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San Francisco. A melhor porta de entrada da Califórnia

San Francisco. A melhor porta de entrada da Califórnia

San Francisco serviu como porta de entrada na California, numa viagem de 15 dias que fiz com a esposa e duas filhas, num plano de rota norte-sul pela costa do “Golden State” que nos levou até San Diego, passando ainda por Monterrey, Carmel, Big-Sur, Santa Bárbara, Santa Mônica, Los Angeles e Anaheim (Leia-se, Disney Califórnia).

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Em fevereiro, bem no início do mês, quando chegamos, fazia um frio intenso, apesar de dias ensolarados e belos. Quatro dias antes, o 49ers, time de futebol da cidade, perdera a disputa do Super Bowl e percebia-se uma discreta ressaca em seus habitantes. Em virtude do frio, talvez valha a sugestão de que a melhor época para visitá-la seja em abril e maio, ou setembro e outubro. (ao menos foi o que me disseram os nativos).

Fiquei apenas três noites, e tenho plena convicção que o numero de dias foi insuficiente para tudo que esta maravilhosa cidade pode oferecer. Pretendo voltar no futuro e ficar ao menos o dobro do tempo, aproveitando também a cidade como base para explorar o vale do Napa e seus famosos vinhos, passeio que tivemos que renunciar nesta ocasião, por ser definitivamente uma não prioridade quando se está com crianças. Assim, acho fundamental que o viajante inaugural não cometa o mesmo erro e dedique ao menos 4 noites para sua exploração! É o ‘mínimo ético’ de permanência. Se puder, contudo, fique mais tempo. A Califórnia não é tão perto quanto Miami ou Nova York e, assim, estando lá, já tendo feito uma longa e cansativa viagem, aproveite e fique o máximo de tempo que puder. A cidade é espetacular e absolutamente fascinante. Tudo de bom que sempre se ouve sobre ela é verdade, pude constatar. E apesar de já ter uma grande expectativa, minha impressão foi alem do que esperava.

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Construída em uma área quase no epicentro da famosa falha de san andreas, acidente geográfico situado no limite da junção da Placa do Pacífico com a Placa Norte-Americana, o que fez com que sofresse com severidade os efeitos de dois grandes terremotos no século passado (1906 e 1989), é quase toda composta por ladeiras em sequência, num sobe e desce de magníficos cenários, não havendo como evitar perder o fôlego e ficar indiferente à sua superfície e à sua geografia tão peculiar, ressaltando-se ainda que se encaixa entre uma baía e o oceano pacífico, aumentando ainda mais o seu esplendor.

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San Francisco tem muitos atrativos para qualquer tipo de viajante. Desde excelentes vinhos e restaurantes, para quem busca roteiros enogastronômicos, como também diversas atrações para crianças, assim como todas as maiores lojas e boutiques da moda, além de destacadas galerias de arte, cultura e ciência, sem falar no principal, a beleza natural de suas paisagens e a inúmera possibilidade de passeios para explorar esses monumentos naturais.

Fiquei hospedado na região de Union Square, que me pareceu uma excelente e mais conveniente alternativa. Abaixo, uma foto da rua que passa ao lado da praça. Nessa rua, assim como nas redondezas, você encontrará ótimas opções de hotelaria para todos os bolsos. Fiquei no Hotel Donatello que fica a duas ruas (muito perto) da union square e do ponto do cable car. Bom preço e excelente localização. Facílimo de reservar pelo próprio site do hotel.

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Outras boas opções são Nob Hill e Financial district. A sugestão de hotelaria mais batida e anunciada para quem vai a San Francisco é ficar no Fisherman’s wharf. É a margem direita da orla da baía de San Francisco. Não indico esse local para hospedagem, apesar de ser muito interessante para passear, pois é apinhado de turistas, cheio, barulhento e confuso, quase o dia inteiro, todos os dias. É o local onde os ônibus de turismo ‘sightsseing’ fazem ponto final. Onde as barcas chegam dos passeios, e onde o turismo ‘fast food’ acontece. Uma autêntica torre de babel, habitada por humanos, focas e leões marinhos, que infestam os diversos e famosos arredores dos pieres lá situados. Bonitinho e importante pra ver e visitar com as crianças ou com a namorada, mas dispensável como ponto de base. É uma bagunça, onde a cidade mais parece uma caricatura de si mesma. Agora, se você curte uma confusão, e se sente mais seguro assim, fique lá mesmo. Nesta região, não posso deixar de mencionar, vale a visita também à Girardelli Square, que fabrica o famoso chocolate homônimo. Aqui, o visitante tem acesso direto pelo bondinho que vem da Powell e Hyde St. A praça ostenta bons restaurantes e lojinhas, mas o bacana mesmo é o chocolate da Ghirardelli. A vista para o pier também é muito bonita.

Acho dispensável e não recomendo alugar um carro durante o período em que aqui estiver. A cidade é dotada de uma boa rede de transportes públicos, com táxis disponíveis a preços relativamente em conta, ônibus e metrô, além do famoso e turístico ‘cable car’, (permitida a entrada e saída em qualquer ponto, sem maiores burocracias, e o tíquete pode ser comprado na hora custando us$ 6 por trecho ou us$ 14 pelo passe de um dia). O bondinho, como os brasileiros costumam chamar, cobre, na extensão de sua malha, uma área bem significativa da parte mais turística, e deve ser utilizado ao menos uma vez, pela experiência de se conhecer o funcionamento de um meio de locomoção tão típico do local, e quase extinto na maioria das cidades modernas.

Portanto, ficar sem carro para circular e conhecer, por mais paradoxal que possa parecer, dá mais liberdade ao viajante, seja pela não facilidade de se conseguir locais para estacionar, como também pela dificuldade inerente ao ser humano, de parquear veículos em ladeiras e locais íngremes em geral, algo que comumente causa certa ansiedade e desconforto. De e para o aeroporto, contrate um transfer. Melhor opção. Ficar com o carro em San Francisco te trará mais dor de cabeça do que conveniência. Alugue um apenas no dia em que sair da cidade rumo ao sul.

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Um passeio obrigatório para quem visita a cidade pela primeira vez é o aluguel de bicicleta e a pedalada pela Golden Gate Bridge. É tão indicado esse programa que, se eu voltasse amanhã pra San Francisco, e dispusesse de apenas um dia de visita, optaria por refazê-lo. A ponte é o principal cartão postal da cidade, uma das mais conhecidas construções dos Estados Unidos, e é considerada uma das Sete maravilhas do Mundo Moderno pela Sociedade Americana de Engenheiros Civis, ligando San Francisco ao norte da Califórnia.

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E, realmente, faz jus a sua fama. Pra quem gosta de fotografia, basta dizer que é um dos lugares mais fotografados do mundo, oferecendo infinitos cenários capazes de capturar qualquer momento que se queira eternizar. O ideal é ter tempo e calma, dedicando um dia inteiro para a exploração. As locadoras oferecem várias sugestões de roteiros, porém, fiz e recomendo o mais indicado, que é o passeio cruzando a ponte até a cidade vizinha de Sausalito, onde se tem uma visão completa da belíssima baía de San Francisco. Se você der sorte, poderá até se deparar com um Pelicano. (confesso que nunca tinha visto um pessoalmente) E, se der mais sorte ainda, ele fará uma bela pose para você!

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A pedalada não é exaustiva, já que a ponte tem pouco menos de 3 km de extensão e, mesmo acrescentando uns outros três ou quatro mil metros, decorrentes da distância entre o acesso à ponte desde o local de aluguel da bicicleta, que pode variar, e ainda o caminho desde a descida até o vilarejo de Sausalito, considero bem fácil a tarefa, mesmo para quem não estiver tão acostumado ao ciclismo de recreação. Lembre-se que a maioria das agências incluem no preço da locação o bilhete da barca ou ferry de retorno, desde Sausalito, próprias para o transporte do viajante e de sua bicicleta, permitindo ao mesmo, no final da tarde, o retorno sereno à San Francisco contemplando a espetacular paisagem, com a chegada em um dos Pieres da Fisherman’s Wharf, e geralmente a uma curta distância da loja de entrega da bike.

No trajeto de volta pelo ferry, temos belas visões da golden gate, da ilha de alcatraz, da baía de san francisco e de focas e leões marinhos na chegada ao píer de fisherman’s wharf. Todos estes detalhes seguem abaixo retratados:

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Para quem quiser uma sugestão de locadora de bike, sugiro a Blazing Saddles, www.blazingsaddles.com, que tem várias filiais espalhadas pela cidade, dentre elas uma que fica meia quadra acima do ponto final do cable car, perfeita para servir como ponto de partida do passeio. Apenas para complementar, já que citei Sausalito várias vezes nas linhas acima, acrescento que é uma cidade muito charmosa que vale a visita. Além da linda vista, é uma vila pitoresca, com artistas de rua, um pequeno e variado comércio, galerias de arte e excelentes restaurantes. Pode se chegar a ela pela pedalada ou ainda tomando-se um ferry-boat desde o pier 39 no fisherman’s wharf. Abaixo, vista da descida de bike da golden gate rumo à Sausalito.

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Vale também dedicar um dia, ou metade dele ao menos, dependendo do ânimo do viajante, para as compras. E, sob este aspecto, penso que a melhor opção, aquela sem chance de erro, é caminhar vagarosamente pelas cercanias da Union Square, num curto perímetro local que agrega todas as mais importantes e famosas lojas e boutiques da moda, além de livrarias, joalherias, galerias, restaurantes e tudo o mais que se puder imaginar. Quem quiser fazer compras nesta cidade, basta ficar ou vir até aqui. Nike Town, Apple Store, Prada, Macy’s, Armani, Banana Republic, Gap, dentre tantas outras, todas consideradas epicentros do consumo para homens e mulheres, ávidos e dispostos a gastar seus dólares. E, acredite, todas as demais lojas não citadas, que possam despertar algum interesse consumista, aqui estarão, além de uma infinidade de locais para comer e se divertir. Para maiores detalhes indico que o leitor visite www.unionsquareshop.com, onde então encontrará todas as informações que precisa.

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(Aqui, me permito abrir um parêntese, e falar um pouco sobre economia, pois, constatamos que, de uns anos pra cá, a diferença de preços praticados nos EUA e no Brasil no que se refere às roupas, sapatos, artigos esportivos e produtos pessoais em geral, que desde sempre nunca deixou de ser significativa, ficou de tão modo abissal e desproporcional, que a classe média brasileira adotou um curioso hábito migratório para aquele país, nas mais distintas épocas do ano, com o objetivo principal de renovar o seu guarda-roupa, e seus itens domésticos em geral, aproveitando, nas horas vagas, para fazer algum turismo e consumir também alguma cultura. O brasileiro, seguramente, é o turista que mais gasta dinheiro com compras nos Estados Unidos, imprimindo um estilo sem precedentes, que simultaneamente, choca e regozija os vendedores locais, ávidos pelos lucros decorrentes de tamanha compulsão. Ressalto que aqui não se faz qualquer juízo de valor sobre esta atividade, mas tão somente se constata o fenômeno. Em relação às roupas, dependendo da liquidação que estiver ocorrendo, ou se o produto for comprado em um outlet, a diferença de preço pode chegar a quatro ou cinco vezes menos do que o valor do Brasil. Um escândalo. Até quem não precisa comprar acaba comprando, pela facilidade encontrada! Isso se deve a dois fatores, em minha opinião. Primeiro, porque os Estados Unidos quase não fabricam mais nada em seu próprio território. As grifes se servem de mão de obra quase escrava e operam manufaturas oriundas da China e de países do terceiro mundo como Honduras, Peru, Vietnã e tantos outros. Assim, como tem um custo baixo de produção, praticam preços mais competitivos. A esse inegável fator, some-se, por outro lado, a altíssima e vergonhosa carga tributária praticada no Brasil e a ganância por lucros estratosféricos do empresariado nacional, e a mesa estará posta!)

Voltando à Union Square, quem estiver por lá, pode pegar na própria rua que corta a praça, subindo a ladeira, o cable car, ou bondinho, e saltar no ponto final, referido anteriormente, próximo aos locais onde se alugam as já mencionadas bicicletas para o tal passeio da travessia da Golden Gate. E, por fim, fechando essa alternativa de roteiro, no mesmo dia, e estando já na Union Square, não custa ao viajante caminhar mais um quarteirão pra direita e dois para cima, quando então encontrará o portão de entrada da Chinatown de San Francisco.

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Vale uma caminhada de final de tarde pelo local, sem qualquer objetivo específico, mas tão somente para visita às lojas e restaurantes típicos e absorver um pouco da cultura oriental, atividades que bem encaminharão ao final de mais um dia de passeios e um retorno ao hotel para o descanso, ou para uma breve pausa antes da saída para o jantar. Quando estive na cidade, transcorria a celebração do ano novo chinês, mas confesso que não me impressionei muito com o que vi. Alguns enfeites nas ruas e algumas crianças orientais soltando pequenos fogos de artifício e bombas. Nada mais. Não assisti a tal parada, mas quem já o fez, me disse que não se trata de nada imperdível.

Outro passeio indispensável para quem está em San Francisco é dedicar talvez um dia inteiro para explorar o Golden Gate Park. É o Central Park da Califórnia. Este parque, todo criado pelo homem, é um dos maiores parques artificiais do mundo.

Merece uma visita detalhada. Se estiver com crianças, ou com o amor de sua vida, tente um piquenique, alugue uma bicicleta, ou ande de pedalinho no Stow Lake. Existem belos jardins no local, dentre os quais o Conservatório de Flores, o Jardim do Chá Japonês e o Jardim Botânico de São Francisco.

O parque também hospeda a Academia de Ciências da Califórnia, que considero uma visita imperdível para quem estiver viajando com crianças. Dentre as atrações desta Academia/Museu, destaco o Planetário, além de um ambiente dedicado à simulação e educação sobre terremotos, (realidade de todo morador da Califórnia), uma estufa fechada que simula o clima e as características autênticas de uma floresta tropical, com um borboletário em sua parte superior, e ainda um aquário interessante. Outro ponto interessante da edificação é que o prédio conta com um terraço com algumas abóbodas de vidro que permitem a entrada de luz solar externa e uma vegetação cobrindo o teto.

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Do Rio pro Mundo

12 pensamentos sobre “San Francisco. A melhor porta de entrada da Califórnia

GeorgiaPublicado em  2:23 am - maio 8, 2013

Vou ficar em Union Square e, pelo que vc escreveu, fiz uma boa escolha.
Mas uma dúvida: sou ávida por bike e, claro, vou fazer o passeio pela Golden Gate até Sausalito. Pelo que entendi, devo aproveitar que estarei em US, tomar o bondinho, ir até o ponto final e de lá alugar a bike, certo?
Mas da pra alugar na hora ou tem que reservar? Enteri rapidamente no site que vc indicou e me pareceu necessário reserver com antecedencia… É isso?
Grande blog. Virei fã!
Georgia.

    Do Rio pro MundoPublicado em  3:38 am - maio 8, 2013

    Querida Geórgia, essa é a dica, pega o ‘cable car’ na Union Square e lá, já quase na beira da baía, vendo a golden gate escancarada, desça no ponto final e ande uma quadra pra cima, onde fica a loja de aluguel da bicicleta. Não precisa de forma alguma reservar antes, pois eles tem milhares de bikes de todos os tipos à disposição. E, embora eu não tenha feito esse trajeto, eles oferecem possibilidades de passeios mais longos, seguindo adiante após o pit stop em sausalito e pedalando até um outro vilarejo um pouco mais distante, Tiburon, que deve ser mais uns 40 min de pedal, cidadezinha que também tem um ferry disponível no final da tarde e que te deixa no mesmo local do ferry que vem de sausalito, ou seja, em fisherman’s wharf.
    Obrigado pelos elogios. Bjs.

candicePublicado em  5:02 pm - maio 8, 2013

Parabéns pelo blog! Seu relato sobre San Francisco é incrível e de uma sensibilidade notável. Como é bom ler um texto quando você sabe que o escritor está se divertindo e feliz em dividir suas experiências!
Um grande abraço de uma viajante também!
Candice Bittencourt 🙂
http://www.avidaeumaviagem.net

    Do Rio pro MundoPublicado em  11:41 pm - maio 8, 2013

    Prezada Candice,
    Obrigado por seu comentário! Realmente, você captou muito bem o meu espírito, pois escrever esse texto tendo adorado o lugar, foi algo bem divertido e gratificante, na medida em que desejei retratar com o máximo de fidelidade a experiênca, o que não é fácil, para que outros possam experimentar um pedacinho, pela simples leitura, da emoção e da alegria sentida e até se animarem, quem sabe, a visitar a cidade, eventualmente motivados pelo meu relato.

    E parabéns pelo seu blog também, fonte constante de inspiração!

    Grande abraço, Felipe

VanessaPublicado em  9:21 pm - maio 8, 2013

Adorei, so nao faco a mala agora para viajar e seguir suas sugestoes, pois vou esperar o baby crescer mais. San Francisco sempre esteve na minha lista de viagem prioritaria e seguiremos as dicas incluindo Napa Valley no roteiro. beijos!

LuizaPublicado em  11:33 am - maio 9, 2013

Adorei o post!!!
Com certeza vou usar as dicas na próxima vez q eu for para SF! 🙂
Sucesso para o Blog!
Bjs

ISABELLAPublicado em  9:07 pm - maio 30, 2013

Conhecer seu blog me deixou ainda mais motivada a conhecer a California. Em julho vou com meu marido e filhas , uma de 4 anos e outra de 8meses (estou ainda na dúvida se levo a minha bebê). Só que vamos começar por San Diego e San Francisco será a última cidade. Vc sabe me dizer se nesse passeio pela Golden, há bicicletas onde se possa carregar as crianças também? Seu blog é maravilhoso, parabéns!!

    Do Rio pro MundoPublicado em  9:21 pm - maio 30, 2013

    Oi Isabella! Puxa, valeu pelos seus elogios. Fico bem satisfeito e feliz com as palavras. Fiz a Califórnia agora em fevereiro de 2013 com duas crianças, uma de 3 e outra de 7 anos. Respondendo a sua pergunta, sim, fique tranquila, as locadoras de bike oferecem bicicletas com assentos para as crianças, com capacete e toda a segurança. Não precisa nem reservar com antecedência pela internet. A blazzing saddles, que eu indiquei, tem centenas de bikes disponíveis, de todos os tipos e modelos. Vc. carrega uma e o marido leva a outra criança. Tranquilíssimo! Não sei se vc. deve levar o bebê, pois esta questão é muito pessoal e depende de vários fatores. Mas, evidentemente, com crianças em geral, os adultos ficam um pouco mais limitados do que sem, o que não impede uma viagem espetacular. Não deixe de visitar Carmel e passar pela Highway n 1 no trecho do Big-Sur. E lembre-se, você não precisa de carro em San Farancisco, então, se programe para entregar o veículo assim que chegar na cidade. Você não se arrependerá se seguir esssa dica. Um grande abraço e, se precisar de outra dica ou sugestão, não hesite em manter contato.

FranPublicado em  1:59 am - mar 14, 2014

Ola Felipe! Lendo seu post, fiquei com muita vontade de alugar bicicleta pra fazer o passeio pela Golden Gate, porem estaremos com nosso filhos,de 6 e 3 anos. As bicicletas tem cadeirinhas para levar criancas?? Obrigada Francine

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