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Provence e Côte d’ Azur. Uma fábula. Parte 4. Capítulo final. Saint Tropez, Nice, Éze e Mônaco.

Provence e Côte d’ Azur. Uma fábula. Parte 4. Capítulo final. Saint Tropez, Nice, Éze e Mônaco.

Dando sequência à viagem, partimos de Cassis e, após o deslumbramento que foi a “Route de Créte”, seguimos pela belíssima via costeira, na direção de Saint Tropez. Nossos giro pela riviera azul foi mais curto do que a rodagem pela provence, contudo, também se viu permeado por momentos inesquecíveis, que ora passo a dividir com os leitores.

No caminho, uma série de praias se apresentam, como mini balneários, convidando o viajante a frequentes pausas para um mergulho, bastando parar o carro e se dedicar a esta atividade, ainda que de modo breve. Afinal, você almeja chegar na próxima parada importante de sua viagem. Na nossa, este ponto era Saint -Tropéz. Abaixo, foto com exemplo de uma parada pelo caminho.

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Saint Tropéz talvez seja, junto com Cannes, o auge da badalação da Côte d’ azur. Antiga vila de pescadores, cresceu e se transformou em um dos mais concorridos destinos turísticos da França, frequentada por milionários e celebridades. Isso se deu nos anos 60, quando Brigite Bardot se mudou pra cá após estrelar seu famosíssimo longa ‘E Deus criou a mulher’! Muitos (muitos mesmo) turistas circulam por ela de dia e de noite. Quase desconfortável de tão cheia nesta época de início de verão.

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Repleta de bares e restaurantes que oferecem  as mais distintas opções de petiscos, comida e bebida ao visitante. Sem dúvida é um delicioso destino. Andar por suas ruas e ruelas à noite é uma obrigação. Vale uma caminhada também pelas Place de Lices e Place aux Herbes, que abrigam grandes mercados ao ar livre, onde podem ser encontrados produtos frescos da região, além de uma ínteressante feira de antiguidades.

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Tem maravilhosas praias, que ficam em um local um pouco afastado do centrinho mais concorrido. Na verdade esta é uma peculiaridade de st. tropez em relação a Nice e Cannes, por exemplo. Para se chegar às super praias, você precisará pegar o carro ou transporte e dirigir pela estrada por uns 6 ou 7 km até as ‘orlas’. Todas com uma areia muito branca e límpida. São mais de 80 delas, sendo que as mais atraentes ficam na baía de Pampelonne, que tem 5 quilômetros de extensão e, só ela, mais de 40 praias particulares. Visitamos no dia em que chegamos, quase no final da tarde, a mais famosa de todas, a praia de Tahiti, nome dado em homenagem ao arquipélago francês na polinésia  Na época do verão,  vimos que a maioria das praias contam com quiosques ou cabanas, que tocam uma animada música e oferecem distintas espécies de drinks e bebidas alcoólicas em geral. Um programão. Além disso, estão cheios de gente bonita. Foto da karine, grávida, na praia em Saint Tropez.

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Porém, como ponto desconfortável, têm em regra uma água muito gelada que desconvida ao banho de mar. Lembra um pouco o balneário carioca de Búzios, no aspecto da frequência chique e da alta movimentação, guardando-se, evidentemente, as devidas e necessárias proporções. E também pela transformação sofrida após a passagem do ‘furacão Bardot’. Gostei muito daqui. Diferente de Cassis. Ambas são espetaculares, mas não podem ser objeto de comparação. Cassis é menor, menos badalada e talvez até mais bonita. Saint Tropez é maior, mais chique e tem melhores praias de um modo geral. Visite as duas, como nós fizemos.

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Outra coisa impressionante é o porto da cidade, que recebe iates gigantescos das personalidades mais endinheiradas do mundo, que aqui aportam no verão para curtirem a estação no balneário mais glamouroso de toda a Europa. Durante um passeio pela bela e concorrida doca, ficamos impressionados e petrificados, admirando estáticos o tamanho e o luxo destas embarcações, verdadeiros hotéis no mar, sendo que muitas delas contam com uma tripulação fixa de talvez algumas poucas dezenas de pessoas.

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À noite, os proprietários dos barcos promovem concorridos jantares e festas em seus iates ancorados e voltados para a rua. Os simples turistas mortais e demais transeuntes, como nós, não convidados, ficam olhando perplexos do lado de fora a opulenta ostentação desses eventos. Confesso que não me deixei seduzir pelo ritual, pois a essência do bem viver, na minha pálida visão, passa bem longe de possuir um iate. Deve ser divertido passear em um deles, entretanto. Curiosa foi a observação. Foto abaixo do blogueiro em frente ao Natori, um desses gigantes.

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Para quem quiser jantar em grande estilo, sugiro os restaurantes Chez Nano, Le Baron, L’Olivier e Da Salvatore, todos muito concorridos, dispondo de uma ótima culinária. Optamos pelo Chez Nano e tivemos um jantar muito especial enriquecido com um agradável bate-papo com o casal de amigos que nos acompanhava. Confesso que sou incapaz de me lembrar no momento o nosso menu, mas posso garantir que gostamos muito da comida.

Ficamos em Saint Tropez por uma noite. Se fossemos repetir a viagem, teriamos ficado duas, para poder esgotar a visitação e ir a alguma outra praia. Fechada esta etapa, pegamos o carro e rumamos para nordeste, sempre pelo litoral. A estrada segue sendo o ponto alto no percurso, que deve ser trilhado com calma, sem pressa, a permitir breves paradas estratégicas para descanso e para contemplação do belíssimo visual. Onde parar? Não sei, ouça a voz do seu coração e faça uma pausa quando ele bater mais forte. Nós ficamos seduzidos pela praia do pequeno balneário de Saint Raphael, e aqui paramos para um delicioso mergulho em águas azul turquesa e totalmente convidativas ao banho.  Foto abaixo.

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Valeu a pena. Ligeiramente fria a água, mas nada que impedisse a ação. Antes de seguir caminho, ficamos estatelados na areia por cerca de 15 minutos, deixando o sol secar o sal na pele, bem temperado pelo vento, desfrutando da maravilhosa sensação que esta simples situação pode proporcionar.

A próxima parada era Nice. Optamos por não ficar em Cannes, o que talvez tenha gerado um certo arrependimento. Passamos durante o trajeto por dentro da famosa cidade do festival de cinema homônimo. O próprio caminho para Niice, pela estrada costeira, te coloca passando dentro de Cannes. Não precisa buscar, basta seguir em frente. Tem uma orla espetacular, muito parecida com a Copacabana dos anos 50 e 60. Tudo bem que eu não era vivo naquela época, mas faço a comparação baseado em vários filmes e documentários, além de fotos, que vi da princesinha do mar no mencionado período. Quando voltar à riviera francesa, além de passar novamente por Cassis, seguramente optarei por me hospedar aqui. Não posso falar quase nada sobre Cannes, mas tive uma ótima impressão, nos 35 minutos que nela estive. Ficou pra próxima.

Depois de um longo e deleitoso trajeto, chegamos finalmente em Nice, onde nos permitimos um luxo, e ficamos hospedados no famoso Hotel Negresco, situado na Orla da cidade. Equivalente ao Copacabana Palace, o hotel já é uma atração em si mesmo. Antigo, mas muito bem conservado, com ótimos e amplos quartos, um Lobby monumental, restaurantes e bares. Quase que por um milagre, um mês antes da viagem, conseguimos uma promoção no web site e obtivemos um desconto de quase 40% no valor da diária. Um achado. Abaixo, fotos da fachada do Negresco. De dia e de noite.

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Nice é uma cidade bem grande que tem uma bonita orla, denominada ‘Promenade des Anglais’, dispondo de uma praia que não é de areia, mas de pedra e cascalho. Isso nos decepcionou um pouco, mas não impede que os cidadãos e os visitantes desfrutem dela. Muitos esportes náuticos são praticados aqui, como esqui, kite-surf e windsurf. Um ponto que achei curioso é que os hotéis estabelecem ‘cercadinhos’ e loteiam a praia, impedindo a entrada de não hóspedes. O aeroporto é colado na cidade, em sua margem direita. Obrigatório o passeio a pé pela orla no litoral e pelo calçadão da avenida principal, onde as pessoas praticam ciclismo, corrida, patinação e outras múltiplas atividades. Se não gostar de correr, alugue uma bicicleta e esquadrinhe a região.

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Destaco também uma obrigatória visita ao Museu Matisse, que fica em uma simpática casinha (com um lindo jardim) ao norte da cidade. Belíssima propriedade, com uma exposição permanente que reúne algumas das mais celebradas obras deste renomado pintor francês. Não deixe de fazer essa visita. Outro grande pintor tem um museu dedicado a si nesta cidade. Marc Chagall. Desse não posso falar porque não fizemos a visita. Mas, fica a dica. Fotos Museu Matisse abaixo.

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Um passeio bem legal também é uma visita à ‘cidade velha’ de Nice, muito utilizada antigamente como balneário pelo Império Romano, onde o visitante circula a céu aberto entre restaurantes e monumentos, sendo que no local também há uma interessante feira de antiguidades, além da feira de produtos e alimentos típicos. Essa região, mistura um pouco de provence com côte d’ azur. Em um dia de sol, passeie descompromissadamente por aqui e tome um sorvete para apaziguar o calor em uma das inúmeras sorveterias disponíveis.

Na mesma ocasião, visite nas proximidades, a Place Massena. Uma praça enorme e com um visual muito interessante. Em certo aspecto, não sei bem porquê, talvez pela cor da pintura das construções ao seu redor, me fez recordar a Place des Vosges, no bairro judeu do Marais de Paris. Cheia de gente e muito bonita, principalmente à noite quando as luzes se acendem. Tomar cuidado com um bonde que passa pelo meio da praça e te atropela sem a menor cerimônia se você não ficar esperto!

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Em um dos dias de nossa estada em Nice, havia uma programação para visitar Monte Carlo, quase na fronteira com a Itália. Vou contar como foi. Bem, se vc estiver planejando partir para visitar Mônaco, cuidado pra não perder uma pequena jóia que fica guardada a sete chaves pelo caminho. Seu nome é Eze, e, advirto, se você estiver procurando a cidade no GPS e se distrair por um segundo que seja ao volante, pode ser que nao mais a encontre, de tão pequena que é! Na verdade, nem sei se esse vilarejo existe mesmo ou foi apenas uma ilusao de ótica que tive ao descobrí-lo.

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Talvez, ela nem esteja mais lá, caso o portal do tempo já a tenha sugado e a levado pra uma outra dimensao, distante deste mundo. Parece um lugar oriundo de uma época que não volta mais! Incrivel, é uma mini cidade murada, parece um grande castelo medieval, cheio de subidinhas íngremes e corredores estreitos, tipo uma vila de muito antigamente. Se equilibra minúscula, bem no alto de uma montanha. Lá do alto você encontrará vistas estonteantes do mar mediterraneo e da baía saint jean de cap ferrat e pequenas lojinhas de artesanato no caminho que vendem ainda comidinhas e souvenires.

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A cidadezinha é um sonho. Acredite em mim uma vez mais, e dedique uma horinha e meia para conhecer este local. (não precisa mais do que isso) Abaixo, uma foto artística, que parece uma pintura impressionista de Renoir. Um casal tomando café da manhã em um jardim de Éze.

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Após saírmos de Éze, conduzimos por outros 30 minutos, no máximo, e chegamos à Mônaco. Aqui, peço licença ao leitor, mas preciso abrir um parêntese, pois desde muito pequeno, influenciado neste hábito por meu querido pai, perdi a conta das inúmeras manhãs de domingo em que acordei com a deliciosa expectativa de assistir a um Grande Prêmio de Fórmula 1. Completo 40 anos agora em dezembro de 2013 e, consequentemente, digo isso para lembrar que fui criança em uma época em que Nelson Piquet e Ayrton Senna se revezavam e reinavam no posto de pilotos top da categoria.

E não eram somente os dois. O esporte contava com grandes ídolos como Niki Lauda, Alain Prost, Nigel Mansel, o falecido Gilles Villeneuve, Keke Rosbarg e tantos outros. Cresci fascinado, admirando todos esses heróis que povoavam os meus sonhos de infância. E, dentre eles, um foi entronado como o Rei de Mônaco, e também Rei da Chuva. E ele era exatamente o Senna!

A primeira coisa que fizemos quando aqui chegamos foi percorrer de carro, talvez por umas 15 voltas, o exato trajeto de pouco mais de 3 kilômetros do circuito montado para o mais charmoso de todos os grandes prêmios. Foi uma experiência inesquecível que guardo na memória pra sempre com muito entusiasmo. Fiquei muito emocionado (muito mesmo) em estar aqui, fazendo a curva da piscina, passando em frente ao cassino, contornando a saint devot e depois o túnel, imaginando Ayrton Senna compenetrado em um obcecado transe, guiando instintivamente rumo à vitória e ao Champagne Moet e Chandon do pódio, celebrando ao final com o príncipe Albert e toda a família real.

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O traçado deste circuito é desenhado todos os anos ao largo do magnífico anfiteatro da baía que banha mônaco, cruzando as estreitas ruas e chegando quase até a orla do mar. Devido a tantas peculiaridades, o circuito Monegasco é o mais lento da temporada, Ultrapassagens aqui são quase impossíveis e, qualquer bobeada, o piloto encontra o muro. Nelson Piquet, certa feita, disse uma frase célebre dando conta de que “dirigir um fórmula 1 aqui é como andar de bicicleta dentro de um apartamento”! Perfeita a analogia. Para mim, foi um dos pontos altos da viagem.

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Se não fosse pela mística do automobilismo, Mônaco não teria a mesma graça a meus olhos, mas de qualquer modo trata-se de um lugar muito bonito, com visuais arrebatadores e local de residência de ricaços, artistas e celebridades. Tudo aqui é muito caro e glamouroso. Vale dar uma entrada no Cassino e circular na praça, quem sabe tomando um cappuccino no Café Paris, degustando também sua magnífica arquitetura estilo art nouveu. Muito rico o principado. Impressionante. Há tantas Ferraris nas ruas quanto bicicletas na orla do Leblon. Fotos abaixo do cassino, da ferrari e do café paris, na mesma praça onde fica o cassino.

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Voltamos ao Brasil no dia seguinte por Nice mesmo. Fizemos uma escala de 2 dias ainda em Lisboa, local que também voltei no final do ano passado, numa visita maior a Portugal. Mas isso já é outra história.

Concluo agora. Essa foi a nossa viagem pela provence e côte d’azur! Espero ter inspirado outros a fazerem a sua própria descoberta desta maravilhosa região da França. Para encerrar esta sequência, venho expor a minha crença irrefutável, de que o ser humano, de tempos em tempos, por uma questão quase que de sobrevivência, precisa de um momento para se reciclar e retomar o prazer de estar vivo e valorizar as coisas simples da existência que, afinal, são a própria razão de viver. Nada como uma recarga periódica nas baterias da alma. O cotidiano e as tarefas diárias de todos nós, muitas vezes nos alijam desta compreensão.

E, neste ponto, penso que o belíssimo roteiro que fizemos e que foi contado nesses quatro posts, poderá, e muito, contribuir na busca desse objetivo. Felizes são os que viajam, mais ainda os que, além do passeio, compreendem, interagem e se dedicam ao lugar visitado, absorvendo a cultura e a experiência, para acrescentar algo na própria existência. Boa viagem, e não se esqueça de mandar lembranças…

Do Rio pro Mundo

15 pensamentos sobre “Provence e Côte d’ Azur. Uma fábula. Parte 4. Capítulo final. Saint Tropez, Nice, Éze e Mônaco.

mimiPublicado em  8:57 pm - maio 24, 2013

Felipe, a leitura do post é uma verdadeira viagem….parabéns mais uma vez, abs Mimi.

    Do Rio pro MundoPublicado em  12:13 am - maio 25, 2013

    Obrigado mais uma vez Mimi, por seus gentis comentários, que muito me estimulam. Espero que vc. siga acompanhando o blog. Em breve, conforme prometido, te mando as dicas de Paris.
    Um grande abraço, Felipe.

AllinePublicado em  9:31 pm - maio 24, 2013

Ai que saudade desses lugares todos!!!!
Empatizei com cada um dos seus comentarios… tao bom.

Kaka, to ate agora impressionada com a sua foto do jardim de Eze’. Espetaculo de foto. Pensei que era um quadro 🙂

Queria comentar um detalhe que me chamou MUITA atencao quando eu tava em Nice, o dialeto que eles falam la eh um mix meio a meio do italiano com o frances. Eu morria de rir! Entender dava, mas nao tinha a menor condicao de falar. Cada vez que eu pegava uma palavra do frances, era errado porque essa era a parte italiana do dialeto e vice-versa. hehehehe

    Do Rio pro MundoPublicado em  12:16 am - maio 25, 2013

    A foto em Éze que vc faz referência Alline, também me impressionou muito desde que foi tirada pela Karine. Por isso quis dividí-la com os leitores, publicando-a. Realmente, se me distraio, por vezes acredito estar diante de um quadro.
    bjs, Felipe.

GreicyPublicado em  4:14 am - maio 27, 2013

Realmente muito inspiradores seus posts, fiquei com vontade de conhecer tudo com bastante calma. Acho um charme aquelas vielas estreitas com chão e casas de pedra, vejo-me morando lá algumas semanas por ano, rs.

Mas chique mesmo, na minha opinião, é conhecer a Provence e a Côte d’Azur no conforto da barriga da mãe! E, depois de grande, olhar as fotos da viagem e poder dizer: “eu estive lá!”. É um privilégio sair pelo mundo antes de entrar de fato nele, rs.

Ótima lembrança do nosso querido Senna! Mônaco para nós, brasileiros, tem um toque dele. Se bem que, ao ver a foto do cassino, também lembrei do James Bond… 🙂

Obrigada por compartilhar suas experiências, ainda mais em relatos pontilhados de cultura refinada. Não basta ir conhecer um lugar, é preciso mesmo senti-lo com a alma, de forma que fique gravado em nós além da memória visual…

nadiaPublicado em  11:48 pm - maio 29, 2013

Este meu comentário vai direto para a fotógrafa Karine Gomes, com a foto impressionista do casal no jardim em Éze. Linda, sensível, perfeita. A fotografia é rara e me tomou de impacto completamente, roubou a cena! Parabéns Karine.

CamilaPublicado em  6:08 pm - jun 12, 2013

Muito legal o post! Acho que quando estive lá o portal para Eze estava fechado – rs – que pena! Mais um motivo para voltar. Realmente, aquela cena, da foto, inclusive, dos carros entrando no túnel em Mônaco e as curvas super fechadas também fazem parte da minha memória.

Óbvio, preciso engrossar o coro para parabenizar a foto do casal no jardim em Eze. Realmente, um quadro! Linda!

Beijo,

Camila.

Luciane G. LimaPublicado em  4:44 pm - jun 24, 2013

Felipe, quando leio suas dicas, impressões e sugestões tenho a impressão que estamos sentados na mesa de um algum barzinho “trocando uma ideia” (rs)…é uma linguagem informal e intimista que possibilita ao leitor experimentar um estado de empatia imediato. Parece que estamos lá, entende? Estimula a vontade de comentar também e estabelecer essa relação dialógica. Não se trata apenas de ler. Provoca essa vontade de comentar também, expor pontos de vista, enfim, estabelecer essa troca.
As fotos da Karine expressam um certo ar romântico e ao mesmo tempo único. Não cai na mesmice das fotos que se veem por aí. A impressão que tenho é que ela foca seu olhar para um aspecto que a maioria não observaria. Lindo demais!
Parabéns pelo belo trabalho!
Beijo, Lu e Henrique.

    Do Rio pro MundoPublicado em  11:31 pm - jun 24, 2013

    Valeu Lu, muito obrigado por seus elogiosos comentários. Fico muito feliz em saber que gostou do texto e das fotos. Tento fazer com cuidado e capricho para que o visitante do blog fique motivado a ler e, quem sabe, fazer essas mesmas viagens!
    Bjs, Felipe.

Marina SardinhaPublicado em  11:59 pm - dez 5, 2013

Felipe,
Estou de viagem marcada para abril, e meu roteiro é parecido com o seu, por isso estou gostando muito das suas dicas e do seu modo leve e divertido de contar sobre sua viagem. Deixa qualquer um muito animado. Mas gostaria de saber porque vc optou por ficar em Nice, e não em Cannes, e se arrependeu. Eu fiz o mesmo que vc e já reservei hotel em Nice. Ficarei muito grata se puder esclarecer melhor o motivo de seu arrependimento. Um grande abraço. Marina.

Do Rio pro MundoPublicado em  11:20 pm - dez 6, 2013

Obrigado por sua visita e por seus comentários elogiosos Marina.

Na verdade, melhor explicando, eu não me arrependi de ter ido à Nice, mas apenas, e muito, de não ter dedicado tempo a visitar Cannes, porque pelo pouco que vi, me pareceu uma cidade muito interessante, apesar das melhores de todas terem sido Cassis e Saint Tropez.

Penso que, se a pessoa quiser fazer uma base e rodar a região da Cote d azur, Cannes é mais central do que Nice e facilita os deslocamentos. Nice foi a nossa opção por ser mais fácil como destino final, já que a tap, companhia aerea que estavamos, assim como todas as grandes, tem voos direto de nice para as principais capitais, no nosso caso para lisboa e de lá para o Rio.

Nice é uma cidade bem grande e bem legal e vale a visita mas, não foi a minha favorita, sem que haja uma razão específica pra isso. Não sei se foi pela praia não ser de areia, mas sim de pedra, ou talvez pelo fato de ter passado por lugares menores e mais atraentes antes, ou ainda por já estarmos no final da viagem e um pouco cansados talvez…

Bem, espero ter te ajudado. Caso alguma questão persista, terei prazer em prestar noos esclarecimentos.

Um grande abraço e boa viagem.

DanilloPublicado em  6:45 pm - jan 25, 2014

Parabéns pela leveza do texto e pela riqueza de informações! Já me sinto seu amigo! Rsrs Grande abraço!

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