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Salzburg: Mozart, Música Clássica, comida deliciosa, muitos palácios, jardins e uma enorme Fortaleza: Roteiro por uma cidade de sonho.

Salzburg: Mozart, Música Clássica, comida deliciosa, muitos palácios, jardins e uma enorme Fortaleza: Roteiro por uma cidade de sonho.

A Áustria (Osterreich), que já foi protagonista de um dos maiores impérios que governaram a Europa nos séculos passados e , posteriormente, no transcurso da II Guerra Mundial, se viu debilmente anexada à Alemanha em consequência de um projeto de poder desenvolvido por um ditador tirano e psicopata (curiosamente cidadão austríaco), já estava em minha mira há bastante tempo. Aproveitando um roteiro por Munique e pela Baviera, encontrei espaço para visitar Innsbruck, Salzburg e Hallstatt (Viena ficou para outra oportunidade). Valeu cada dia de visita. E isto é o que passarei a contar a partir desse post. Começarei por Salzburg:

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Salzburg significa Cidade do Sal, situada na bela e montanhosa região austríaca de salzkammergut, onde desde os tempos idos, houve atividade de extração de sal de muitas das milhares de minas situadas ao redor, conferindo riqueza e prestígio à cidade. Outrora uma das três maiores capitais culturais do fortíssimo Império Austro-Húngaro, hoje em dia Salzburg respira e gira em torno de uma movimentada indústria turística, só perdendo para Viena em termos de número de visitantes. Ostenta a imagem de vila de conto de fadas, o que, a bem da verdade, não está distante da realidade que se encontra. Graças a um charmoso e preservado centro histórico, belos jardins, igrejas, edifícios barrocos e a maior fortaleza medieval intacta da Europa. Tudo isso permeado por muitas doses de música clássica e pela fama eterna de ter sido palco e cenário do filme musical  “A Noviça Rebelde” que encanta gerações de fãs. (dentre os quais não me incluo).

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Como se já não bastasse, é a terra natal de Wolfgang Amadeus Mozart, um dos maiores compositores da História mundial. Salzburg, com seu centro histórico compacto e atraente (já declarado patrimônio da humanidade) presta tributo eterno e permanente ao seu filho mais ilustre. Sorte daqueles que a visitam, desfilando por suas ruas e becos como figurantes ou espectadores de óperas do quilate de “Don Giovanni” e de “A Flauta Mágica” , ou então sob o impacto dos acordes da Sinfonia nº 40 ou da serenata ” Eine Kleine Nachtmusik”, duas de suas mais famosas e conhecidas melodias. Realmente, a maioria dos estereótipos na cidade remetem ao grande compositor, como por exemplo, as vitrines com os famosos (e nem tão deliciosos) doces e chocolates de Mozart:

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Fala-se alemão, por óbvio, mas quase todos se viram bem no Inglês, o que facilita muito a vida dos visitantes. Servida por um movimentado aeroporto, com ligações para as principais cidades européias, a cidade também é facilmente acessível por trem ou por carro, para os que se disponham, sem risco de arrependimento, a dirigir pelas maravilhosas estradas austríacas.

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Visitamos a cidade no meio de um roteiro entre Innsbruck e Munique. Penso que 2 noites e 3 dias seriam o tempo ideal, mas se a pessoa não for detalhista e quiser viver a experiência com um pouco menos de calma, 1 noite e 2 dias servem. E, ainda que o tempo disponível seja bem escasso, vale a visita mesmo naquela situação de mero day-tour, priorizando apenas uma olhada básica no essencial. Ou seja, inclua a visita qualquer que seja a disponibilidade de tempo de seu roteiro. Mas tente arduamente dormir pelo menos uma noite para poder curtir a cidade mais vazia e ir a um dos muitos concertos de música clássica espalhados pela cidade.

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Ficamos 2 noites. E optamos por chegar de carro. O caminho até Salzburg, desde Innsbruck, passa por uma bela e pitoresca estrada. Estava um dia ensolarado e de temperatura agradável. No trajeto, avistamos os Alpes e muitos campos esverdeados com fazendas nas encostas, repletas de vacas extremamente robustas e saudáveis pastando vagarosamente e sem ser importunadas, como em um desenho animado. Se você se esquece, logo se dá conta de novo que está em um cenário idílico, tipicamente europeu.  Chegamos e, aproveitando uma oferta de última hora da internet, nos instalamos no suntuoso Hotel Schloss Monstein, um antigo castelo medieval do século XIV, totalmente reformulado, que fica na parte alta da cidade, com vista panorâmica dos arredores e a 5 minutos de caminhada do Centro Histórico, bastando chegar até o Museu de Arte moderna por um bosque ao lado e então pegar o elevador dentro da montanha. Há várias opções de hospedagem, sendo a parte histórica geralmente mais cara. Foto da fachada do hotel e da vista que se tem para a cidade, uma delas onde se vê ainda a piscina com borda infinita:

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Comece a visita pelo Centro antigo, que fica situado entre as áreas de Mönchsberg (Montanha dos Monges) e o rio Salzach. O cenário é mesmo lindo, enxuto e uniforme. Eleja como ponto de partida a famosa e concorrida Getreidegasse, amais extensa e movimentada rua comercial, que corta quase toda a parte histórica. Sempre lotada de turistas, e dispondo de um traçado plano, liga a montanha ao rio, acomodando ainda muitas lojinhas e restaurantes que ostentam sua identificação característica através de placas de ferro estilizadas nos mais diversos tamanhos e formatos.

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Marca registrada que conta até com previsão em lei municipal, obrigando moradores e comerciantes a usarem o acessório. Aqui fica também, no famoso edifício nº 9, a casa onde nasceu Mozart, da qual falarei depois. Como curiosidade adicional, dizem que é nela também que, diariamente desde 1987, pode ser vista a famosa “mulher das marionetes” sempre em pé na rua com sua cesta marrom. (Não a vimos). Também começamos o nosso giro por ali. Chegamos no hotel, largamos a bagagem e descemos pelo citado elevador rumo ao centro histórico e a Getreidegasse. Fotos com detalhes da rua e das placas de ferro nas lojas e edifícios:

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Como já passava da hora de comer e, também, como contávamos com uma firme recomendação do staff da recepção de nosso hotel, fomos almoçar no restaurante carpe diem, situado na via principal, logo no início para quem vem da parte de cima. Excelente opção com a denominada finger food, ou seja, diversas comidinhas com pequenas e requintadas porções, todas muito saborosas e inventivas, que a pessoa come quase que com as mãos. Algo similar aos tapas espanhóis. Tem mesas dentro e uma varanda com sofás confortáveis, onde a pessoa senta relaxa, pede alguns tapas ou um capuccino enquanto curte o movimento das pessoas. Fica a dica! Exemplo de tapa: Mini cheeseburger com batatas fritas e fatia de bacon, em um cone de trigo sarraceno estilizado fazendo as vezes de pão.

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Depois do almoço, ficamos curtindo a Getreidegasse e suas placas de ferro estilizadas. Outra coisa que se avista o tempo todo nas vitrines são as bonecas e marionetes de todos os tipos, estilos e tamanhos. Uma mania do comércio da cidade que os turistas adoram e compram muito. Seguimos andando descompromissadamente por esta magnífica via até a altura de um edifício amarelo com uma enorme bandeira Austríaca, onde fica situada a casa em que nasceu Mozart (Mozart Geburthaus), e onde atualmente funciona um grande museu. Sem perder tempo, fomos fazer a visita.

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Os pais do compositor viveram em um apartamento situado nesse prédio por 26 anos. Tiveram sete filhos e apenas 2 deles sobreviveram, o próprio Wolfgang (que nasceu em 1756) e sua irmã, também virtuosa. Foi nesse edifício que ele compôs a maioria de seus primeiros trabalhos na infância, assombrando a corte do Imperador e a Europa com seu incrível talento. Hoje, o edifício abriga um museu e é o local mais popular sobre o tema Mozart em Salzburg, recebendo milhares de visitantes e fãs em peregrinação a cada ano. São 3 andares de museus e exibições, sendo que em um deles, a pessoa percorre as dependências do apartamento onde viveu a família. Foto abaixo do primeiro violino usado pelo menino, quando já despontava com seu enorme, genial e genioso talento, exposto no próprio quarto que pertenceu ao mesmo.

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Após a visita à casa de Mozart, caminhamos um pouco mais pelo Centro Histórico e retornamos ao hotel para descansar. Mais próximo ao final da tarde, descemos o morro pelo outro lado, caminhando, e  cruzamos o rio Salzach em direção à parte mais nova da cidade, já que tínhamos ingresso para um pequeno concerto de música clássica em uma das salas do famoso e belíssimo palácio Mirabell. Antes de ingressar para o recital, chegamos com tempo e luminosidade suficiente para uma visita aos jardins:

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Esse palácio, como já dito, fica situado do outro lado do rio Salzach, na parte mais nova da cidade. Para chegar a ele, basta uma caminhada de 10 minutos desde a cidade entiga, cruzando uma das várias pontes que unem os 2 lados. No palácio, existem belíssimos jardins floridos, tendo sido filmado neles cenas do filme “A noviça rebelde” (Sounds of Music) e as agências fazem tours a estes jardins recapitulando cenas do filme. Isso não fiz e acredito que não valha à pena, a não ser que você seja fanático por esse longa metragem. Longe de ser o nosso caso, apenas passeamos e curtimos os jardins, vimos a bela fonte, tiramos as clássicas fotos algumas fotografias e ficamos desfrutando a cor do final de tarde nesse cenário agradável. 

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Dos jardins, é possível tirar uma bela foto em perspectiva da catedral, da fortaleza e de parte do centro histórico pegando ainda, dependendo da distância e do foco, o chafariz que fica em suas dependências. Todos buscam a foto ideal de vários ângulos. Trata-se da primeira foto que inaugura este post além das demais abaixo:

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Bem defronte aos jardins, ficam as dependências do palácio, onde funciona atualmente uma das cortes de justiça da província, sendo esta a razão pela qual não há passeios guiados ao interior de suas dependências. Assim, a única maneira de conhecer o edifício por dentro, é comprar tíquetes para um pequeno concerto de música de câmara em uma de suas belas salas, oferecido e executado diariamente com temas da obra de Mozart, obviamente. No nosso caso, compramos os tíquetes com antecedência no site viena concerts, que vende ingressos para os concertos em várias cidades austríacas. Foto da fachada com jardins e da sala interior, antes de começar o espetáculo que assistimos:

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Após o concerto, caminhamos pela cidade vazia de noite e jantamos em um outro excelente restaurante de comida típica, também situado na Getreidegasse, denominado Blaue Gans. Recomendo muito, mas advirto que o serviço é bastante lento e demorado. Possui um ambiente muito agradável, com bonita decoração e iluminação indireta que proporciona um clima aconchegante aos comensais. Fica aberto até bem tarde e possui uma boa carta de vinhos regionais, brancos e tintos. Dica Adicional: prove a sobremesa típica denominada Salzburger Nockerl. Trata-se de um suflê bem quente e derretendo recheado de frutas vermelhas. Diferente e delicioso. Tenha paciência pois leva entre 30 e 40 minutos pra ficar pronto.

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No dia seguinte, saímos para caminhar e explorar novamente o centro histórico. Sem que soubéssemos previamente, notamos uma movimentação anormal, bem diferente e festiva. Assim, ao perguntar, soubemos que estava ocorrendo a celebração do povo em homenagem ao padroeiro de sua cidade, St. Rupert. Como se a cidade tivesse sido invadida por uma grande feira, com banda de música, carrossel, desfiles, barracas de comidas e de roupas típicas, gente de todas as idades vestidas à caráter com a tradicional roupa tirolesa, stands de jogos e prendas, tendas de cerveja e brinquedos típicos de parque de diversão, além de apresentação espontânea de grupos de teatro mambembe. Milhares de famílias e casais, além de grupos de jovens e idosos, prestigiam anualmente o evento, que faz parte do calendário oficial de Salzburg, com o único compromisso de confraternizar, celebrar e se divertir. Abaixo fotos das pessoas degustando felicidade, pelas lentes da Karine:

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Essa festividade acontece todos os anos durante alguns dias em setembro. Aquele seria o primeiro dia de celebração. Demos sorte e presenciamos esse evento anual do calendário de Salzburgo. Todas as praças ao redor da Catedral Barroca ficam tomadas por aquelas atrações, dentre as quais a Mozartplatz, a Residenzplatz, a Kapitelplatz, todas repletas de gente celebrando.

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Faltava ainda, após o almoço, a visita à Fortaleza de HohenSalzburg, destaque absoluto na paisagem da cidade, e de onde se obtém vistas fantásticas de todo o perímetro urbano. Lá de baixo, da praça Glockenspiel, avistávamos o monumento e sabíamos ter chegado a hora de subí-lo. A atração fica situada na parte alta. Construída em cima da pedra, como uma demonstração de poder da Igreja Católica na época, o monumento foi erguido a 140 metros do nível do rio Salzach. Mas sempre foi pouco utilizada em sua história, já que a cidade nunca foi tomada ou invadida com uso da força.

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Esse foi mesmo o objetivo dos cidadãos e dos clérigos da época ao construí-la, o que acabou se revelando um grande investimento na defesa da vila. A sua imponente presença, por si só, já causava impacto e respeito e Salzburg passou mais de mil anos sem jamais ser atacada. Só esteve sob domínio uma única vez, quando as tropas de Napoleão se aproximaram e o governo local, para evitar o conflito, se rendeu. A fortaleza foi aberta ao público em 1860 na gestão do Imperador Franz Joseph, da poderosa dinastia dos Habsburgo. Como estávamos no centro antigo, na parte baixa, optamos pela via geralmente mais utilizada pelos turistas e compramos bilhetes para o Funicular que sobe direto à entrada do monumento, estando já incluído o ingresso ao mesmo. Menos de 1 minuto depois, já estávamos lá em cima. A Fortaleza em si, além de ser uma impressionante construção, não oferece grandes atrativos em seu interior. O grande diferencial é ficar lá por volta de 1 hora ou mais, sentado e apreciando a vista espetacular que se tem da cidade:

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Após a descida da fortaleza, seguimos o passeio pelo centro até o cair da noite, observando todos os detalhes da feira em homenagem ao padroeiro. Voltamos ao hotel, usamos a piscina, jantamos e fomos dormir. No dia seguinte, bem cedo, partimos para Hallstatt, tema do próximo registro. Assim, se estiver planejando um roteiro à Áustria, não deixe de incluir Salzburg, uma cidade maravilhosa que inspira seus visitantes, com muita música, belas paisagens e cultura. Fiquei com muita vontade de voltar, quem sabe algum dia no verão, quando acontece o mais famoso festival de música do mundo, entre o final de julho e agosto quando, em seus palácios, jardins e teatros, durante mais de um mês, são representadas óperas, concertos, matinês, peças e ciclos de solistas.

Mas isso já fica para uma outra ocasião…

Do Rio pro Mundo

12 pensamentos sobre “Salzburg: Mozart, Música Clássica, comida deliciosa, muitos palácios, jardins e uma enorme Fortaleza: Roteiro por uma cidade de sonho.

Laura MaiaPublicado em  12:29 pm - mar 28, 2015

Felipe, como sempre o blog trazendo um texto apaixonante sobre suas viagens!! E o destino veio na hora certa: Salzburg está incluído no próximo roteiro de férias, com Juliana e minha mãe. Pretendo seguir de carro a partir de Munique, passando por Fussen e Innsbruck. Ah, vamos durante o Salzburger Festspiele, e ainda pretendemos seguir até Viena. Obrigada pelas dicas, acho que vou acrescentar Hallstatt, seguindo a sua idéia. Vale a pena? Acho que vou precisar conversar mais num almoço com você e Karine!! Saudades de vocês, beijos em todos!!!

    Do Rio pro MundoPublicado em  12:32 pm - mar 28, 2015

    Oi Laurinha, vale demais a passagem (se possível com pernoite) em Hallstatt. A cidadezinha é linda. Em homenagem à vc., vou correr com os próximos 2 posts, que serão sobre Hallstatt e Innsbruck. Você vai ver em breve tudo de bom que tenho pra falar desses 2 destinos. De qq. forma, vamos bater um papo antes de sua partida.

    Beijos, Felipe.

GustavoPublicado em  12:44 pm - mar 28, 2015

Em boa hora o post Felipe, já que estou com a passagem comprada para ficar 15 dias entre a Suiça e Austria, na segunda quinzena de maio. Ficarei hospedado com minha esposa e filha de ano e meio por 4 dias em Salzburg. Antes ficarei 6 dias em Zurique, fazendo bate volta e depois 4 dias em Vienna. Tudo de carro! Um abraço.

Marcelo (Álbum de Viagens)Publicado em  8:46 pm - mar 31, 2015

Felipe,

Ótimo post sobre Salzburgo, revivi a visita que fiz em 2007. Você mencionou a “Noviça Rebelde” e me lembrei de que fiz o tour que passa pelas locações do filme. Mico total, já que o guia do ônibus ficava puxando as músicas do filme para os excursionistas cantarem. Só aconselho para quem for fã incondicional, o que não era bem o meu caso.

Um abraço.

ChristinaPublicado em  6:30 pm - abr 5, 2015

Mais um excelente post! Felipe, você poderia passar o seu roteiro de toda viagem? Se você fizer uma postagem sobre isso, melhor ainda! Obrigada!

    Do Rio pro MundoPublicado em  7:36 pm - abr 5, 2015

    Oi Christina. O roteiro foi innsbruck, salzburg, hallstatt, munique com oktoberfest e castelos da baviera.

    Ainda faltam posts sobre Innsbruck, oktoberfest e os castelos. Em breve, publicarei.

    Um abraço, Felipe.

ViniciusPublicado em  10:20 am - ago 24, 2015

Oi Felipe, tudo bom?

Suas dicas com a Croácia deram super certo esse ano. Agora para o ano que vem estou montando Austria; Grécia e Noruega e achei teus posts sobre a Austria, como sempre muito bem escritos e com belas fotografias.

Aí queria tirar umas dúvidas com você. Gostei muito de Salzburg e Hallstat. Viena parece interessante, mas não imperdível. O que você acha o tempo ideal para ficar pela Austria? Além de Hallstat você encontrou ou comentaram com você de algum outro vilarejo de lago interessante?

Um abraço,
Vinicius

    Do Rio pro MundoPublicado em  8:08 pm - ago 25, 2015

    Oi Vinícius. Tudo Bem? Que bom que as dicas da Croácia deram certo! show!

    Eu fui a Viena recentemente nessa última viagem do Leste Europeu cuja série vou começar a postar em breve. Budapeste-Cracóvia-Viena e Praga.

    Cara, acho que Viena vale muito e deve sim ser incluída no roteiro, a menos que vc. queira fazer o roteiro viena, praga, budapeste em separado, como foi o meu caso!

    Ficaria 4 noites em Viena, 1 em Hallstatt, 2 em Salzburg e 2 em Innsbruck. Estas são todas imperdíveis! de 8 a 10 noites me parece um tempo ideal para conhecer essas cidades austríacas que julgo como sendo a nata do país.

    Um abraço! Felipe

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