um pouco mais, chegamos à parte mais antiga e charmosa da cidade, o bairro turco-muçulmano denominado Baščaršija (pronuncia-se baxarxia, sendo as letras x pronunciadas com o som de “ch”), remanescente da época em que a cidade foi fundada sob o domínio do império otomano, no ano de 1461, uma região que era bastante utilizada para o comércio e demais atividades mercantis, o que explica a existência de edifícios baixos, onde eram privilegiados ambientes usados para a exposição e venda das mais diversas mercadorias, ao invés de moradias propriamente ditas. Dizem ser como uma pequena Constantinopla.

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Antes da dominação austríaca, Baščaršija tinha uma área 3 vezes maior do que a atualMuitas das antigas construções em estilo turco foram derrubadas em prol de uma “modernização da arquitetura da cidade, para que essa passasse a ter uma aparência mais européia”. Felizmente, em dado momento, se deram conta do erro e pararam de derrubar e resolveram preservar o legado histórico otomano. E o que sobrou é a área atual de Baščaršija. Foi nesta região que escolhemos ficar e pernoitar. Assim, deixando rapidamente a bagagem no bom hotel Garni Konak, (muito bem localizado, confortável e próximo a vários restaurantes e pontos turísticos) descemos para encontrar Armina Pijalovic, a excelente e muito simpática guia local que nos apresentaria a cidade:

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Armina foi sem dúvida o grande diferencial de nossa visita a Sarajevo. E será a protagonista central e principal do próximo relato, que conta as peculiaridades extraordinárias (históricas, políticas e culturais) de tudo o que aprendemos em nosso tour de 2 dias pela cidade. Assim, sugerindo que assistam a fantástica interpretação de bono e pavarotti para a canção do U2 Miss Sarajevo,  finalizo essa primeira parte e convido os leitores para me acompanharem nessa experiência, que será contada em detalhes no próximo post na sequência…

 

16 Thoughts on “Sarajevo. A multicultural Jerusalém dos Balcãs. Uma cidade indispensável para entender uma parcela da história do Mundo. (Parte 1)

  1. Olá. Tudo bem? 🙂

    Seu post foi selecionado para o #linkódromo, do Viaje na Viagem.
    Dá uma olhada em http://www.viajenaviagem.com

    Até mais,
    Bóia – Natalie

    • Do Rio pro Mundo on 25 de maio de 2015 at 12:57 said:

      Obrigado Natalie e Viaje na Viagem. Sempre honrado pelo reconhecimento e pela divulgação.

      Com o último post sobre Mostar que deve ser publicado no mês que vem, finalizarei a série de 14 reportagens sobre os Balcãs, com Croácia, Bósnia-Herzegovina e Montenegro. Em breve, ainda esse ano, e já a convite, voltarei para conhecer a Eslovênia e a Istria.

  2. Que magnífico post sobre Sarajevo, muitos parabéns!!! Agora ficamos a aguardar o trabalho sobre Mostar :)))
    Grande abraço desde Portugal.

  3. Márcia on 26 de maio de 2015 at 18:09 said:

    Oi Felipe
    Olha eu de novo, amei esse post é pretendo fazer a mesma rota. Só algumas dúvidas: Pelo que entendi, foi só uma noite em Sarajevo e é tão no dia seguinte no fim da tarde vc estava em Dubrovinik e isso? Pelo que vi na agência, Fica em torno de 470 euros por pessoa esse tour de 2 dias. O hotel está incluso nesse Tour? Se decidirmos pegar um carro alugado em Split e devolver em Dubrovinik fazendo esse roteiro por conta, apenas contratando um guia em Sarajevo será que ficaria mais barato? Seria seguro?

    Valeu mais uma vez pela ajuda.

    • Do Rio pro Mundo on 27 de maio de 2015 at 15:07 said:

      Olá Márcia,

      Obrigado uma vez mais pela visita. Sarajevo é mesmo uma cidade espetacular. Você não se arrependerá de conhecê-la.
      isso. foi Uma noite e dois dias inteiros. Chegamos em dubrovnik na noite do dia seguinte, após visita a Mostar. Sim. O Hotel está incluso no preço. As pessoas que foram sozinhas pela bósnia, relataram eventuais problemas com a polícia, que implica com a placa de outros países. Quanto à questão da segurança, acho que não haveria problemas. a GRANDE VANTAGEM DESSE TOUR É QUE VC. FICA DESPREOCUPADO E CURTINDO TUDO COM TODAS AS EXPLICAÇÕES. E, botando na ponta do lápis, considerando aluguel de carro, gasolina, transporte e contratação de um guia, acho que a eventual economia feita não compensaria.

      Um abraço.

      • Marcia on 27 de maio de 2015 at 16:05 said:

        Hum entendi. Mas vocês foram com carro de placa de split né? Tiveram problemas na fronteira? E que estou achando 940 euros muito caro.

        • Do Rio pro Mundo on 27 de maio de 2015 at 16:39 said:

          Realmente fomos com carro de placa croata. Mas o motorista era guia e isso nos deu tranquilidade. Sem problemas na fronteira até porque não tivemos que falar nada, pois o guia que entregou nossos passaportes. Mas, se vc. está achando caro Marcia, fique tranquila pois é muito provável que corra tudo sem problemas. Não deixe, entretanto, de contratar um tour guiado em Sarajevo. indico a agência para a qual trabalhava a Armina, a guia que nos acompanhou pela cidade: http://www.sarajevofunkytours.com

          Um abraço, Felipe

          • Márcia on 27 de maio de 2015 at 19:46 said:

            Então acho que vamos fazer isso mesmo. Vi que tem ótimos tours nessa agência, com bons preços. De repente vamos até Sarajevo de bus. Vou ver se acho algo a respeito. Você sabe se na fronteira eles falam inglês? Mal posso esperar pelo post sobre Mostar. Achei lindo o lugar!

          • Do Rio pro Mundo on 27 de maio de 2015 at 23:06 said:

            Falam aquele inglês bem básico Márcia…

  4. Patrícia on 15 de setembro de 2015 at 1:52 said:

    Oi Felipe,
    Tudo bom?
    O seu blog é maravilhoso, muito bem escrito e com ótimas imagens. Eu e meu marido viajando para Croácia, Sérvia, Romênia, Montenegro, Bósnia e Eslovênia agora no final do mês. Estou usando várias dicas suas no nosso roteiro. Queria lhe pedir os contatos da guia de Sarayevo. Será que você consegue nos enviar? Muitíssimo obrigada! um grande abraço! Patrícia

  5. Olá Felipe,
    Somos 5 amigas que viajam juntas há alguns anos. Acabamos de retornar de uma viagem pela Croácia, Montenegro, Bósnia e Eslovênia. Durante as pesquisas encontramos seu blog. Nos inspiramos no seu relato de Saraievo e contratamos a mesma agência que vocês. O passeio foi inesquecível, fomos atendidas pelo mesmo guia/motorista Andriya que foi fantástico. Nossa guia em Saraievo foi uma professora de história, Nadja, que nos deixou emocionadas em muitos momentos. Andriya nos disse que nós fomos o segundo grupos de brasileiros após vocês… Mandou um abraço e agradecimentos a vocês… Nós também agradecemos pelas dicas e pela inspiração..

    • Do Rio pro Mundo on 17 de outubro de 2015 at 20:55 said:

      Muito legal seu feedback Fabiana! Valeu. fico feliz de ter ajudado. Sarajevo é mesmo uma cidade espetacular e emocionante e o Andrija é gente fina demais também.

      Obrigado pelo Comentário.

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