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Dicas de viagem para Nova Iorque: New York, New York! Parte 1- Visão Geral, como programar a viagem, chegar e se locomover, onde ficar e roteiro para a obtenção de visto.

Dicas de viagem para Nova Iorque: New York, New York! Parte 1- Visão Geral, como programar a viagem, chegar e se locomover, onde ficar e roteiro para a obtenção de visto.

“Start spreading the news, i am leaving today, i want to be a part of it, New York, New York…, i wanna wake up in that city that doesn’t  sleep, and find i’m king of the hill, top of the heap.”    Theme from New York. Composta por John Kander e Fred Ebb e imortalizada na voz de Frank Sinatra.

Lá vou eu para uma missão quase impossível, escrever sobre a Capital do Universo. Nova Iorque, que povoa o imaginário e a curiosidade de qualquer pessoa. Não tem jeito. Pouco adianta fazer 100 viagens diferentes, porque se você não conhecer a Big Apple, será como se faltasse uma peça principal do quebra-cabeça, ou como se o seu portfólio de viajante estivesse sempre incompleto. Será que tanto destaque e tanta fama se justificam? Bem, ao contrário da grande cronista Martha Medeiros, que declara “ainda não ter se encontrado com a cidade”, na minha opinião penso que sim, embora tenha demorado umas três idas pra lá para me dar conta disso. Acredito então que, por já ter estado em Manhattan quase uma dezena de vezes, passei a compreendê-la melhor e também a admirá-la, razão pela qual me sinto preparado para fornecer aos leitores algumas boas informações a seu respeito. Vejamos se consigo ter êxito neste propósito:

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Nova Iorque é o centro do mundo. E isso significa muito! Ela, inclusive, sabe bem disso e não se faz de rogada, exercendo seu título com desenvoltura e um certo ar blasé! Com sua skyline de arranha-céus, é a capital do planeta terra. Nem tente sugerir que o posto seria de Londres, Xangai, Tokio ou qualquer outra enorme metrópole. Não dá nem pro começo. E ponto final na discussão. Uma cidade que não pode parar e, por isso mesmo, está sempre em frenético movimento. Todos se esbarrando, com pressa, precisando urgentemente ir a algum lugar, qualquer lugar e, raramente, se olhando nos olhos, pois cada um traça a sua rota e vai desviando como pode da multidão e dos milhares de turistas ao redor. Um enorme paradoxo, pois, apesar de cheia de gente, a maioria dessas pessoas está sempre só.

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Tudo que você pode querer ou imaginar tem lá! Um restaurante de alta gastronomia peruana ou catalã, uma exposição temporária sobre esculturas de alberto giacommeti ou pinturas de lucien freud, um concerto de rock, pop, musica clássica, ópera ou balé, um roteiro enlouquecido de compras em um outlet ou em uma loja de departamentos como a Macy’s ou Century 21, um evento de moda alta costura, uma liquidação de última hora dos famosos sapatos femininos manolo blahnik no lobby de um hotel de luxo, um musical da broadway na região de times square, uma degustação dirigida de vinhos franceses da região da borgonha com jantar harmonizado, uma partida do Gyants, Jets, Yankees ou do Knicks, a maior maratona do mundo, o Us Open, um dos 4 Grand Slams de Tênis (cujas principais partidas são jogadas no mítico Artur Ashe Stadium), um festival de cinema iraniano, uma boutique de vanguarda apresentando sua nova coleção, uma exibição de ritmistas africanos no meio de uma feira de rua multicultural ou ainda um dos maiores parques urbanos do mundo. Qualquer coisa mesmo, sem exceções.

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Nova Iorque transpira cultura, gastronomia, arte, esporte, espetáculos, vida ao ar livre, arquitetura, eventos, feiras mundiais e festivais. E isso acaba fazendo com que ela se transforme em um vício bom. Quanto mais a pessoa vai, mais ela quer ir, num crescente círculo vicioso, porquê sempre haverá uma novidade acontecendo, uma nova exposição, o super bowl, a grande degustação mundial dos maiores produtores de vinho, a inauguração do restaurante mais badalado do momento, um show da nova turnê de seu artista preferido, ou qualquer outra coisa que te aguçe a atenção ou os sentidos. Assim, vamos aos detalhes.

A primeira pergunta que toda pessoa faz é sobre quanto tempo seria necessário para conhecê-la minimamente bem e a resposta, sincera, é sempre no sentido de que não haverá tempo o bastante para vê-la em uma única tacada. Portanto, de 5 a 7 dias, podendo ser mais obviamente, servem para uma noção básica. Atualmente, a TAM e a American Airlines voam direto desde o Rio e de São Paulo para o aeroporto JFK em frequências diárias. A United Airlines (para o aeroporto de Newark) e a Delta, assim como a US Airways, também servem o destino, com conexões em Houston, Atlanta e Charlote, respectivamente.

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A melhor opção para se chegar na ilha, do aeroporto, é mesmo através do famoso táxi amarelo (yellow cab) que, atualmente, (preço de final de novembro de 2013, quando de minha última visita) está custando 58 dólares a tarifa fixa mais a gorjeta, totalizando cerca de 70 dólares. Existe a opção também de alugar um shuttle de van e para isso basta aceitar a abordagem de um dos tantos motoristas brasileiros que oferecem seus serviços na porta de saída do setor de desembarque do aeroporto (85 a 100 dólares o trecho). Estes mesmos brasileiros residentes, oferecerão também o tour de compras de um dia inteiro para o famoso Common Premium Outlet Woodbury, (por preços que podem chegar aos 4oo dólares). Se você vier de algum local nos Estados Unidos, de avião, poderá chegar também no outro aeroporto da cidade, o La Guardia e, caso venha de trem, poderá “ser entregue” na Penn Station ou na Grand Central Station, ambas já dentro de Manhattan, o que acaba facilitando a tarefa de chegar ao hotel.

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A cidade tem seu charme em qualquer mês do ano. Mas, as melhores épocas são abril e maio ou setembro e outubro, com um clima mais agradável. Procure evitar sempre o verão, principalmente nos meses de julho e agosto, onde as temperaturas alcançam patamares insuportavelmente estratosféricos. Se for entre novembro e março, especialmente em dezembro ou janeiro, prepare-se para sentir muito frio, inclusive com vento gelado na cara. Mas, para nós brasileiros, acostumados sempre com o calor em nosso país, não deixa de ser divertido patinar no gelo, ver neve e vestir roupas diferentes das que normalmente usamos. Fotos abaixo dos fogos na celebração de 4th of July, dia da independência.

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Abaixo, e ainda para início de conversa, tenho algumas boas dicas para se dar bem em Nova Iorque: 1-Ande sempre de metrô (mesmo de noite é bem seguro) que é a melhor opção, barato e rápido, pois não está sujeito aos engarrafamentos frequentes e te leva pra qualquer lugar. Como alternativa, se quiser gastar um pouco mais, vá de táxi, nem pense em alugar um carro, pois isso será uma enorme roubada. O trânsito é caótico, infernal e os locais de estacionamento disponíveis são caríssimos, não justificando a despesa e o transtorno. Circulam também carros sem a identificação de táxi, com pessoas que oferecem serviços de transporte por preço fixo. Não tenha medo se for abordado na rua por um deles, pois isso não significa que você será sequestrado. É seguro! Combine o preço antes. Isso lhe pode ser muito útil, principalmente à noite, quando os táxis ficam mais escassos e estão sempre lotados, para voltar de um restaurante ou de um evento qualquer para o seu hotel; 2– Tente definir o que pretende ver e visitar, com uma certa antecedência e estipule um roteiro base para cada dia de sua permanência. Não que seja necessário criar um trajeto rígido e imutável. Lógico que o imponderável e o imprevisto fazem parte de uma boa viagem. Mas, especificamente aqui, se você não fizer essa programação mínima, terá tanta coisa diferente pra ver e visitar que acabará se confundindo e perdendo um tempo valioso; 3– Não se esqueça de dar gorjeta nos táxis, bares e restaurantes, pois isso é regra no país e a pessoa ficará seriamente ofendida se você não der. Nos bares e restaurantes, a “gratuity” varia entre 15, 18 ou 20 % do total da conta, a cargo do cliente, dependendo sempre do quanto ele gostou e valorizou o serviço, a presteza e a cortesia do atendimento; 4– Se souber andar e tiver um mínimo de disposição, alugue uma bicicleta e passeie por toda a cidade, inclusive, óbvio, pelo Central Park e pelo Brooklyn (sobre passeios, maiores detalhes em um dos próximos posts) 5-sempre que puder, evite deixar para comprar de última hora os ingressos para musicais na broadway, concertos e eventos esportivos, ou fazer as reservas nos restaurantes mais concorridos, pois isso lhe poupará um enorme tempo em deslocamento e evitará que você perca a chance de ir à atração ou ao restaurante pelo motivo de indisponibilidade de lugar.

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Você pode até, se der sorte, conseguir de última hora uma reserva ou um ingresso mais barato (quase sempre num lugar pior), mas esta não é a regra e recomendo não arriscar. Para ingressos da broadway, contudo, há a opção de um quiosque de venda de TKTS, onde vc pode dar sorte e conseguir entradas para os musicais por até metade do preço. Para reservas on line nos restaurantes mais concorridos, e com antecedência de, ao menos 1 semana ou 10 diasà viagem, recomendo o site open table, fácil e prático, bastando criar uma conta e fazer a sua opção de local, número de pessoas e horário de chegada. Os melhores restaurantes tem seus sistemas de reserva vinculados a esse sítio eletrônico. Para os musicais, shows e eventos esportivos, a dica é o site da ticketmaster. Além de ser fácil, rápido e prático, geralmente a pessoa tem a opção de imprimir os ingressos em casa no Brasil, no ato da compra, e já viajar com os bilhetes. Quando não houver essa opção, geralmente nos espetáculos da broadway, fica a opção de retirar o ingresso 20 minutos antes do evento na própria bilheteria do teatro (will call). Foto abaixo, columbus circle, central park south com 8a avenida, pela lente mágica da Karine:

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Para finalizar este primeiro post sobre a cidade, cumprindo uma etapa necessária, abordarei opções de estadia e localização, apontando eventuais prós e contras de cada local, evidentemente, sem qualquer pretensão de esgotar todas as possibilidades disponíveis.

Bem, em relação às eventuais regiões de hospedagens, várias são as alternativas disponíveis para qualquer tipo de bolso e orçamento. No meu caso, sempre opto por ficar em hotéis, devido à praticidade e por minha própria conveniência. Acabo fazendo a reserva antecipada na Web, pelo site do booking.com, orientado por dicas de amigos e também me servindo do trip advisor, uma ferramenta bem interessante na hora da escolha dos estabelecimentos estalajadeiros. Geralmente, escolho as formas de reserva que permitem o cancelamento total sem pagamento de multa até 24 antes da data de chegada. Contudo, uma grande parcela de brasileiros, inclusive alguns amigos, recentemente vem optando por ficar em apartamentos alugados por temporada, o que acaba por conferir uma maior independência e privacidade a quem escolhe essa via.

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De uma forma ou de outra, o viajante precisa se dar conta e ficar preparado para gastar nesse quesito, pois, pelo que tenho observado, em média, mesmo em Hostels, Nova Iorque está se tornando um dos locais com preços de hotelaria mais caros em todo o mundo. Dependendo da época, é quase impossível encontrar um hotel decente por menos de 200 dólares a diária. (isso se a busca se restringir a locais simples, limpos, bem localizados, mas modestos.)

A minha localização mais usual é em midtown, acho sempre uma ótima opção, entre as ruas 42 e 58, e no quadrante que fica entre a oitava e a quinta avenida. Essa região é bem central e fica mais próxima de várias das atrações disponíveis na cidade, A parte oeste de midtown também é conhecida como Hell´s Kitchen, fazendo fronteira com a parte do times square no theater district e mais ao leste com as regiões do carneggie hall, rockefeller center, todas situadas nesse perímetro. Dentre essas localizações citadas, não recomendo a parte do times square e da broadway. Mas essa é uma opinião muito pessoal, porque se você, de repente estiver indo pela primeira vez, e quiser ficar em uma zona bem famosa e turística, é lá mesmo que deve ficar.

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Dentre vários hotéis disponíveis nesta parte, para qualquer orçamento, recomendo quatro opções que certamente preencherão os requisitos de exigência de quase todos os viajantes: Conheço os quatro e posso indicá-los de olhos fechados:

1- The Pearl Hotel . Fica na rua 49 quase esquina com Times Square. Hotel novo, muito confortável, com frigobar disponível no quarto para uso externo e café da manhã incluído na diária. Excelente opção, sendo um pouco mais caro que a média e com o único inconveniente que fica bem próximo da confusão do times square, embora esteja em uma rua lateral. 2- Warwick New York Hotel; Este hotel fica na esquina entre a sexta avenida e a rua 54 numa excelente localização, quase em frente ao MOMA e muito próximo da quinta avenida, central park, broadway, rockefeller center e tantas outras opções que podem ser atingidas a pé. Situado em um prédio antigo, com quartos limpos, confortáveis e modernizados. ótima relação custo benefício. Estive lá agora no final de novembro de 2013. 3- Le Parker Meridien Hotel. Uma excelente opção na mesma região do warwick, fica na rua 56, bem perto do Warwick hotel, entre 6a e 7a avenida. Tem quartos confortáveis, uma excelente academia de ginástica, para quem gosta de manter a forma enquanto viaja e lá se localiza a hamburgueria underground mais famosa da cidade que serve um hamburguer delicioso em um ambiente bagunçado, muvucado, do tipo, salve-se (ou sirva-s;e) quem puder. Helmsley Park Lane Hotel. Este hotel fica em frente ao Central Park, entre 6a e 5a avenidas (exatamente à esquerda, na rua da foto abaixo, tirada do Columbus Circle) Excelente localização, estilo hotel antigo, precisando de uma ligeira modernização de seus quartos, mas nada que impeça uma estada confortável e serena. Talvez por esta razão, seja atualmente o que tenha a menor tarifa dentre os 4 acima elencados. Mas, pode ficar sem medo.

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Outras excelentes opções de localização são as regiões chiques e menos turísticas e povoadas do Upper West Side e Upper East Side (as regiões que tangenciam o central park pelos lados). Para quem deseja um pouco mais de privacidade, sem a muvuca das áreas mais abaixo, buscando paz e quietude para caminhar pelas ruas e está disposto, em regra, a ir um pouco ou muito além com os gastos em hospedagem, estas são as opções ideais. No upper west, temos restaurantes chiques, o museu de história natural, o edifício dakota e o strawbery fields forever de John Lennon, o Lincoln Center, dentre outras atrações. Já no exclusivíssimo Upper East, os destaques são os museus Metropolitan e Guggenheim, galerias de arte, livrarias, além das famosas boutiques de marca da Madison e da Park Avenue, com seus preços estratosféricos para clientes exigentes.

E, por fim, gosto muito da região do SoHo, bem mais abaixo no mapa da ilha, boa para caminhar, perto dos locais cult do Meatpacking district, Village, Tribeca, e a confusão de Chinatown (eu não gosto, mas vale a pena dar uma conferida lá só pra ter uma noção da bagunça), revitalizada e culturalmente muito interessante, com lojas de todos os tipos, restaurantes para todos os bolsos, galerias de arte e sobrados reformados. Na minha próxima ida a Nova Iorque, ficarei no Soho e, provavelmente em um hotel que ora indico, o Grand Soho, muito bem recomendado por um casal de amigos que acabou de chegar de lá, já tendo estado em duas ocasiões nele e sempre gostado muito.

Continua nos próximos 2 posts, com muitas sugestões de passeios por todas as regiões, programas, eventos esportivos, shows, museus, lojas, compras, atrações, bares e restaurantes…

Abaixo, escrevi um apêndice com um roteirinho fácil e prático sobre a obtenção e/ou renovação do visto americano…

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Nota: Se você ainda não tem o visto americano para turista, saiba que, atualmente, o sistema está bem simplificado e o governo americano voltou a emitir vistos com validade de 10 anos para os brasileiros. É possível, com bastante tranquilidade, fazer tudo por conta própria pela internet. São duas etapas. Na primeira, a pessoa deve preencher um formulário on line no site do departamento de estado americano. Nessa etapa, a pessoa precisa ter um arquivo digital de uma foto no formato exigido (melhor opção é ir a uma papelaria ou a uma casa de foto e vídeo e solicitar a foto para o visto digitalizada. Leve um pen drive ou um cd-rom e eles te entregarão um arquivo. Na hora em que estiver no site, preenchendo o visto, ao começar o processo, deverá escolher uma cidade para entregar o passaporte ( Rio, SP, BSB, BH ou Recife) e após apertar o ícone “start an application”. Em seguida, deverá fazer um upload do arquivo da foto e trilhar então o longo procedimento de fornecimento de dados e informações pessoais, com cerca de 10 páginas de perguntas detalhadas e, muitas vezes, aparentemente sem sentido prático).

Ao finalizar esse longo formulário, onde te pedirão inclusive um endereço de contato nos EUA (serve o do seu hotel caso não tenha nenhum parente, amigo ou conhecido que more lá; caso não esteja com viagem programada, busque um hotel que poderia ficar em uma próxima viagem) você receberá um número de protocolo que deverá imprimir e guardar e, assim, já pode ir para o segundo passo, no site da CASV. Lembre-se que cada solicitante, precisa preencher um formulário próprio, ainda que seja um bebê de colo viajando com os pais. A sigla CASV significa Centro de Atendimento de Solicitação de visto. É um site vinculado à embaixada e aos consulados.

Lá, você fará um cadastro, mais simples do que o da primeira etapa, informará o seu número de protocolo e o tipo de visto que deseja (no caso do turista, o tipo é o B1/B2), poderá pagar a taxa com cartão de crédito e agendar a entrevista, inclusive no mesmo horário para vários membros de uma família. Mas, se você não residir em Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte ou Recife, locais que dispõem de CASVs, saiba que terá que viajar a uma dessas cidades com o seu passaporte e formalizar a entrega do documento. Se você estiver renovando o visto, ou tiver menos de 15 ou mais de 65 anos, provavelmente não precisará de entrevista bastando entregar o passaporte no CASV e aguardar a entrega pelo correio, na sua própria casa. Crianças também não precisam comparecer aos CASVs, bastando que seus pais levem os seus passaportes. Mesmo quem esteja solicitando visto pela primeira vez, poderá ser dispensado da entrevista, mas isso é algo aleatório e que dependerá exclusivamente de decisão unilateral da autoridade consular.

Do Rio pro Mundo

3 pensamentos sobre “Dicas de viagem para Nova Iorque: New York, New York! Parte 1- Visão Geral, como programar a viagem, chegar e se locomover, onde ficar e roteiro para a obtenção de visto.

AllinePublicado em  1:14 am - jan 6, 2014

Que propriedade hein?!?!
Identificou o seu nicho e mandou benzaco!
A sua paixao por NY eh mesmo contagiante.

As minhas melhores lembrancas de Manhattan sao
– O Museum of Sex na 5a ave numero 233
– A minha foto no telao da Nasdaq hahahah
– E o Quebra-Nozes do Lincoln Center no natal.

Tambem estive la nesse novembro e sugiro mais uma dica: prepare-se bem para as patadas dos nova-yorquinos, eles estao cada vez maos mal humorados heheheheh

Sheyla Lopes BoyPublicado em  7:07 pm - set 23, 2014

De fato é surpreendente a sua facilidade em nos fazer presente sem estar. Consigo desde já e aqui desfrutar de Nova Iorque. Com tantas dicas, tenho certeza que conseguirei otimizar e aproveitar o que há de melhor dessa Cidade tão atraente e em ebulição.
Obrigada.

Sheyla

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