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Hvar: Uma autêntica ilha da fantasia!

Hvar: Uma autêntica ilha da fantasia!

Numa viagem como essa, onde passamos por lugares tão espetaculares quanto distintos, fica muito difícil (pra não dizer praticamente impossível) eleger apenas um único que tenha se destacado dentre todos. Mas, Hvar poderia facilmente ser a minha opção, caso fosse obrigatória uma eleição. Sorte que não preciso escolher nada, pois apenas faço um mero exercício de especulação. Não seria surpreendente também se perdesse o posto para dubrovnik, plitvice lakes ou sarajevo. Se tivesse que decidir, não seria tarefa fácil e qualquer uma que vencesse, o faria com diferença mínima para as demais. Mas, com segurança, afirmo que os quatro lugares seriam os finalistas destacados. Todos deixando Split para trás por uma pequena diferença.

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Pois bem, Hvar é uma espécie de paraíso recém descoberto, uma versão atual da ilha da fantasia, onde todos os seus sonhos podem ser realizados, ainda que apenas por alguns dias. Um lugar mágico, deliciosamente belo e ensolarado, onde a vida acontece devagar e ao ritmo da alegria, da felicidade e do entretenimento. Uma ilha comprida e estreita, cheia de lindas praias, vinhedos e campos de lavanda no melhor estilo provençal. Tudo permeado por visuais inacreditáveis, que podem ser degustados do alto de suas colinas calcárias ou nas partes baixas, nas próprias ruas das vilas e na areia das enseadas.

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Mas cuidado, pois toda essa descrição bucólica acima sugerida não se aplica durante os meses de julho e, principalmente, agosto, quando formigueiros humanos invadem a área e descaracterizam toda a dinâmica  e a harmonia do local, transformando-o em um balneário de uma celebrada riviera, com festas, baladas, iates, música alta e lotação máxima de seres humanos. Por isso mesmo, nos últimos anos, essa ilha do Adriático se tornou um point da moda entre os europeus do norte, ávidos por dias de sol e águas quentes e calmas (principalmente os alemães), que aportam aos milhares na alta temporada do verão. O fenômeno vem acontecendo com tanta intensidade que Hvar já rivaliza fortemente com destinos mais consagrados e estabelecidos há muitas décadas, como Ibiza, Mykonos e Saint-Tropez. Hvar realmente merece a sua atenção. E, se puder, evite os meses de pico, a menos que a confusão seja mesmo o seu objetivo. No nosso caso, fomos em maio e encontramos o local da melhor forma possível, nada cheio, com alguns turistas e a grande maioria das atrações e restaurantes abertos e vazios.

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Saímos de Split de barco e, após uma hora de navegação, já contornávamos a margem esquerda da ilha, avistando o arquipélago Pakleni e a maravilhosa enseada de Hvar Town, onde fomos deixados. Hvar Town é a capital da ilha homônima e arrebata os visitantes logo na primeira impressão, com seu delicioso clima mediterrâneo, sua marina cheia de variadas embarcações, todas bailando suavemente com o movimento de vai e vem das águas e flutuando sobre um mar em tons degradé que variam entre azul turquesa e verde esmeralda transparente. Um colírio. As construções de pedra antiga, todas de cor muito clara (bege ou branca) se integram harmonicamente com essa marina e com a orla, em um cenário abrangendo uma ruazinha que a contorna, lojinhas, cafés, restaurantes e algumas barraquinhas. Isso sem contar na enorme praça, a maior de toda a região da Dalmácia, que se situa bem defronte ao porto de chegada. E, emprestando um ar dinâmico ao quadro, os turistas e locais, transitando sem rumo de forma suave e serena, tentando absorver e compreender tanta beleza. E, no alto, guardando o paraíso, uma fortaleza antiga desativada, mas que parece sempre pronta a defender a cidadezinha de qualquer “inimigo” que tente alterar ou quebrar a sua doce rotina. É um dos destinos da moda na Croácia, quase como a campeã Dubrovnik e, merecidamente, justifica todo o deslumbramento e o interesse que atrai pra si. Saímos com as malas deslizando pelo chão de pedra da ilha e nos dirigimos ao Hotel Villa Nora. Primeira foto abaixo na sacada do quarto:

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Situado a apenas 2 minutos de caminhada da marina e da praça principal, na região conhecida como Groda e ao lado da escadaria central que liga a praça à Fortaleza, talvez tenha sido o melhor hotel dentre todas as hospedagens que utilizamos nessa viagem. Muito bem localizado, em ambiente quase familiar, próximo a inúmeros bons restaurantes, dificilmente será possível encontrar uma relação custo-benefício mais conveniente. Com quartos amplos, confortáveis e muito limpos, ótimo banheiro abastecido com toalhas novas e chuveiro forte e ainda por cima um serviço muito atencioso prestado por funcionários muito educados e prestativos. Dispõe ainda de um delicioso café-da-manhã com frutas frescas, pães, queijos, geleias, bolos, sucos e uma “surpresa” que muda todo dia oriunda de algum item da culinária local. Geralmente, não dedico tantas linhas a falar sobre hotéis, a menos que algo me chame à atenção, positiva ou negativamente. Deixada a bagagem no hotel, tratamos de explorar a ilha. No nosso caso, como tínhamos 3 dias, deixamos os passeios de barco nos arquipélagos ao redor para os dias subsequentes (falarei no próximo post sobre os passeios das três grutas, que passa pelas ilhas de vis, bisevo e komiza e do passeio à ilha de Brac/Bol) e então alugamos um veículo apenas na parte da tarde do dia da chegada, para rodar e explorar a ilha.

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Nota importante: Você pode estar planejando seu roteiro e se deparar com o seguinte dilema que acho que todo mundo enfrenta: É possível levar o carro alugado que a pessoa já vinha usando no continente até a ilha e depois voltar novamente com o veículo para seguir viagem? Sim, nesse caso, você deverá comprar os tícketes do ferry da empresa Jadrolinija, incluindo o transporte do automóvel. Se optar por essa alternativa, obrigatoriamente terá que saltar em Stari Grad, um outro vilarejo na ilha de Hvar, pois em Hvar Town, só chegam catamarãs menores da Jadrolinija, que não comportam o transporte de veículos, mas somente de passageiros. No nosso caso, optamos por ir sem o automóvel, que deixamos em Split antes de embarcar para Hvar. Além de pagar mais caro para trazer o carro, você poderá deixar para alugar um veículo, se desejar, na própria ilha, por um dia ou até por uma tarde, tempo suficiente para explorar as outras partes interessantes e trafegar pela estrada pitoresca que corta o local. Se a estadia for de  três noites, tempo ideal, certamente não usará o carro mais do que um dia pois nos outros, fará passeios de barco pelas praias e demais atrações da região.

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De cara, fomos almoçar, em um restaurante muito agradável e que indico, Dalmatino, uma das melhores opções para se comer em Hvar. Eles servem pratos e especialidades da culinária Dálmata, com ingredientes frescos e bem típicos. Sentamos em uma mesa agradável do lado de fora, protegidos pela sombra de um enorme ombrelone (há opções de mesas dentro também). Com um ótimo serviço, o restaurante fica localizado bem no centro, em uma rua calma e pacata, próxima ao edifício da sede administrativa da localidade e a 5 minutos de caminhada das docas. Excelente carta de vinhos com opções de cepas nativas, brancas e tintas e sugestões de harmonização.  Foto abaixo da entrada, um carpaccio de polvo; O restaurante fica à esquerda desse belo edifício mostrado na segunda foto abaixo, que por sua vez, fica bem em frente à Marina:

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Após a deliciosa refeição, fomos girar pela ilha. Para alugar o carro, passamos pela Praça St. Stephen, como já dito acima a maior praça de toda a Dalmácia, cuja construção data do século XIII. Tem um grande formato retangular, e no fundo, a catedral homônima de St.Stephen, que passou a ser a sede do bispado na ilha em 1147, substituindo a antiga sede na outra cidade maior da ilha, Stari Grad. Como a maioria das igrejas e catedrais da região, ostenta uma bela fachada e uma torre de relógio, com vistas para a região. Como já estávamos satisfeito de ver as igrejas das cidades anteriormente percorridas, pulamos essa visita e fomos alugar o carro pelo período da tarde no dia de chegada. 400 kunas, ou 80 dólares pelo período. Caro, mas muito mais barato do que trazer o carro no ferry e ficar com ele parado 2 dias na ilha. Fotos da praça e da igreja, a terceira mais abaixo, vista do outro lado da pequena marina que se confunde com a própria vila:

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Alugamos o carro e fomos dirigindo pela estrada nova (assim chamada) para comparar com a primeira estrada construída na ilha que usamos na volta, muito estreita e cheia de precipícios, apesar de um sem número de visuais idílicos imperdíveis. Não há como não parar pelo caminho, a menos que você queira perder a oportunidade de fotografar algo como a cena abaixo:

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Passamos por duas praias quase virgens e visitamos Stari Grad e Jelsa, mais para o leste da ilha. As duas valem à pena mas estavam como cidades fantasma no dia que as visitamos, uma após a outra. Talvez por estarmos ainda muito no início de uma nova temporada turística, Stari Grad, com sua baía e suas ruas e labirintos romanos de pedra, que no verão também reúne grande movimento, parecia um local fictício, um cenário montado para um filme da antiguidade, sem a remota presença de uma alma viva. Para não dizer que não vimos ninguém, cruzamos com 3 pessoas ao longo de nossa hora e um quarto que lá ficamos. Por esta razão, não nos chamou tanto à atenção, mas o local é catalogado como Patrimônio Histórico-Cultural da humanidade pela Unesco. É a vila mais antiga da ilha de Hvar, o primeiro local a ser ali povoado, pelos gregos (tendo recebido o nome de Pharos), já por volta do ano 385 a.c. Funciona num ritmo mais devagar do que Hvar Town (embora não morta totalmente, como no dia em que lá estivemos) e vale uma rápida conferida. Gostei mais de Jelsa, uma pequena e simpática vila de pescadores com uma bela enseada defronte à ilha de Brac, na parte da ilha voltada para o continente, e que possui uma bela orla onde funcionam alguns resorts. Também estava vazia, mas ao menos vimos alguns seres humanos nas ruas e conseguimos até sentar em um restaurante na orla para um drink e um café. As três primeiras fotos  são de Stari Grad e a pessoa que aparece na primeira é a Karine (ao contrário daquelas fotos que você tira rapidamente para tentar não mostrar as pessoas ao redor, aqui há o retrato fiel do panorama desolador e vazio que encontramos). As outras duas são de Jelsa, onde sentamos para um pit stop:

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Em Jelsa, após descansarmos um pouco assistindo ao pequeno movimento, já era hora de retornar para Hvar Town. Assim o fizemos, passando pela estrada antiga, subindo quase 100 metros, com visuais panorâmicos de toda a ilha, do mar adriático, do continente e de todo o arquipélago ao redor. Passamos por alguns ciclistas que faziam o turismo de aventura, assim como por vários vinhedos e campos de lavanda, que ainda não estavam floridos nesta época do ano, o que só ocorre em finais de junho ou início de julho. Há passeios guiados pela ilha especificamente configurados para visitas a vinhedos e degustação de vinhos. Infelizmente, por falta de tempo, não pudemos fazê-lo.

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No dia seguinte, passeamos pela cidade e fomos visitar a magnífica e imperdível Fortaleza Espanhola, no alto da cidade de Hvar. Essa construção data do século XVI e não é a fortaleza original, destruída ao longo do período de dominação veneziana. A original datava do século XII. A fortaleza, durante a idade média, evitou que a cidade de Hvar fosse inteiramente tomada e destruída pelos turcos invasores e serviu como ponto de referência e defesa para os habitantes locais nesse período. A visita a esta atração é indispensãvel! A subida até lá é um pouco sofrida, pois são cerca de 30 minutos de uma caminhada íngreme passando por ladeiras e muitos degraus. Porém, lá chegando, a recompensa se dará em doses proporcionais ao esforço empreendido na jornada. Custa 25 kunas o tíquete de entrada (aproximadamente 10 reais, ou 3,5 euros) e de lá, o visitante poderá apreciar visuais sublimes da cidade abaixo, do mar, das ilhas pakleni quase em frente, e até mesmo de vis e Korčula. Ficamos lá em cima quase uma hora inteira apreciando a vista e tirando dezenas de fotos, como as mostradas abaixo:

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Após a visita à Fortaleza, fomos almoçar no melhor restaurante da ilha, pode ir de olhos fechados que a indicação é quente. Chama-se passarola.  (Outra boa indicação é a Konoba menego, mas gostamos mais do passarola) Repito de propósito, se estiver em Hvar não deixe de visitar esse restaurante. Parece um restaurante grego de comida mediterrânea, situado em um Ambiente acolhedor e dispondo de um mosaico de pratos destacados, oferecendo uma comida requintada e bem apresentada, com um serviço excelente. Destaque para as carnes e frutos do mar. Quem gostar de ostras, saiba que eles servem porções frescas e saborosíssimas de entrada. Ademais, ótima carta de vinhos com destaque para os exemplares nativos da cepa plavac mali. Não é dos mais baratos mas vale a experiência gastronômica:

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O almoço terminou tarde e fomos aproveitar o resto de luz fazendo um giro pela cidade. Esse passeio não deve estar citado em nenhum guia, mas é também indispensável. Pois bem, olhando da cidade para o mar, contornamos a orla e passamos pelo ponto de embarque do catamarã da Jadrolinija. Então seguimos à esquerda, pela pequena rua que circunda a cidade. Caminhamos vagarosamente por uns 2 kilômetros e depois voltamos. Isso nos tomou umas 3 horas e ficamos no trajeto até depois de o sol se esconder. Foi o suficiente. Descobrimos muitos cantos e esquinas desconhecidos, vimos pescadores preparando suas embarcações para o trabalho do dia seguinte, peixes frescos recém pescados sendo oferecidos nos restaurantes, crianças brincando e jogando bola, idosos se divertindo com um bom carteado, pessoas pintando e reformando suas casas e hospedagens para receber a manada de turistas que aportariam na ilha em menos de 2 meses, enfim, a vida acontecendo como ela é realmente! Nada ensaiado, nada que não fosse um retrato fiel daquele cotidiano. Tudo temperado com uma simplicidade encantadora e permeado pelos belos visuais já tão redundantemente enumerados. E desse modo, quase tocando a felicidade, encerramos mais um dia na Croácia.

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Na manhã seguinte, com o clima perfeito, e o sol colorindo todos os cenários, partimos para o fantástico passeio de speed-boat às ilhas de vis e bisevo, o passeio das 3 grutas. Inicialmente, me programei para incluir esse relato dentro deste post mas, como já escrevi muito, e também pela quantidade de fotos espetaculares tiradas nesse tour, então dedicarei um capítulo exclusivo para contar a experiência. Será o próximo então. Encerro este, com uma foto do pôr-do-sol que testemunhamos no nosso segundo dia no paraíso…

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Do Rio pro Mundo

12 pensamentos sobre “Hvar: Uma autêntica ilha da fantasia!

Juan VazquezPublicado em  11:31 am - set 12, 2014

Parabéns, Felipe!
Texto e fotografias maravilhosos!

GustavoPublicado em  4:10 pm - set 12, 2014

Felipe, muito bonito mesmo.. conheço Dubrovnik, que considerei fantástica.. com essas vistas, a croácia tá com tudo no panorama turistico internacional.. agora gostaria de saber: vc achaou que os vinhos já estão no mesmo nível de outros países mais tradicionais europeus? Abraço.

    Do Rio pro MundoPublicado em  4:25 pm - set 12, 2014

    Prezado Gustavo,

    apesar de ter encontrando alguns vinhos surpreendentemente agradáveis, acho que o nível dos vinhos Croatas, que não é ruim, ainda está bem distante do de regiões vinícolas europeias mais famosas e tradicionais como a toscana, bordeaux, borgonha, rhône, alsácia, Douro ou rioja, apenas para ficarmos em regiões mais conhecidas.

    Os vinhos brancos me surpreenderam positivamente, com boa acidez e frescor, além de aromas cítricos e florais bastante agradáveis.

    Um grande abraço e obrigado pela visita.

verlainePublicado em  8:17 pm - set 20, 2014

Essa postagem de Hvar está fenomenal. Fotos preciosas e texto diferenciado. Um dos melhores blogs da rede. Parabéns.
Uma duvida: 2 dias e 1 noite da para ver bem essa ilha?

    Do Rio pro MundoPublicado em  8:24 pm - set 20, 2014

    Obrigado Verlaine.
    Esse tempo que vc planeja eh o mínimo para conseguir extrair algo. Se puder, chegue pela manhã e saia a tarde. O problema é que em Hvar Town, os catamaras para Split saem as 6 e 45 e 7 e 45 da manhã. Entao, para voltar no final da tarde, vc teria que contratar um transfer privativo. Desse modo, considere ficar na ilha por 2 noites. Valerá a pena. Te garanto.

LauraPublicado em  9:07 pm - jan 22, 2015

Mais uma vez parabéns e muito obrigada pelo post e fotos maravilhosos!

vera luciaPublicado em  4:53 pm - fev 4, 2015

Vou para Croácia em maio e estou curtindo os seus relatos. Estou seguindo a sua rota pela Croácia e não encontrei o site sobre a sua visita a Mostar e Sarajevo. Após Hvar você diz ” ainda fiz uma incursão de 3 dias na Bósnia-Herzegovina”. Como encontrar estas informações.
obrigada
vera lúcia

    Do Rio pro MundoPublicado em  6:07 pm - fev 4, 2015

    Oi Vera.

    Obrigado pelos seus elogios. Você não está encontrando porquê ainda não publiquei esses posts. Estou nesse exato momento escrevendo e preparando o de Sarajevo, e depois farei o de Mostar. Em breve estará disponível no site.

    Um abraço. Felipe.

MárciaPublicado em  3:05 am - jun 16, 2015

Oi Felipe, boa noite.
Parabéns pelo blog.
Dicas excelentes, texto gostoso de ler… uma viagem…

É possível fazer um passeio de um único dia incluindo: vis, bisevo e komiza e Brac/Bol?
Ou: existe um passeio de meio dia para Bol (Zlatni Rat)?

Obrigada,
Márcia (Rio de Janeiro)

    Do Rio pro MundoPublicado em  7:22 am - jun 16, 2015

    Olá Marcia, obrigado pelos elogios.

    Olha, vai ser muito difícil vc conseguir isso. Em tours regulares com certeza não. Se vc contratar e fechar um barco particular talvez desse mas mesmo assim vc ficaria tao pouco tempo em zlatni rat que não valeria à pena.

    Sobre o tour de meio dia em Brac/bol eles nao fazem. Pois eh quase uma hora de navegacao entre hvar town e bol e ai eles ficam o dia para as pessiloas curtirem a praia.

    Um abraço.

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