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Berlin, auf Wiedersehen… (Parte 2)

Berlin, auf Wiedersehen… (Parte 2)

Dando prosseguimento ao relato de nosso  giro pela Capital da Alemanha, após a visita ao fantástico Berggruen, dedicamos tempo à East Side Gallery, por onde chegamos pelo ônibus turístico. Este espaço é uma proposta diferente de galeria de arte, ao ar livre, a maior do mundo desse gênero, inclusive, e que se estende por cerca de 1.316 metros, no lado leste do antigo muro, em um trecho que foi preservado da demolição. Está localizada próxima ao centro de Berlim, na rua Mühlenstraße ao longo das margens do Rio Spree.

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As 105 pinturas foram estilizadas no próprio muro, em um pedaço preservado especificamente para este fim e feitas após 1990, quando da queda oficial do muro, sendo que os diversos murais correspondem às diferentes visões de vários artistas contemporâneos que aqui deixaram suas respectivas marcas, com esperança de um futuro melhor, mais justo e livre para toda a humanidade. Muito interessante esta dica de passeio, pois não se trata de uma galeria convencional, mas tão somente de um notável espaço a céu aberto, que representa uma ponte artística entre a antiga e a nova Berlin. A pintura mais famosa é a do bizarro beijo na boca do então primeiro secretário do partido comunista, Leonid Brejnev e o presidente da Alemanha Oriental, conforme foto abaixo:

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Prosseguimos a jornada e, como já era final de tarde, fizemos um outro programaço, quebrando um pouco o perfil ‘turistão’. Algo bem típico dos alemães, cidadãos berlinenses, um happy hour em um barzinho/restaurante chamado ständige vertretung (são cinco estabelecimentos um ao lado do outro) tomando cerveja gaffel kölsh e comendo especialidades germânicas, como currywurst com chucrute e salada de batatas. As pessoas vão para lá saindo diretamente do trabalho para dar uma relaxada do expediente à beira do canal  junto ao rio spree, situado na Schiffbauerdamm esquina com Frederickstrasse. Uma delícia! Foto do local, visto de uma ponte próxima. Repare os cinco bares em sequência colados no rio e no canal, diferenciados pelas cores dos toldos. Recomendo muito este programa e repito, típico dos próprios alemães. Nada manjado pelos turistas…

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O currywurst é espécie de prato, bem típico de Berlin e consiste em uma salsicha de porco cortada e temperada com ketchup e pó de curry, acompanhada geralmente por salada de batata e chucrute. Pode ser servido também com batatas fritas. A combinação da salsicha com o curry e o ketchup é muito apreciada na Alemanha, funcionando como um lanche rápido e informal nos bares mas também servido como uma refeição caseira. Fotos da comida e bebida. Destaco também esta cerveja de trigo. Maravilha!:

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Após saírmos do bar, caminhamos de volta até a frederickstrasse no sentido de nosso hotel. Estava um belíssimo final de tarde em Berlin. Sempre claro ainda, pois nessa época do ano somente fica escuro em horário próximo às 22 horas. Cruzamos uma ponte e tivemos uma magnífica visão da torre da Alexanderplatz, iluminada pelo colorido que a natureza fornece nesta hora tão especial do dia.

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A esta altura, caminhamos pelas margens do rio e dos canais, chegando ao Reichstag, por trás, e no exato momento em que o sol se punha. O visual do parlamento alemão, com o enorme gramado que fica em frente, e o domo transparente na parte superior, estava contribuíndo para a formação de uma cena deslumbrante. A Alemanha, uma vez mais, me fazia perder o fôlego, com tanta beleza, organização e imponência. Um pequeno detalhe aqui. Atualmente, a visita ao domo do parlamento, de onde você encontra uma bonita vista da cidade, apesar de gratuita, deve ser imperiosamente agendada de modo prévio pela internet. ( Te dou desde já o link para o site) Não é mais possível chegar lá e entrar. Os horários devem ser escolhidos com bastante antecedência, pois trata-se de uma visita muito concorrida e disputada. Não sabíamos deste detalhe e ficamos de fora. Já conhecia de minha vinda anterior à cidade, mas a Karine ficou na vontade. Uma pena. Então, para evitar que o mesmo ocorra com você, não deixe para a última hora! O horário disponível mais próximo era na noite do dia em que já teríamos partido para a Toscana. Abaixo, foto da Karine em frente ao legislativo germânico:

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Após uma rápida caminhada que contou com uma breve passada pelo Tiegarten, ficamos novamente  defronte ao magnífico portão de Brandenburgo! É o único remanescente de uma série de antigos portões que guardavam a cidade na época do império prussiano. Trata-se do primeiro edificio neoclássico erigido em berlin em 1789/91. Com 26 metros de altura, possui 5 vãos de passagens entre seus arcos, sustentados por 12 imensas colunas doricas (seis de cada lado, respectivamente). Sobre estes arcos, encontra-se a ‘quadriga’, uma estátua da deusa grega Irene, deusa da paz, em uma carruagem puxada por quatro cavalos.

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É sem qualquer dúvida o maior cartão postal da capital alemã e nem poderia ser diferente. Toda vez que passávamos por ele, parávamos e nos punhamos a observá-lo com deferência e admiração. Abaixo, foto em frente a nosso hotel, com a espetacular visão de anoitecer que tínhamos:

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Terminamos o dia tomando um delicioso sorvete Häagen Dasz e voltamos para dormir no Adlon Kempinski, descansando o corpo e principalmente as pernas, que tanto haviam caminhado.

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No dia seguinte, somente pra variar novamente fazia um sol espetacular e saí cedo do hotel para uma corrida pelo Tiegarten. Tipo 6 da manhã, pra ver a cidade acordando. Fantástica experiência! Após meu retorno ao hotel, tomamos o maravilhoso ‘brunch’ e logo saímos, ainda aproveitando o tíquete do ônibus de sightseeing de dois andares, que vale por 48 horas e nele embarcamos em frente ao portão, seguindo até a famosa kurfürstendamm, onde descemos.

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Obrigatório o passeio por este suntuoso boulevard, que concentra as principais lojas de grife e um elegante comércio em geral. São duas largas avenidas, servidas por todas as principais linhas de ônibus e pelo metrô, bastante arborizadas e com belos edifícios com o gabarito de quatro andares no estilo art nouveau. Foi idealizada no século XIX pelo então chanceler Otto Von Bismarck, que havia regressado de uma temporada em Paris e, impressionado com o Champs Elysées, quis que a sua cidade também tivesse um local parecido, criando assim a ‘kudamm’ (como os berlinenses a chamam). Muito agradável a caminhada neste trecho, que conta ainda com ótimos bares, sorveterias e restaurantes.

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Após o passeio pela kurfürstendamm, seguimos o nosso trajeto pré-determinado e fomos direto visitar a loja de departamentos kadewe, o equivalente berlinense às Galerias Lafayete de Paris, à Harods de Londres ou ao El Corte Inglés em Madrid. Além de todos os andares de moda masculina, feminina, infantil e de casa, como de costume nesses centros de consumo, destaque absoluto para os dois últimos andares, com áreas para as lojas de comida e praça de alimentação e um restaurante com uma bela vista. Almoçamos aqui em um quiosque de carnes e grelhados situado no sexto andar, onde comemos uma carne com salada de batatas e vinho branco mosel. Um programão também! Abaixo, foto da entrada principal da kadewe:

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Devidamente alimentados, tomamos um café com trufas compradas no stand da Godiva e deixamos a kadewe sem gastar quase nada! Voltamos ao ônibus turístico e dedicamos o resto da tarde à exploração da fantástica ilha dos museus, quando visitamos dois dos mais espetaculares acervos disponíveis em Berlin! O primeiro, em minha opinião, o principal de toda a Alemanha, foi o sensacional museu Pergamon, imperdível e absolutamente impactante. A entrada principal está fechada para obras e o ingresso atualmente se dá pela  lateral esquerda. Aqui os alemães expõem relíquias arqueológicas da antiguidade, com peças encontradas em decorrência de escavações patrocinadas pelo império e pelo governo alemão.

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Está organizado em 3 partes: uma primeira, logo na entrada, com uma coleção de artes da antiguidade clássica grega, onde se dá destaque absoluto ao fabuloso altar de pérgamo e as portas do mercado de Mileto, além de muitas esculturas gregas e romanas. Abaixo, foto do altar de pérgamo:

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Na segunda ala, o denominado museu do antigo oriente próximo, com relíquias da época das civilizações babilônicas, sumérias e assírias, onde hoje está o Iraque, remontando há cerca de 6000 anos atrás, com destaque para o altar de Ishtar. Aqui, estão expostas ruínas encontradas por escavaçoes alemãs. Monumentos arqueológicos sem precedentes, da era do Rei Nabucodonosor da Babilonia! Não perca o altar de Ishtar, guardado por esculturas de leões, animais sagrados da deusa de ishtar, que tomavam conta do local, evitando a presença de visitantes indesejáveis. Impressionante o que se vê aqui. E não são réplicas, mas achados originais de arqueologia, com valor histórico inestimável.

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Na terceira ala, no andar de cima, o museu de arte islâmica, com ênfase para a magnífica Fachada de Mshatta, um palácio do século VIII, descoberto onde atualmente está o território da República da Jordânia, Além dessa fachada, esta parte do museu conta ainda com diversos exemplares de artes decorativas islâmicas, como tapeçarias e esculturas muito antigas.

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Este museu é de cair o queixo de tão espetacular. Dedique tempo a observar os seus altares. Não se arrependa depois por ter deixado de visitá-lo. Se você somente tiver disponibilidade para conhecer um acervo, vá ao Pergamon e se deslumbre com tantas maravilhas arquitetônicas da antiguidade, ao inteiro dispor dos visitantes, brindados por tamanhas relíquias históricas e arqueológicas. Um banho de cultura e de civilização.

Após o Pergamon, fomos direto, ato contínuo, ao outro grandioso museu da ilha, que fica bem a seu lado, o Neues, de arte egípcia. Aqui, o que vale, a grande cereja do bolo, uma das peças mais impressionantes que já tive a oportunidade de visitar em minhas viagens é o busto de Nefertite, rainha da dinastia egípcia e esposa do Faraó Akhenaton. A aludida escultura é belíssima, revelando os traços perfeitos desta monarca. Necessária a visita somente para se deparar com esta obra. Não tenho fotos porque é proibido fotografar a peça. Se puder, visite e veja com seus próprios olhos. Você não vai se arrepender.

Após nossas quase três horas e meia dentro desses dois museus, confesso que saímos de lá cansados e queríamos uma sequência de programação bem ‘light’. Com este objetivo definido, no final de tarde, ficamos esparramados uma vez mais no delicioso gramado do lustgarten, assistindo ao pôr-do-sol e à performance de artistas e músicos de rua, em frente ao Domo protestante de Berlin. Depois, comemos qualquer coisa e, assim mesmo, sem compromisso, encerramos mais um dia esplendoroso nesta cidade maravilhosa.

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No dia seguinte, alugaríamos bicicletas e passaríamos as horas esquadrinhando a cidade sobre duas rodas. Outro programaço, imperdível. Berlin é uma cidade totalmente adaptada para as bicicletas, cheia de ciclovias. O povo se serve deste meio de transporte à exaustão e os carros e ônibus respeitam e convivem harmoniosamente com os ciclistas. Não se acanhe. É muito fácil pedalar e se orientar aqui. Basta você escolher para onde quer ir e, então, quando desejar parar e visitar um determinado local, amarrar o cadeado de sua bike em um poste ou em algum meio-fio e depois retomar o passeio do ponto onde parou.

Dito e feito, em nossas derradeiras 24 horas na cidade, alugamos as bikes e iniciamos o giro em pedalada pela frederickstrasse. Grande parte deste dia seria dedicada à exploração da Berlin histórica, marcada de modo indelével pela insana ascenção do nazismo, pela terrível segunda guerra mundial e pelo muro da vergonha, que dividiu a cidade em setores, por longos e sofridos 28 anos. Primeira parada foi o Check Point Charlie.

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Este ponto turísitico tem um museu homônimo, muito interessante e instrutivo, que conta toda a historia da divisao da Alemanha no pós guerra e a historia do muro até sua derrubada, inspirada pelos ventos da perestroika e da glasnost, num cenário político protagonizado por figuras lendárias a todos nós, como Mikhail Gorbachev, Ronald Reagan, Margaret Thatcher e o inesquecível Papa João Paulo II. O museu tem também uma parte muito interessante dedicada à mostrar aos visitantes as engenhosas maneiras utilizadas pelos alemães orientais, na época da divisão, para fugirem rumo ao lado ocidental, sem serem descobertos pelos guardas de fronteira. Barcos, balões, fundos falsos dentro de automóveis e outras engenhocas, permitindo uma visão completa das inúmeras dificuldades enfrentadas nesse período.

E, uma curiosidade, mas o Charlie, apelido do Checkpoint, não é aquele jovem soldado da foto acima. O Charlie era uma alusão ao posto de fronteira C, pois as letras do alfabeto fonético da antiga OTAN tem as letras denominadas por nomes, como alfa, bravo, charlie, delta, etc… Essa a razão, pra quem já não tinha imaginado. Abaixo, foto do famoso mosaico de passaportes existente no museu:

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Após deixarmos o Check Point, voltamos às bicicletas e pedalamos direto para outro museu, importantíssimo e histórico, que te entrega uma completa lição sobre o terceiro Reich e suas nefastas consequências. Seu nome é Topografia do Terror, e foi erguido no exato local onde funcionava o quartel nazista em Berlin, nas décadas de 30 e 40 do século passado, ‘escritório’ de figuras aterrorizantes, como Adolf Hitler, Hermann Görring, Joseph Goebbels, dentre outros ‘monstros’.

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De visitação gratuita, tem um impressionante acervo de textos (em inglês e alemão apenas) e fotos, que esmiuçam e detalham a história desde o momento inicial em que Hitler se tornou chanceler, nomeado em 1933 pelo então presidente Hindenburg, iniciando sua furiosa ascensão, até o final da guerra e o julgamento dos responsáveis nos tribunais de Nurenberg. Uma impressionante e imperdível aula sobre a loucura coletiva que foi o nazismo. Abaixo, foto da entrada do museu:

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Em frente ao prédio, no mesmo espaço, há um monumento, que ainda conta também com alguns pedaços do marco divisório, no caso, o próprio muro e que apresenta exposições temporárias sobre a guerra e o pós-guerra. Foto abaixo (a parte do museu está à esquerda do muro, onde uma pessoa transita):

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Para quem quiser aprofundar a imersão na questão do nazismo, do holocausto, dos judeus e da guerra, e podendo ainda dedicar uma manhã ou uma tarde para insistir nesta causa, vale talvez uma visita, deveras impactante, que não fomos, mas assim nos relataram, ao campo de concentração, Sachsenhausen, nos arredores. Como já estávamos satisfeitos com nossa aula de história, mudamos o foco e fomos dar uma relaxada, pedalando até a potszdamer platz e almoçando no belo complexo de entretenimento Sony Center. Escolhemos a cervejaria lindenbräu, onde comemos comida alemã. Depois, tomamos um sorvete Movenpick e ficamos sentados apreciando o local.

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A pedalada prosseguiu por vários outros trechos da cidade e, nesse momento de meio para final da tarde, já um pouco mais descompromissada, sem novas visitas a museus ou monumentos. Na verdade, nos deixamos levar e apenas passeamos. Passamos por Tiegarten, pela bela rua das embaixadas e fizemos uma outra pausa na estação de trem nova, onde sentamos próximos ao rio e ficamos vendo o movimento, embaixo de uma ponte. Bela a Hauptbanhoff, a nova estação construída para a copa de 2006. Foto abaixo:

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Depois, voltamos ao Reichstag para nova contemplação, frederickstrasse e fomos parar em gendarmenmarkt. Aqui preciso aprofundar um pouco, pois trata-se da mais bela praça de Berlin, a meu sentir. Imperdível a visita de fim de tarde neste notável e imponente espaço, que conta com duas igrejas e um teatro de concertos. Sente, e apenas observe o movimento de jovens, idosos, senhoras e artistas, num suave vai e vem totalmente despretensioso e inebriante. Deguste as horas finais de um de seus dias aqui, e descubra a essência da cidade, em uma de suas partes mais ‘afrancesadas’, próxima inclusive a uma filial da galeria lafayete, bem na esquina com a frederickstrasse, a uma mísera quadra da própria praça.

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Aqui também acontece um outro tipo de ‘happy-hour’ berlinense. Das pessoas e dos casais mais velhos, que se arrumam elegantemente e, com muito bom gosto e animação, vem para a praça assistir ao pôr-do-sol e ao movimento de passantes. As pessoas ficam conversando sentadas nos bancos e nos degraus das igrejas e da sala de concerto, enquanto artistas de rua executam suas performances em busca de algumas moedas de euros. O colorido desta praça é surreal e ao ficar aqui você acaba refletindo sobre tudo o que fez e conclui que a cidade é daquelas que jamais sairão de suas recordações mais especiais.

Após a contemplação acima contada, apesar de já passarem das 21 horas, ainda encontramos fôlego para uma derradeira pedalada pela ilha dos museus e pelo animadíssimo bairro do Mitte, onde milhares de jovens se divertiam pacificamente nas ruas, bebendo cerveja, dançando e ouvindo música. O povo alemão, ao contrário do que muitos dizem, é muito alegre, festeiro e simpático, além de extremamente educado. Fomos jantar em um restaurante italiano bem no centro da badalação. Localizado no entroncamento das ruas tucholskystrasse c/auguststrasse, a salumeria culinária, que já nos deu uma ótima prévia da Itália e de sua culinária tão maravilhosa, para onde partiríamos no dia seguinte. Começamos então, a já entrar no clima de transição.

Finalmente, após onze horas de visitas e pedaladas, encerramos o nosso magnífico dia e voltamos ao hotel para fazer as malas. No dia seguinte, voamos de Berlin para Bologna. A Itália será tema dos próximos posts. Mas isto já é outro assunto.

Como se vê, já sendo o momento de finalizar esta crônica, tenho pra mim, em epílogo, que esta cidade é tudo de bom, sendo totalmente capaz de te proporcionar momentos reiterados de alegria extrema, felicidade plena e euforia contagiante. Talvez sejam sentimentos sinônimos. Mas eles acabam se multiplicando no coração dos visitantes e, por isso, faço questão de elencá-los em cadeia, mesmo correndo o risco de parecer redundante! Pretendo voltar sempre que puder, para me vacinar contra a tristeza, contra o tédio, contra a ignorância e contra a mesmice. Berlin é o antídoto ideal. Te garanto. Experimente visitá-la. Sou capaz de apostar várias canecas de cerveja que você não vai se arrepender. Auf Wiedersehen…

Do Rio pro Mundo

11 pensamentos sobre “Berlin, auf Wiedersehen… (Parte 2)

Boia PaulistaPublicado em  11:58 am - jul 1, 2013

Olá. Tudo bem? 🙂

Seu post foi selecionado para a #Viajosfera, do Viaje na Viagem.
Dá uma olhada em http://www.viajenaviagem.com

Até mais,
Natalie – Boia

    Do Rio pro MundoPublicado em  12:00 am - jul 3, 2013

    🙂
    Valeu Natalie,
    Obrigado novamente por mais este post indicado. (Agora já são três!)
    Fico muito feliz e lisonjeado por ter os meus textos divulgados no grande Viaje na Viagem, referência absoluta para todos os blogueiros de viagem.

    Um abraço, Felipe.

Antonio CarlosPublicado em  2:25 am - jul 3, 2013

Felipe,
Conheci o seu blog através do viajosfera do Viaje na Viagem. Parabéns. Que texto bem construído; parece que estamos viajando com você. Nunca tinha atentado para Berlim com entusiasmo mas confesso que depois que li essa tua postagem já estou planejando uma viagem pra lá e quem sabe, no ano que vem. Já me inscrevi no seu blog e aguardo novos textos e novas viagens.
A. Carlos, bauru, são paulo

    Do Rio pro MundoPublicado em  2:31 am - jul 3, 2013

    Valeu Antonio Carlos, obrigado pelos seus elogios.
    Acho que você não vai se arrepender se realmente resolver ir a Berlin.
    Um grande abraço e, se precisar de outra dica ou ajuda, não hesite em manter contato.

Carol PraziasPublicado em  11:33 pm - jul 9, 2013

Felipe,

Acabo de ler seus textos sobre Berlim e estou encantada pelo belíssimo texto e pela cidade que apresentou. Estarei em Berlim nos próximos dias, já estava em contagem regressiva, agora não vejo a hora de chegar lá! Aproveitarei ainda mais com as dicas que apresentou.

Parabéns pelo site.

    Do Rio pro MundoPublicado em  3:30 am - jul 10, 2013

    Obrigado Carol por suas palavras!
    Berlin é realmente espetacular. Você fará sem dúvida uma belíssima viagem. Que bom que pude te ajudar com as dicas. Se precisar de qq. outro esclarecimento ou sugestão, não hesite em manter contato.
    Um abraço, Felipe.

mimiPublicado em  12:28 am - ago 2, 2013

Felipe estávamos carentes de textos tão bem elaborados como este.Só para você saber,
irei a Paris, mas estou programando 10 dias na Alemanha.Perfeito seu post,parabéns,Mimi.

Paulo AndradePublicado em  1:21 am - nov 14, 2013

Boa Noite , adorei o Passeio muito magnifico

RafaelPublicado em  2:19 am - jul 20, 2015

Olá!

Estou indo a Berlin e outras cidades da Alemanha em agosto/2015 e seu blog foi de muita ajuda para eu decidir os lugares que vou visitar em Berlin. Seu texto está muito bem escrito e as fotos ficaram ótimas! Parabéns!!!

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