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Dicas de viagem para Berlin, Ich liebe dich! (Parte 1)

Dicas de viagem para Berlin, Ich liebe dich! (Parte 1)

Berlin, Wie geht’s? Ich Liebe Dich! Assim, de pronto, declaro a ela todo o meu amor e começo o relato com as minhas impressões sobre essa espetacular capital européia que, seguramente, não deixa nada a dever aos outros principais grandes centros urbanos de referência no continente, como Paris, Londres ou Roma. Já estive algumas vezes em todas essas outras cidades e não vejo como Berlin possa deixar de ser tratada em pé de rigorosa igualdade com as mesmas. Tenho certeza que os brasileiros ainda não a descobriram em peso, como roteiro principal no velho mundo, ao contrário do que já fizeram com a França, com a Itália e com a Inglaterra. Mas já passa da hora de dar a Berlin, e à própria Alemanha como um todo, o valor e a importância que ela deve ter como destino essencial, imperdível e até para servir como viagem inaugural à Europa. E Por que não?

foto post berlim

Cidade monumental, belíssima e muito bem cuidada, está em constante desenvolvimento e mirando com força o futuro que, para ela, já chegou! Mas, simultaneamente, tem olhos atentos e amadurecidos frente a seu passado próximo, protagonista que foi de tantos capítulos fundamentais (a maioria deles lamentáveis) da História do Mundo, mormente no século XX. Sempre em obras, com altíssimos guindastes nas ruas, locais com desvios provisórios e semi interditados, está em constante reconstrução. Isso faz todo o sentido, marcada que foi por tantas destruições, bombardeios e divisões impostos no passado, já tendo aprendido a se reerguer e a se reinventar, cada vez mais forte do que antes, como uma autêntica fênix da prússia.

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Berlin é uma epidemia de entusiasmo altamente contagiosa. Que te conquista e te cativa. Aos poucos, é verdade. Como um amor construído. Mas, de uma forma que não vai mais embora! Quando se chega aqui pela primeira vez é natural e previsível que o visitante inicie a jornada com um pé atrás e acabe esbarrando no idioma que, de fato, funciona como uma tremenda barreira. Não dá pra entender nada, nem sequer tentar pegar o sentido da frase. A menos que você tenha sabiamente se dedicado ao estudo da língua de Goethe, essa sopa de consoantes e de sílabas tônicas que é o idioma alemão te intimida e te deixa perdido, sem saber o que dizer. Pior ainda quando o seu interlocutor não fala inglês (taxistas em geral e pessoas mais velhas) o que, graças a Deus, não é a regra. Nesses momentos surge uma curiosa situação, de silêncio forçado misturado a um gestual quase ridículo e semi tribal, onde você começa a fazer mímica e fica a desenhar com as mãos no ar, algo que suponha que a pessoa vá entender. Sensacional!

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Mas, este fato concreto, com o passar das horas e dos dias vai perdendo grande parte de sua importância, pois a cidade, lentamente, vai te oferecendo outras formas muito eficazes de comunicação, através dos sentidos, se fazendo entender por completo pela visão, pelo olfato, pelo paladar, através da audição e também pelo tato. À guisa de exemplo do que afirmo, nada como avistar o imponente portão de brandemburgo, de dia ou à noite, provar um currywurst com cerveja, sentir o aroma inebriante das flores e dos parques, ouvindo música clássica, rock, pop e jazz, na performance de maravilhosos artistas de rua que enfeitam esse local mágico, ou da própria filarmônica de Berlin se você tiver sorte, simplesmente a melhor orquestra sinfônica do mundo! E, finalmente, poder tocar a cidade, deitando em seus muitos gramados, como fazem os berlinenses e absorvendo raios de sol e de energia em frente ao Reichstag, no Lustgarten ou em tantos outros sítios para este fim. Foto do Reichstag e sua bela cúpula abaixo:

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Eu elejo Berlim para qualquer cargo que ela queira ocupar. Talvez você ainda não pense assim. Então, vejamos se consigo convencer os leitores também a dar-lhe os seus votos de confiança e de admiração.

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Para uma visita minimamente eficiente, não recomendo uma permanência menor do que 04 noites, pois há muito para se ver e descobrir. Nada impede, entretanto, um total de 1 semana inteira ou até de 10 dias. Ainda assim, o tédio e a falta do que fazer passarão ao largo. Berlin tem dois aeroportos, o Tegel, mais perto e o Schönefeld, (antigo aeroporto da época da alemanha oriental) por onde eu cheguei, um pouco mais distante, a cerca de 23 km do centro. Em ambos os casos, vindo de avião, a melhor opção é um táxi de e para o seu Hotel. Do Tegel custa entre 15 e 20 euros e de Schönefeld uns 35 euros. Este também é servido pelo metrô e por linhas regulares de ônibus.

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Foi a minha segunda vez na cidade. A primeira foi com um grupo de 04 amigos no decorrer da Copa do Mundo de 2006, quando aqui estivemos 02 noites, por ocasião da partida inaugural da seleção brasileira, disputada no estádio Olímpico, com magra vitória de 1×0 sobre a Croácia, golaço de Kaká. Gostei tanto que desde então sempre planejei voltar e, agora em 2013, tive finalmente a chance de fazê-lo e apresentá-la à Karine. Voamos TAP saindo do Rio e, após uma escala em Lisboa, chegamos na Alemanha no meio da tarde de uma segunda feira ensolarada de junho de 2013. Bem, na verdade, para não me fazer redundante, devo dizer uma única vez que o sol foi um companheiro absoluto e ininterrupto nesta nossa visita a Berlin, abrilhantando e esquentando ainda mais todos os nossos trajetos.

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Deixadas as bagagens no quarto do hotel, iniciamos imediatamente nossa peregrinação. Ficamos no suntuoso Adlon, com uma reserva feita quase um ano antes e que nos garantia uma tarifa bem mais em conta neste luxuoso lugar espetacularmente localizado defronte ao portão de Brandenburgo e muito perto do Tiegarten e do parlamento. Outras boas sugestões de locais para hospedagem são na àrea da Potszdamer Platz, no Mitte, que é um charmosíssimo bairro berlinense, um pouco menos cheio de turistas e ainda a região da Kurfürstendamm, onde fiquei na primeira vez.

Na nossa tarde inaugural, feito o check in, deixamos o hotel e de cara passamos pelo impactante monumento e museu do holocausto. Entrada franca. Aqui, há uma praça com dezenas de fileiras de blocos de concreto em formato de lápides simulando um cemitério, representativo do triste extermínio dos judeus e outros grupos étnicos no período da segunda guerra mundial. Forte o simbolismo aqui dessa cena histórica de infâmia e de memória obrigatória para que não mais se repita. No subsolo, o museu, que conta detalhadamente os horrores experimentados pelos refugiados durante sua permanência à espera do fim nos terríveis campos de concentração nazistas. A visita nos faz lembrar como o ser humano por vezes pode se distanciar tanto do que mais o diferencia dos animais, optando por usar sua inteligência para o mal absoluto e injustificável! Abaixo, foto do monumento.

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Em seguida, fomos dar uma relaxada e caminhamos pelo famoso boulevard da parte leste da cidade chamado Unter den Linden, percorrendo-o desde o portão de brandenburgo ate a Alexander Platz! Muito agradável o trajeto por aqui, com muito comércio e restaurantes. Tem jardins para passeio no meio da avenida que conferem um ar estiloso ao local. Contudo, a cidade está com muitas obras, e esta parte, no momento, é uma das mais afetadas e transformadas, com interdições para reformas de estações de metrô e de diversos prédios e monumentos. Assim, o visitante tem que ter um pouco de paciência e espírito esportivo para driblar os desvios e as barreiras. Nada que impeça o passeio. Esse boulevard se cruza com outra rua muito importante, a Frederickstrasse, que tem as lojas de grife, os restaurantes e corta a cidade de norte a sul.

Neste trecho, passamos ainda pelo delicioso e obrigatório Lustgarten, ao qual voltamos várias vezes depois inclusive, ladeado pelo Domo protestante de Berlin e pela ilha dos museus, que funciona como um misto de jardim e parque onde os berlinenses e os turistas ficam sentados ou deitados na grama, tomando sol, conversando, namorando, assistindo a performance de vários artistas de rua e observando a vida acontecer. Um luxo de programa! Gaste tempo aqui, desde que, obviamente, você venha à cidade em uma época em que o clima permita esta extravagância.

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Depois, seguimos adiante e chegamos até a famosa Alexanderplatz, que tem uma fonte com esculturas de bronze que me pareceram fazer menção a Netuno e a torre de televisão muito conhecida que serve de ponto de referência da cidade. Ficamos sentados aqui por uns 15 minutos observando o movimento. Não subimos na torre, mas, se assim desejar, há essa possibilidade para avistar o panorama local pelo alto.

Sem perceber, nos demos conta que estávamos com fome e, como já era noite, embora muito claro ainda, fomos em busca de uma indicação de restaurante que tinhamos, caminhando pelo agradabilíssimo bairro do Mitte, atrás da Alexanderplatz, em uma zona mais residencial, de restaurantes, de reunião de gente jovem e um pouco menos menos turística. Aconselho ao viajante uma caminhada relaxada por aqui, passando por trás da ilha dos museus e se perdendo nesta zona. Fomos jantar no restaurante chamado pauly saal, que fica dentro de uma escola de meninas judias bem antiga no bairro do mitte! Abaixo, foto do Mitte, já na museum insulen e com vista da torre:

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Aberto em 2011 ótimo em comida alemã tradicional com boa carta de vinhos! Um pouco caro, contudo. Menos frequentado por turistas e mais por locais! Dificil de achar porque não tem uma grande chamada/letreiro na rua, devendo-se entrar na escola e virar à esquerda. Conta também com um agradável bar para drinks. Após o jantar, retornamos ao hotel e tiramos as fotos do portão iluminado à noite em frente a parisier platz. Belo!

No segundo dia, iniciamos com algo que não costumamos fazer, mas aqui achei interessante para termos um panorama geral (leste x oeste) da cidade que já foi dividida no passado por um muro. Compramos os bilhetes dos ônibus de dois andares, tipo sightseeing, válidos por 2 dias (24 euros)e partimos para um giro pela grande Berlin. Nota: a linha de ônibus n. 100, bem mais barata, também passa por todos os pontos turísticos de Berlin. Descobrimos isto tarde demais. Após percorrermos um quarto do trajeto total dentro do ônibus, e passando pela residência oficial da chefia do executivo, descemos em frente ao Schloss Charlotensbourg para uma visita.

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Este magnífico palácio situado no bairro homônimo, à Oeste da cidade, foi construído entre 1695 e 1699 no estilo arquitetônico barroco italiano, para servir como residência de veraneio da poderosíssima Monarquia, liderada pela rainha Sophie Charlotte, uma mulher a frente de seu tempo, poliglota e amante das artes, literatura, filosofia e do paisagismo e por seu marido, fruto de um casamento político, o Rei Frederico I da antiga Prússia. Parcialmente destruído por bombardeios durante a segunda guerra mundial, foi reformado e hoje funciona como um museu do palácio, de milhares de porcelanas e de algumas pinturas francesas antigas.

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Destaque para os jardins, muito bonitos e simétricos, bem ao estilo francês, lembrando uma mini Versailles. A visita ao palácio custa 12 euros e lembre-se de pagar mais 2 euros para poder tirar fotos. A visita aos jardins é gratuita e aberta a qualquer pessoa que lá queira estar, turista ou morador da cidade e talvez valha até mais à pena do que o tour pelo prédio. Passeie por lá com calma e aprecie as formas da vegetação e visite o mausoléu na parte leste. Os restos mortais da rainha e do rei estão na Catedral de Berlin.

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Se tiver tempo, faça um pique-nique e contemple os visuais. Por fim, outra questão importante é não confundir essa antiga residência de verão da época da Monarquia, que fica em Berlin e da qual ora conto minha visita, com o Palácio Sanssouci, este a residência oficial dos antigos reis e rainhas da Prússia, que fica na cidade vizinha de Potsdam e demanda um dia inteiro de visita. Infelizmente, no nosso caso, ficou pra outra oportunidade. Mas, caso haja interesse, lembre-se que a referida zona é reconhecida como patrimônio cultural da humanidade desde 1990.

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Após finalizarmos a visita ao palácio de Sophie Charlotte, cruzamos a rua e ingressamos no primeiro museu propriamente dito dos 4 que visitamos na cidade. O maravilhoso, imperdível Museu Berggruen, situado em frente ao palácio. Antes, um breve parênteses sobre visitas a museus, pois conheço pessoas que, por princípio, afirmam com orgulho que detestam priorizá-los em suas viagens.

Com todo o respeito, nada mais equivocado. Realmente, as cidades dos países chamados desenvolvidos, dispõem de um sem número de locais como estes, reunindo os mais diversos temas e acervos, como artes em geral, objetos os mais variados, vinho, cerveja, carros, antiguidades e até museus da tortura, muito comuns na Itália. Cabe ao visitante, evidentemente, identificar o seu interesse, priorizando seus objetivos dent as milhares de opções e dedicar então no máximo um par de horas por vez em cada visita.

Reconheço que estar em um desses locais exige esforço físico e intelectual, o que por vezes acaba sendo bem cansativo. Eu mesmo em certas ocasiões me sinto cansado diante de tanta informação específica e detalhada. Mas, em contrapartida, com um pouco de persistência e determinação, essas visitas seguramente vão transformando uma pessoa, que vai adquirindo cultura e conhecimento em progressão geométrica, algo que nunca mais se perde e fica incorporado em definitivo ao patrimônio imaterial do visitante.

Voltando ao Museu Berggruen, que acaba de ser reaberto, após quase 2 anos fechado para reformas e ampliação, afirmo sem medo de errar que é, na minha opinião, prioridade de visita na cidade. Imperdível! Situado em um belíssimo espaço que conta com 2 edifícios interligados e dispondo de iluminação natural em seu interior, tem uma coleção especial de clássicos modernos, capaz de fazer inveja a qualquer grande museu do mundo, incluindo mais de uma centena de quadros de Pablo Picasso, que funcionam como uma autêntica retrospectiva de sua carreira, contemplando todas as fases. (Nada a dever aos museus dedicados ao artista em Paris e em Barcelona). Essa foto abaixo é a foto de divulgação do museu.

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O museu possui uma valiosa coleção acumulada por Heinz Berggruen, magnata amante das artes, falecido em 2007, e formada por 180 óleos de Paul Klee, Henri Matisse e Paul Cezanne, além de Picasso, a cereja do bolo. Ademais, tem também esculturas desses artistas e do fenomenal escultor suíço da escola surrealista, Alberto Giacometti. Uma recomendação e tanto para quem visita Berlin! Pode confiar…

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Berggruen se exilou de Berlim depois da chegada de Adolf Hitler ao poder, viveu nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial e depois retornou à Europa. Abriu sua primeira galeria em Paris onde começou a coleção que hoje leva seu nome. Se ir a museu não for muito o seu perfil, insista e ao menos visite 2 deles, essenciais, aqui em Berlin. O primeiro é este de que ora falo e o segundo é o monumental Pergamon, sobre o qual dedicarei linhas na próxima postagem. Abaixo, fotos de dois quadros de Henri Matisse, e outra de Pablo Picasso, do acervo do Berggruen.

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Uma outra dica importante é que Berlin dispõe do Museum Pass, que custa 22 euros e, válido por 3 dias à partir da primeira visita, permite o ingresso em quaisquer dos chamados museus públicos, dentre os quais se incluem o próprio Berggruen, cujo acervo foi cedido ao Estado Alemão, além do maravilhoso Pergamon, o Neues de arte egípcia e tantos outros.

Extasiados por este belíssimo programa, saímos do Berggruen e reingressamos no ônibus de dois andares dos turistas, continuando o nosso giro, pois ainda faltava muito pra ver e fazer nesta cidade extraordinária.

Continuo contando no próximo post…

Do Rio pro Mundo

6 pensamentos sobre “Dicas de viagem para Berlin, Ich liebe dich! (Parte 1)

CamilaPublicado em  11:22 pm - jun 24, 2013

Oi Felipe, já fiquei morrendo de saudades de Berlin…q bom q vcs tb amaram essa cidade! Adorei o post!!!! bjs

    Do Rio pro MundoPublicado em  11:28 pm - jun 24, 2013

    Camilinha, Berlin realmente é demais! Pra mim, a melhor cidade da Europa junto com Paris!
    Que bom que vc. gostou do post. Essa semana, solto a continuação… rs
    bjs, Felipe.

AllinePublicado em  7:54 pm - jul 1, 2013

Oi Felipe!!
To aqui no Alaska agora… lembrando de voce 😀
Fico imaginando como seria o seu post quando voce estiver aqui…
hahahah

O lugar eh muito lindo… pode colocar ai no seu to do list.

By the way… nao me senti muito bem tratada em Berlim nao 🙁

    Do Rio pro MundoPublicado em  12:05 am - jul 3, 2013

    Alaska? Bela pedida. Já ouvi maravilhas sobre ele! Tá na lista já, mas antes ainda tem a turquia e praga em setembro, peru e ecuador, croácia e os outros balcãs em 2014.
    O Alaska será visitado até o final desta década, após a Asia e a Oceania! Rs!

    Bjs e saudades.

    Ps: Se quiser, pode mandar um post sobre o Alasca que eu publico suas impressões aqui como ‘blogueira convidada’. Será uma honra!

AllinePublicado em  9:20 pm - jul 3, 2013

hahahahahahaha!!!
A primeira vista, assim que eu li sua resposta, eu pensei de cara, NO WAY!! Sem chances!!
Acabei de separar de vez do Daniel, e estou super rancorosa. Nao tenho nada de bom pra dizer pra ninguem. 😀
Ja era assim antes, agora voce imagina num momento desses… hahahah!!

Mas depois eu comecei a digerir melhor a ideia e agora to me sentindo super desafiada. Acho que vai ser legal…
Vamos combinar assim entao, eu vou escrever o post e voce vai cortar tudo aquilo que voce achar que nao deve ser postado. Voce retoca todos os meus exageros e da aquela amaciada que so’ voce sabe dar… Combinado?
E se por acaso voce achar que nada deve ser postado, que o meu post foge demais do seu estilo, etc… ai voce vai me prometer que nao vai ter cerimonia nenhuma e simplesmente nao vai postar nada. Nao tera o MENOR problema pra mim. De verdade. OK??
Vou fazer o post e te passo depois que a viagem acabar. Vai conferindo as fotos ai no facebook por enquanto 😀
Bju!

    Do Rio pro MundoPublicado em  9:31 pm - jul 3, 2013

    Legal Alline. É claro que eu vou publicar! Vai ser ótimo um post do Alaska com uma ‘colunista convidada! Vai oxigenar o blog. Bacana. Fique à vontade e não perca nenhum detalhe, inclusive dando ênfase às suas impressões pessoais, que acho tão importante quanto as necessárias dicas e o elenco de coisas para fazer.
    bjs. Felipe.

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