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Provence e Côte d’Azur: Uma fábula. Parte 2

Provence e Côte d’Azur: Uma fábula. Parte 2

Dando sequência à viagem, agora me ocuparei em falar do roteiro e dicas das cidades exploradas. Como disse no post anterior, a pauta sugeria, em regra, duas paradas por dia, quantidade suficiente para entreter e não saturar. A base de apoio foi a cidade de Gordes e focamos na área do Vale do Luberon (foto), considerado o ‘filet mignon’ da região.

No primeiro dia, após a  estupefação de assistir ao amanhecer na Provence e do desfrutar do magnífico desjejum servido na pousada Mas des Etoiles, além de um rápido bate-papo com o casal hospedeiro, o giro do Petit Luberon foi iniciado com a visita à cidadezinha de Bonnieux, pequena e charmosa vila no coração desta zona, com ladeiras e construções rústicas. 

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Neste dia perdemos a feirinha e chegamos pouco antes das 11 horas, já bem tarde para os padrões locais.Subimos uma íngreme ladeirinha de pedras, com passagem pela simpática igreja e entrada breve nas lojas de souvenirs.

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Lá de cima, aprecia-se uma belíssima vista dos campos verdejantes.

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 Como dito, a provence tem um calendário de feiras em seus pequenos burgos, contando com vendas de frutas, ervas, lavandas, pães e etc.  Como essas feiras acontecem na parte da manhã, e você, em tese, vai visitar duas cidades no dia, tente se programar para que, sempre dentro do possível, uma das vilas, de preferência a primeira, por óbvio, conte com este evento no dia de sua passagem. As feiras não são todas iguais e cada uma apresenta variações e peculiaridades interessantes dos produtos expostos, o que acaba gerando uma curiosidade no viajante.

Após a verificação de Bonnieux, descemos um pouco o vale e chegamos à diminuta cidade de oppede le vieux. O objetivo era visitar a propriedade que fica bem na entrada da cidade e que serviu de locação para o filme “Um bom Ano” com o eterno ‘gladiator’ Russel  Crowe, no qual um estressado executivo do mercado financeiro resolve largar tudo e se mudar para o interior da França e comprar uma vinícola. Blockbuster de Hollywood, foi inspirado no livro do escritor inglês Peter Mayle que veio pra cá e escolheu Menerbes, com mil habitantes, no coração do Luberon, para morar. depois ele se mudou para Lourmarrin, outra cidade que visitamos. E vale à pena vir até aqui? Sim, o lugar é muito bonito e tem até uma lojinha para degustação de vinhos.

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Em seguida partimos para um almoço tardio e visita à minúscula e citada Menerbes, também próxima e imperdível! Obrigatória a vinda aqui! Muito bonita com uma grande fonte bem na entrada e visões estonteantes de vinhedos e campos no vale do Luberon. Cidade toda de pedra, bem no alto de uma montanha, com os seus muros e paredes  cobertos de flores (ao menos quando aqui estive) e, como todas, tem uma bela igrejinha para os nativos e visitantes professarem a sua fé. Sente-se em um café, coma algo ou faça um lanche e, principalmente, sirva-se da paisagem e alimente o seu espírito. Abaixo, fotos de Menerbes.

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Após o almoço, já no fim da tarde, retornamos à pousada e contemplamos a troca de guarda da natureza, quando o dia cede passagem à noite. Como deve ser bom viver na provence! Bem, ao menos por um tempo, pois como cidadão do Rio de Janeiro, acostumado ao caos do trânsito e à bagunça típica de uma enorme metrópole, acho que não conseguiria ficar pra sempre e sentiria saudades da confusão! Essa história me faz recordar uma célebre expressão do saudoso maestro Tom Jobim, que dividia seu tempo entre Nova York e São Sebastião, quando em certa feita, ao ser perguntado sobre a diferença de viver no Rio e em NYC, respondeu com a seguinte pérola: “Nova York é bom, mas é uma m…! Já o Rio é uma m…, mas é bom!” Perfeito o paradoxo, podendo a grande maça ser uma metáfora para qualquer lugar do mundo e o Rio para qualquer lugar do Brasil.

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À noite, o grupo foi jantar em um excelente restaurante, o qual indico totalmente, nas proximidades de Gordes, de nome Le Clos de Gustave, que serve uma deliciosa comida inspirada na cozinha e no tempero provençal. Sentamos em um jardim no lado de fora e degustamos um ótimo vinho rosé. E, embora não tenha sido a minha pedida, a sugestão de prato típico é o ‘Bouillabaisse’ , originário da culinária do sul da França, comum na região do Mediterrâneo, que é uma sopa ou guisado feita à base de peixes brancos sortidos, pedaços de alguns outros frutos do mar, vegetais e ervas aromáticas. Na verdade, são dois pratos, uma sopa, em que se serve o caldo sobre fatias duras de pão de véspera e um outro prato de peixe e vegetais. A minha esposa, a karine, comeu e gostou muito!

Segundo dia iniciamos a jornada com uma visita a outra cidade bem indicada e que gostei muito. L’ Isle sur la Sorgue. No domingo pela manhã, dia de nossa ida, sempre acontece lá a melhor feira da região, com exposição e vendas de antiguidades, roupas, frutas e alimentos em geral, o que atrai visitantes de toda as cercanias. Quase um mercado das pulgas…

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Esta Cidade é um pouco maior do que as do dia anterior, mas também não chega a ser grande. Deve ter uns 20 mil habitantes. No horario de almoço, ponto alto da visita, após o ‘marché’, quando sentamos em uma praça bem no centro da cidade e, tomando um vinho branco na temperatura adequada, leia-se, quase gelado, assistimos a uma banda de jazz, que improvisava maravilhosamente para o público, gerando um clima de alto astral e descontração, num momento marcante de alegria ensolarada! Pena não ter nenhuma foto desta cena! Acho que tinha e perdi. No almoço, em um restaurante chamado Troc Café, comemos todos uns crepes deliciosos feitos com o famoso trigo sarraceno, que deixa uma aparência mais escura na massa! Até hoje escuto aquele  mix de saxofone, baixo e bateria em minha cabeça…

Após a refeição, rumamos para um dos maiores cartões postais da provence, a abadia de senanque, que fica a 4km de Gordes. Nao deixe de vir aqui sob qualquer hipótese, pois além de tirar fotos especiais, você sairá entorpecido e magnetizado pela calma e pela aura do local, bucólica, pacífica e mágica!  O mosteiro ainda é habitado pelos monges e sua construção, toda em pedra, data do seculo XII. São permitidas visitas ao interior em alguns horários, que devem ser previamente checados. 

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Mas adianto que o que vale aqui é a parte externa. O clássico campo de lavandas aqui existente e tão celebrado nas fotos e postais, demora bastante a florescer! Pra garantir, melhor vir em finais de junho. Estivemos lá em meados de junho e apenas alguns pequenos pontos de lavanda surgiam ainda timidamente nos campos! Tiramos boas fotos, mas não aquela matadora com o cenario do fundo todo colorido em degradé de roxo e lilás.

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De todo modo, um dos pontos altos da viagem, com visuais cênicos arrebatadores. Final do dia, retorno pra base e jantar. Aqui outra bela dica de restaurante. Le Vieux Bistrot, ótima comida e ambiente. Comemos neste dia uma salada de folhas verdes com queijo de cabra e molho de ervas provençais e filé de entrecote com batatas assadas. De sobremesa, fondue de chocolate e trufas com café. bela pedida. Obviamente, tudo acompanhado por um grande vinho. Nesta ocasião, um bourgogne de Aloxe-Corton, Côte de Beaune. Dá-lhe pinot noir!  

A primeira cidade do terceiro dia foi St. Remy de Provence, uma pequena e charmosa vila bem característica da região, florida, com minúsculas ruazinhas e lojas vendendo produtos de perfumaria e gastronomia. Para chegar aqui, o caminho passa por uma estrada que tem grandes árvores em suas duas laterais, criando um cenário de filme. 

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Chegando em St. Remy, como sempre na maioria das cidades, apresenta-se uma bela pracinha e uma igreja. Porém, o destaque daqui, ponto alto,um dos maiores da viagem, foi a visita, indispensável, à Clínica Saint Paul, um misto de sanatório e asilo, que tem um jardim florido, e uma ala que ainda funciona como hospital e uma outra parte transformada em museu.

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Aqui, Vincent Van Gogh, em minha opinião um dos 3 maiores pintores de todos os tempos, ficou internado por cerca de 1 ano, entre maio de 1889 e maio de 1890, quando, enfermo da mente, após ter se auto mutilado, cortando um pedaço de sua orelha, saiu de Arles, onde residia e se internou voluntariamente nesta clínica, lutando contra seus muitos demônios, e produzindo nada menos do que 142 de suas mais importantes obras, verdadeiros legados de valor inestimável para a humanidade, em uma das fases mais esplendorosas e criativas de sua  ‘carreira’.

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É muito emocionante a visita aqui, principalmente ao quarto do pintor, hoje parte do museu, onde se vê a famosa cadeira de palha e a cama, retratadas em telas muito conhecidas por todos.

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Impressionante as paisagens do local, quase todas contempladas em seus quadros de modo tão característico. Aliás, a provence oferece uma experiência visual singular aos viajantes. Abaixo, foto da visão da janela do quarto de Van Gogh em sua temporada aqui. Não parece uma tela?

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Almoçamos e seguimos para outra pérola de local, Baux de Provence, passando por uma estrada no meio da região conhecida como Les Alpilles. (Nota: um pouco distante dali, rumando pela mesma região, fica um outro local que vale a visita e que não pudemos ir, Gorges du Verdon, o que lamento, mas tivemos de optar, pois além de longe do centro onde estávamos baseados, sua exploração, principalmente a do belíssimo parque, demandaria ao menos 2 dias, o que não tínhamos). Passamos por uma parte da estrada e vimos que só por isso, já valeria uma nova viagem pra cá. Quem sabe na próxima.

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Mas, como disse, chegamos à Le Baux de Provence. Que espetáculo de cidade! Imperdível também. ( já deu pra ver que quase tudo é imperdivel aqui né? Mas o pior é que é mesmo) Pequeníssima, situada no rebaixo de um enorme vale, toda construída em uma encosta de pedras, escadarias e muitas ladeiras. Sabem qual a razão do nome? Aqui extraem Bauxita, matéria prima do alumínio. Baux= Bauxita! Abaixo, chegando em Le Baux:

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Apresenta também várias ruínas, que conferem um ar misterioso e encantador. Parece uma cidade medieval cenário do seriado Game of Thrones, muito na moda. Tem várias lojas de artesanato e comida. Compre os famosos biscoitos amanteigados à venda aqui. E coma-os de joelhos! Outra coisa que está à venda em toda esquina ou restaurante é o crepe feito com trigo sarraceno. Delicioso.

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Gostaria de falar também, ainda em Les Baux de Provence, sobre uma atração denominada Catedral de Imagens. O que seria isso que tanto nos impactou? É uma espécie de caverna ou grande gruta, escura e fria, com enormes ‘paredes’ de pedra natural, onde são projetadas imagens e cores sobre um determinado tema em destaque. Você paga cerca de 8 euros, entra e vai caminhando, se perdendo e sendo absorvido pra outra dimensão espiritual por aquelas imagens projetadas em grandes paredes, no chão, no teto, ao som de uma maravilhosa música clássica suave que vai guarnecendo e exaltando a ocasião. Inacreditável! Quando estivemos lá, o tema eram as obras de Pablo Picasso. Já tinham feito sobre Monnet, Van Gogh e Chagal. Admito que foi uma experiência inolvidável! Infelizmente, atualmente encontra-se temporariamente fechada a atração por força de uma decisão judicial. Talvez por impacto ambiental? Não sei até quando vai isso. Enfim era (ou é) aqui:

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Na tarde do mesmo dia, voltando para as cercanias de Gordes, passamos por Arles. Confesso que não gostei. Grande, bagunçada e nada de especial. Foi a opinião unânime de nosso grupo. Tanto que fomos embora rapidamente. Van Gogh viveu aqui. Eu teria escolhido outro lugar. Se bem que opção de gênio sempre tem algum motivo específico que a mente de um simples mortal não pode alcançar. Ele deve ter tido suas razões.

Faltava ainda passar por Aix-en-Provence, Fontaine de Vaucluse, Rousillon, Lourmarin e explorar Gordes em si. Isso sem contar a Côte d’azur! Bem, continuo contando no próximo post…

 

Do Rio pro Mundo

15 pensamentos sobre “Provence e Côte d’Azur: Uma fábula. Parte 2

Maria das GraçasPublicado em  10:57 am - maio 22, 2013

Creio que há duas correções a serem feitas no seu ótimo texto para não confudir os viajantes que encontrarão nele ótimas dicas para preparar suas viagens.
A 1ª é a citação “Almoçamos e seguimos para outra pérola de local, Baux de Provence, passando por uma estrada no meio da região conhecida como Gorges du Verdon”. Gorges du Verdon não está no caminho entre Saint-Rémy e Le Baux. É muito longe dali. Aquela região se chama Les Alpilles.
A outra correção é que as grutas com espetáculo de luz ao lado de Le Baux não se chama mais Catedral des Images e sim Carrières de Lumières. Cathedral d’Images era o nome do empreendimento anterior. Em setembro de 2011 estava desativado.
Passei 15 dias na Provence em setembro de 2011. 5 noites em Avignon e 9 em Saint-Rémy. Viagem memorável.

    Do Rio pro MundoPublicado em  1:25 pm - maio 22, 2013

    Bom dia Maria das Graças. Obrigado por seus comentários e elogios. Na verdade, me expressei mal em relação ao gorges du verdon e o que quis dizer, em última instância, já consta com a singela modificação que fiz no texto.
    Realmente, em relação à Catedral de imagens de baux, estive lá um ano antes de vc e assim se denominava. Contudo, hoje, se vc for ao site catedral d’images, pesquisando no google, ainda aparece com este nome e faz menção expressa, como fiz no texto original, de estar fechada por uma decisão judicial.
    Era o que me cabia. Uma vez mais, obrigado pela visita e um grande abraço,

    Felipe

nadiaPublicado em  7:11 pm - maio 23, 2013

A Provence é um dos itinerários imperdíveis por todos que gostam de viajar . Obrigada por me levar nessa curtição detalhada, super bem escrita e super bem fotografada. Dá vontade de pegar o primeiro avião !

    Do Rio pro MundoPublicado em  7:21 pm - maio 23, 2013

    Querida Nádia, obrigado pela visita e pela leitura de meus textos. Muito me alegra saber que vc. tem acompanhado os meus posts. E lembre-se, nunca é tarde para uma ida à Provence!
    Vôos para a Europa é o que mais há.rs!
    Um beijo carinhoso,
    Felipe.

FláviaPublicado em  7:21 pm - maio 24, 2013

Conheci seu blog hoje pelo site Viagem na Viagem e estou adorando os relatos da Provence! Quero muito conhecer a região, mas tenho um receio: meu marido tem dificuldade de locomoção. Pelo que vi nas fotos as cidades parecem ser complicadas para locomoção, não é?

    Do Rio pro MundoPublicado em  12:25 am - maio 25, 2013

    Que bom você ter conhecido o blog Flávia e tido uma boa impressão. Espero que vc. goste e passe a me acompanhar em meus relatos pelo mundo. Em breve, muitas novidades sobre outros lugares que já estive, como cuba, lisboa, porto, barcelona, roma, veneza, atacama e patagônia, dentre outros. Em junho, Berlin e Toscana serão as cidades da próxima viagem!
    Respondendo a sua pergunta, sim, acredito que a viagem fica mais difícil e penosa para quem tem problemas de locomoção, pois a maioria das cidades tem ladeiras, escadas, ruas pequenas, íngremes e sinuosas. As exceções, pelo que me lembro, dentre as que falei, seriam Lourmarrin e St. Remy de provence.
    Um abraço e obrigado pela visita.
    Felipe.

Maria das GraçasPublicado em  4:52 pm - maio 26, 2013

Flavia, eu e meu marido não temos nenhum problema de locomoção mas preferimos cidades planas. Por isso nos hospedamos em Avignon (5 noites) e Saint-Rémy-de-Provence (9 noites). Avignon é um cidade de porte médio (acho que tem um pouco menos de 100 mil hab) e Saint-Rémy (uns 11 mil) ambas planas, com vida própria, fáceis de entrar e sair e representam bem o estilo de vida da Provence. Fomos felizes na escolha e pudemos vivenciar e nos inserir no ritmo de vida daquela belíssima região. Não alugamos carro. Contratávamos passeios privés quando queríamos. E foram poucos. Não dá tempo.
Outra coisa, uma viagem a uma região como a Provence (ou Toscana, na Italia) não nos obriga a visitas diárias a uma, duas ou três vilas. Pelo contrário. Vivencia-se muito mais escolhendo uma vila para fazer o pouso e se ocupando em conhecê-la bem. E Saint-Rémy é uma pequena jóia que se presta muito bem a este papel. Hospedamo-nos em um charmosíssimo hotel no centro da cidade e tínhamos comércio de qualidade, ótimos restaurantes, cafés, padarias, chocolates e doces cristalizados (confit como eles dizem) há poucos passos.

Maria das GraçasPublicado em  4:56 pm - maio 26, 2013

Flavia, uma correção: “a poucos passos”
Estivemos na Provence na última quinzena de setembro de 2011. A época também foi acertada. Tudo mais calmo e com clima mais fresco.

Do Rio pro MundoPublicado em  6:48 pm - maio 26, 2013

Obrigado Maria das Graças pela nova contribuição e por seguir dividindo conosco as suas sempre pertinentes impressoes.
Um abraço, Felipe

Danielle CavalcantePublicado em  10:55 pm - ago 13, 2013

Adorando seu blog, Felipe. Sou apaixonada pela Provence, em 2012 eu e o Marcelo realizamos este sonho de viagem, mas acho incrível como temos mil formas de visitar esta região…… cada um vai para um lado e todos os lugares são sempre lindos, imperdíveis e diferentes uns dos outros…… é como se cada um fosse “à sua Provence”…… todas elas incrivéis. Boa sorte e muitas viagens para vocês. Agora vamos começar nos aventurar a viajar com as crianças…… outro ritmo. bjs em todos.

    Do Rio pro MundoPublicado em  11:03 pm - ago 13, 2013

    Oi Danielle,

    Realmente, a Provence é demais! Concordo com você, e até vou além, pois a mesma pessoa pode lá voltar mais de uma vez, para os mesmos lugares e ter uma viagem completamente diferente. Esta região da França é um daqueles lugares em que cada estação do ano, bem demarcada que é, te permite uma viagem distinta. Obrigado pela visita e pelo comentário. Espero que vc. Siga acompanhando e divulgando o blog. E boas viagens para todos nós, às vezes com, às vezes sem as crianças para dar uma equilibrada! Rs

    Felipe.

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