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Brasileira, solteira, num cruzeiro pelo Alasca. (Por Alline Oliveira – convidada)

Brasileira, solteira, num cruzeiro pelo Alasca. (Por Alline Oliveira – convidada)

* A Alline é uma grande amiga que mora há quase 8 anos na Califórnia, mais especificamente em San Diego, e se amarra em viajar. Mês passado ela me mandou um email dizendo que estava fazendo um cruzeiro pelo Alasca. Não tive dúvidas e pedi pra ela fazer um post sobre essa experiência. Vamos ver o que ela tem pra contar. …

“O Cruzeiro para o Alasca é um típico enlatado americano. Profissionalismo e infraestrutura de altíssimo nível, tudo de excelente qualidade e bem preparado para que não haja aborrecimento, até no meio do nada. Eu comprei um pacote de 7 dias que sai de Vancouver, no Canadá, e vai até Anchorage, no Alasca. Paguei US$1.700,00 (mil e setecentos dólares) por uma cabine para duas pessoas. Mas fui sozinha porque acabei de me separar do meu marido. Yes! Fui sozinha. E graças a Deus não me arrependi.

imagem 1 alasca

Saímos de Vancouver no final da tarde e, já no dia inicial começaram as primeiras surpresas. No verão, os dias nessa extremidade do mundo são muito mais longos. Eram mais de 10 da noite e o céu ainda estava claro como 3 da tarde (veja a foto acima). Por mais que a gente já saiba que é assim, é muito impressionate ver com os próprios olhos.

Outra coisa que começava a me impressionar era a vegetação, uma floresta imensa e constante de pinheiros muito altos e densos. Um verde absurdo. Eu sinceramente esperava ver só gelo. E mais um terceiro detalhe que também me surpreendeu logo de cara. O cruzeiro pro Alasca não é constituído só de gente da terceira idade. É uma mistura perfeita de várias faixas etárias e perfis. Ou seja, tinha sim muita gente da minha idade, entre 30 e 40 anos.

O segundo dia do foi todo no mar, subindo a costa oeste canadense rumo ao norte. Para quem tem um trabalho estressante como o meu (praticamente todo mundo da classe média), um dia inteiro para ficar de pernas pro ar num navio é simplesmente um sonho.
Estava ‘hospedada’ no Sapphire Princess, de bandeira e qualidade inglesas. Dispõe de dez jacuzzis, seis piscinas, internas e externas, quadra poliesportiva, pista de jogging, spa e academia completos, shopping, teatro, cinema ao ar livre, cassino, restaurantes, bares e boates diversos. Enfim, tudo que alguém precisa para não correr o risco de ficar entediado. Páginas e mais páginas de atividades diárias, para todas as idades e gostos.

Como atividades básicas, eu escolhi jacuzzi, corridinha, gastronomia (vulgo, comer igual uma louca), academia, mais jacuzzi e outra corridinha. Também fiz uma horinha de acupuntura, de algas desintoxicantes, e uma terceira aula sobre como preparar o Gravlax, um salmão típico dos países nórdicos que é cozido por 3 dias sem utilização de fogo, só na acidez do limão e do sal. Delicioso e muito comum no Alasca. À noite eu fui à um show de comédia no teatro do navio e depois para o jantar à francesa em uma mesa que eles preparam com uma galera da mesma idade que a sua. Veja a foto do navio atracado na cidade de Juneau.

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Depois do jantar, são oferecidas várias opções de entretenimento, como num típico cruzeiro americano. Shows, blackjack, karaokê, anos 80 na boate, bingo, trívia, etc… Mas eu vou ser bem sincera com vocês, para uma brasileira, solteira, na minha idade, cheia de vinho na cabeça, o melhor mesmo era ir ler mais um capítulo do meu Dan Brown (Inferno) e dormir o sono dos justos. E foi o que eu fiz. As vezes, nossas opções não são as mais óbvias.

No dia seguinte, acordei já atracada no extremo sudeste do Alasca. Estava cheia de expectativas para saber o que me aguardava. Tomei o café da manhã do navio e então desci. A primeira imagem foi bem diferente do que eu esperava. Uma cidadezinha super bonitinha, toda colorida chamada Ketchikan, expremida pelo mar de azul brilhante ao pé de uma montanha gigante, super verde e imponente. As atividades principais para turistas na cidade são fishing, shopping, degustação de salmão defumado, caminhadas ao redor de um riacho muito lindo que corta a cidade, apreciando as reproduções dos tótens de madeira que os nativos criavam para exaltar seus ancestrais, e também subir de bondinho a montanha para fotografar a cidade lá de cima.

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A visita a Ketchikan foi bem rápida, no começo da tarde já estavamos embarcando de volta para continuar a viagem. Após várias outras horas de navegação, no caminho, pelas 6:30 da tarde, no exato local previsto pelo roteiro, lá estavam as baleias. Se exibindo fora d’água para nós turistas. Impressionantes e muito difíceis de fotografar. O melhor foi só admirar mesmo. No terceiro dia, chegamos à capital Juneau.

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Uma cidade maiorzinha, mas ainda bem pequena. A capital do Alasca é do tamanho do Leblon? Talvez, no máximo. Me surpreendi de novo. A atividade principal da cidade é a trilha ao topo do Mount Roberts, onde você finalmente vai ver gelo.

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Ou então um passeio de helicóptero até a geleira mais próxima. Subi de bondinho a montanha e fiz a trilha lá de cima. Visual deslumbrante de uma floresta extremamente úmida, pois chove horrores durante o ano.

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E descobri que salmão adora uma chuva. Na reserva florestal, lá de cima, assisti um filminho sobre a história do Alasca, de como os nativos chegaram ali vindo da Asia, passando pelo estreito de Bhering e depois como os russos colonizaram a região há 500 anos. O filminho mostra como os russos foram pacíficos, só interessados pelas peles de animais, o que escambeavam por armas e metais. Depois vem a história da venda do Alasca pelos russos para os americanos 200 anos atrás, por uma pechincha irrisória. Erro estratégico!

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Os americanos, ao contrário, foram altamente cruéis, apossando-se brutalmente das terras dos nativos, matando todos os que não aceitavam ser catequizados, queimando seus templos e dizimando todo e qualquer vestígio de cultura local. Imperialistas como sempre. Queriam o ouro do Alasca. E essa foi a razão da fundação da próxima cidade do roteiro no quarto dia. Skagway, localizada ainda no braço sudeste do estado, tem o estilo faroeste. Extremamente preservada com fachadas de prédios ainda originais do século retrasado! Foi criada na corrida do ouro, e hoje vive do turismo. Atividades na cidade também são hiking, rafting e um passeio pelo trem que ajudava os garimpeiros a subirem a montanha gelada e alcançarem as margens do rio de ouro que fica já no lado do Canadá.

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Finalmente no quinto dia chega o grande momento da viagem. A visita ao parque nacional Glacier Bay. Uau! Valeu a pena esperar. Foi a primeira visão condizente com o que eu imaginava de e sobre o Alasca.  A reserva tem um colorido impressionante. Misturas de vários tons de azuis, verdes, marrons e, claro, o majestoso branco que só existe alí. Branco das nuvens, das montanhas, dos icebergs desgarrados flutuando pela baía e o grande branco colossal das geleiras. Quanto maior a densidade do gelo, maior a sua coloração azul radiante de profunda beleza. O gelo sob grande pressão absorve a luz de frequência baixa (vermelho) e reflete a de frequência mais elevada (azul).

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Toda a baía era coberta de gelo no ano de 1766, quando recomeçou o mais recente processo de degelo e que formou hoje as 7 geleiras remanescentes da Glacier Bay. Uma curiosidade é que só as geleiras que estão em movimento é que são brancas. As que estão estagnadas, estão cobertas de terra e pedras sedimentadas e se parecem exatamente como uma montanha, mas são gelo por dentro.

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A Marjorie Glacier, da foto acima, se move a 1 metro e meio por dia. O cruzeiro pára bem pertinho da face da geleira e você consegue facilmente ver e ouvir os pedaços de gelo caindo à sua frente a praticamente a cada 15 minutos. O barulho é estrondoso! Mesmo um pequeno pedacinho de gelo quando cai das alturas gera uma onda de ecos entre o mar e as paredes das montanhas que se assemelha a uma trovoada aterrorizante. Agora imagina quando desgarra uma estalactite gigante lá do topo da geleira e ela se espatifa no mar. A comoção no navio é total. Um grande chafariz de água e pedaços de gelo jorram de volta por vários andares de altura em frente aos nossos olhos. E então vem o longo trovão. Roarrrr!!!!! Uma grande salva de palmas e de ovas se segue rapidamente pelo navio inteiro. Que espetáculo de integração do homem com a natureza.

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Visitamos outras geleiras nos últimos dias da viagem. Incluindo a magnífica College Fjord, da foto abaixo. E então atracamos no porto de Whittier perto de Anchorage, a maior cidade do Alasca, situada ainda ao sul, porém mais no centro do estado. Alí o navio faz meia volta e embarca novamente para Vancouver, mas Whittier era o meu porto de desembarque.

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Anchorage é uma grande e típica cidade americana, com highways, shoppings, downtown, quinta avenida, hotéis de luxo, etc. Eu gostei muito do passeio de bicicleta pela sua orla, da visita ao mercado ao ar livre, com várias opções de salmão para comer e da caminhada pelo Salmon Creek, um riacho cristalino onde se pode apreciar o salmão vivendo livremente, selvagem, in natura, no meio da cidade.

Em Anchorage eu descobri em um filme que a Aurora Borealis não é um fenomeno que pode ser visto de qualquer forma pelos turistas. Necessita de céu aberto e noites escuras, o que não acontece no verão do Alasca, além de ser ainda muito desconhecido e imprevisível, pois depende de furiosas erupções solares para acontecer.

A minha viagem se encerrou em Anchorage, mas eu apenas comecei a desbravar as surpresas desse lugar que se auto denomina “A última fronteira”. Para quem quiser ainda mais aventura é só continuar seguindo ao norte de Anchorage, pois o Alasca ainda tem muito mais a oferecer, como por exemplo, a tradicional corrida de huskies siberianos de Iditarod e a reserva nacional de Denali, onde se pode ter a verdadeira idéia do que é a vida selvagem do Alasca e ainda, quem sabe, até se deparar com um autêntico esquimó. Mas estes são assuntos para uma outra vinda. Quem sabe?

Eu me despeço por aqui. Esta é a última noite da minha viagem em que eu aproveitei para escrever esse post no blog do meu grande amigo Felipe. Mas vou dormir agora porque são duas da manhã e por aqui já está amanhecendo.”

Valeu Alline, ótimo relato! Aguardo o seu mega guia de Las Vegas, conforme prometido, pois sei que é uma cidade que você conhece como a palma de sua mão, já tendo lá estado mais de dez vezes. Estamos no aguardo… Obrigado.

Do Rio pro Mundo

39 pensamentos sobre “Brasileira, solteira, num cruzeiro pelo Alasca. (Por Alline Oliveira – convidada)

AllinePublicado em  5:21 pm - jul 14, 2013

Oi Felipe!
Ficou muito legal!!
Grande ideia essa sua de convidar amigos pra postar no seu blog tambem. Acho que vai animar ainda mais isso aqui
😀

Alline

DaniellyPublicado em  6:07 pm - jul 14, 2013

Adorei seu post Alline, muito informativo, da mesmo vontade de visitar o Alaska. Parabens por ter ido a essa cruzeiro sola… Fez muito bem de ter ido… O fato de voce estar lendo um livro, creio que refletiu no seu post, algumas das descricoes que destes parecem mesmo sair de um livro. Good job!!

cleusa maria de oliveiraPublicado em  10:51 pm - jul 14, 2013

adorei…

BrasiliensePublicado em  9:45 pm - jul 16, 2013

Muito bem escrito o texto e ótimas as fotos. Depois faz um relato das aventuras em Montevidéo, rsrsrs. Parabéns!

antonioPublicado em  9:48 pm - set 30, 2013

M ,uito bem postado sua viagem ao Alasca. Eu e minha esposa faremos esta viagem saindo de Seattle. Minha pergunta è se este passeio è feito inside com passagem por dentro da baia ? Meu navio sera Celebrety Solstice .Grato

Helena SanadaPublicado em  9:22 pm - out 11, 2013

Viajei com a Alline nesta viagem que é um dos meus sonhos. Texto muito claro e bem escrito e fotos lindas. Parabéns!

JaninePublicado em  12:57 pm - fev 4, 2014

Você usou alguma agencia de turismo para fazer o passeio ? Pode me indicar ?

    AllinePublicado em  7:56 am - fev 12, 2014

    Oi Janine!

    Não usei agencia nao… Comprei as passagens aereas no Expedia.com e a cabine do cruzeiro pelo site do SaphirePrincess.com.
    Fiz o translado aeroporto-Porto de embarque de metro mesmo…

PauloPublicado em  2:10 am - mar 5, 2014

Oi Alline, gostei muito do seu relato.
Estou pensando em fazer essa viagem no ano que vem.
Muito obrigado pelas informações !

Paulo

matheus pessinPublicado em  3:43 pm - abr 25, 2014

Muito legal.

Estou indo para o Canada na próxima semana e farei este mesmo cruzeiro, qual foi sua média de gasto fora do navio com passeios.

Grato

    AllinePublicado em  9:23 pm - abr 25, 2014

    Oi Matheus!
    Bom saber que o post foi util pra voce!
    Eu sou uma quebrada, e portanto gastei ZERO dollars fora do navio heheheheh
    Comprei somente souvenirs mesmo, e fiz todas as trilhas dos passeios. Que sao gratuitas.
    Na verdade voce vai poder gastar o quanto quiser fora do navio. Tem passeios de helicoptero maravilhosos para as geleiras, que sao mais salgadinhos, se voce quiser. Tem tambem as compras, que brasileiro sempre adora fazer.
    Mas no geral, nao precisa gastar com nada porque o navio tem tudo e fica sempre aberto e disponivel nas paradas.
    Agora gastar dentro do navio, isso sim, eh certeza. Cassino, bebidas, spa,… um monte de opcoes extras que tem que ser pagas a parte.
    😀

    Por favor, nao deixe de postar o seu relato da viagem aqui pra gente na sua volta ok? Ja to curiosissima!!
    Alline

Camila HeroPublicado em  7:17 pm - maio 25, 2014

Olá Alline ! Hoje vi uma matéria no canal Arte 1 onde falava sobre cruzeiros para o Alasca e fiquei muito interessada. Na matéria não vi quais as empresas que faziam este trajeto e acabei fazendo uma busca pela net e chegando até este post. Gostei do seu depoimento e relata um pouco do que foi dito na matéria. Estou no Brasil, sabe me indicar alguma empresa aqui que faça ?? Obrigada !

Vera Lucia Aparecida da Silva NascimentoPublicado em  3:15 am - set 5, 2014

Olá Aline achei o máximo o seu relato, estou pensando em fazer esta viagem , com o seu relato só me fez criar mais coragem, só tenho duvidas quanto a comunicação, mas acho que dará certo, bjos e foi muto bom ler !
Vera

Silvia Regina Barsanti belchiorPublicado em  12:08 am - set 7, 2014

Oi Aline . Gostei bastante do seu post. Tenho muita vontade de conhecer o Alaska. Adoro o frio e neve. Não tenho problemas em viajar sozinha, aliás prefiro e gosto muito. Vc acha que fazer esta viagem de cruzeiro pro Alaska sozinha é legal???

    AllinePublicado em  1:54 am - set 7, 2014

    Oi Silvia!!
    Obrigada pelo comentario!
    Olha, viajar sozinha eh diferente de viajar acompanhada. Eu acho que as duas coisas sao maravilhosas. Eu nao vi o MENOR problema em fazer esse cruzeiro pro Alasca sozinha nao. Me diverti muito. Como diz o meu filho, “Eu nao estou viajando sozinho nao mae, tem um monte de gente la tambem” 😀
    Agora quanto a frio e neve, o cruzeiro so’ funciona no verao, e no verao la nao tem neve e nem eh frio heheheheh

CharlesPublicado em  4:51 pm - nov 19, 2014

Ola Alline, parabéns pelo post, ótimas informações.
Queria tirar uma duvida com vc, o visto americano eles só pedem quando chega no alaska ou ele exige no embarque? Pois estou em vancouver, mas nao tenho visto americano e tenho muita vontade de conhecer o Alaska. E tem um conhecido meu que me falou que já fez um passeio para o Alaska e nao desembarcou na primeira cidade e depois fez todo os outros passeios. Vc acha que é possível?
Desde já agradeço!

    AllinePublicado em  12:00 am - nov 25, 2014

    Oi Charles!

    Eu nao sei te responder nao…
    Eu nao tinha problema de visto americano, por isso pude desembarcar em todas as cidades. Eu sei que se voce pode ficar menos de 24 horas num pais sem visto, mas eu acho melhor se informar muito bem com a agencia do cruzeiro. Eles exigem o visto antes de entrar no navio sim, com certeza…
    Alline

Marialcina gomes palermoPublicado em  11:17 am - jan 12, 2015

Aline td bem? PArabens pelo blog . Irei no final de maio para o Alasca , gostaria de saber quais roupas devo levar? Sei que são todas roupas impermeáveis , mas tenho condições de comprar lá? E no navio é mto formal? Me esclareça por fv!
Beijos

    AllinePublicado em  6:04 pm - jan 13, 2015

    Oi Marialcina!
    Que bom que voce gostou do post. Nao precisa de roupas impermeaveis nao. Mesmo se voce for fazer a visita de Helicoptero para a geleira mesmo assim pode ir com roupa de frio normal.
    Tem shopping la sim, com certeza, alem de q roupa e’ muito mais barato. O unico problema e perder tempo com isso…
    Alline

Marialcina gomes palermoPublicado em  1:27 am - jan 14, 2015

chego em SeAtlle dia 27/05, vou para o Alasca dia 31 com o navio, dia 02/06 chego em Ketchikan as 6:30 AM e saio as 15:00hs Pm .
Dia 03/06 chego as 5:00 hs AM em Tracy Arm Fjord m sAio as 9:00 AM
Dia 03/06 chego em Juneau as 11:30 Pm e saio as 22:00 Pm
Dia 04/06 chegada em Skagwai as 6:00 AM e saúda as 5:00 Pm
05/06 At Sea
06/06 Victoria 7:00 Pm e saída 11:59 Pm
07/06 Seatlle 7:00 AM
Quais lugares imperdíveis dentro desse roteiro? Depois ficaremos 7 dias em Vancouver ! Beijo e obrigada

AllinePublicado em  4:45 am - jan 14, 2015

Legal Marialcina!
Tudo aquilo que eu sugiro mesmo dentro do que eu fiz, eu coloquei no post. Tem varios outros passeios que custam extra, e sao bons, mas eu curti muito mesmo sem pagar nenhum extra.

Marialcina gomes palermoPublicado em  1:11 am - jan 15, 2015

Eu vi, seu roteiro foi esse né? Vou fazer o mesmo passeio kkk, espero curtir tanto qto vc,mtenho um pouco de receio pois já tenho 62 anos, mas acho que dá para encarar o frio né? Beijo

Viagens inusitadas: Cruzeiro no Alasca | Nayara PinheiroPublicado em  4:59 pm - jan 20, 2015

[…] é bom que tira bastantes dúvidas! Mas foi ao ver as fotos da geleiras postadas nesse blog aqui que eu me apaixonei pelo […]

Marialcina gomes palermoPublicado em  5:30 am - jan 29, 2015

Olá Aline td bem? Com certeza publicarei sim, vc tem me ajudado mto! Me oriente: preciso kevar botinha especial para caminhar por lá? Tipo timberlan? Ou tênis supre as necessidades?
Bjo

Fabian R. CaetanoPublicado em  10:29 pm - mar 16, 2015

Oi Aline,

Demais seu relato. Tenho como um de meus destinos a ser visitado o Alaska. E sozinho como você, pois também me divorciei. Comentei com meu pai no início do ano, e adivinha ?! Ele vai com minha mãe. snif. Não foi dessa vez. Mas encaminhei para ele ir conhecendo um pouco da história.

Parabéns pela viagem e adorei a história.

Marialcina gomes palermoPublicado em  12:24 am - mar 29, 2015

Olá Aline qto tempo né? Minha viagem está se aproximandooooo, confesso que estou preocupada com as roupas, acho um porre enfrentar navio, excursão e ainda mais com frio né? Vc recomenda levar uma botinha do tipo timberland? O pior que essas coisas são pesadas, e a noite ainda tem os benditos jantares no navio! Não gostaria de levar MTA coisa,mas estou vendo que é meio impossível , vc acha que dá para encarar um jeans nos passeios? Ou melhor calças impermeaveis ( acho outro porre)?
Aguardo suas orientações !
Marialcina

    AllinePublicado em  1:48 am - abr 1, 2015

    Oi Marialcina!
    Acho que voce pode ficar tranquila e levar somente tenis e calca jeans mesmo. As poucas trilhas sao super tranquilas e nao vai precisar de nada especial nao. Pode ficar tranquila!

    Boa Viagem pra voce! E nao se esqueca de escrever pra gente quando voltar contando tudo o que aconteceu ta?
    Abracos!
    Alline

Marialcina gomes palermoPublicado em  11:49 am - maio 17, 2015

Bom dia Aline , minha viagem está chegando… E cada vez que leio sobre trajes fico mais confusa ainda…juro que não sei montar uma mala com poucas peças de
Roupas incluindo no roteiro o ALASCA! Vc que esteve lá , diga-me se possível, o necessário para curtir o Alasca e o navio sem levar a casa junto? Só o navio já é um porre e já enche a mala, e o resto? Confesso que estou confusa e cheia de dúvidas!
Beijo e mto obrigada pela ajuda!
Marialcina

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