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Um dia de passeio pela Holanda Rural em Zaanse Schans, Marken e Volendam.

Em um dos dias que estivemos em Amsterdam, aproveitamos para fazer um outro tour e conhecer uma parte mais rural do pais e os famosos estereótipos Holandeses, que são os moinhos de vento, as fábricas de tamancos de madeira e as lojas de produção e venda de queijos gouda, aqueles redondos de casca amarela. Se tiver uma metade de dia sobrando na cidade, vale à pena escapar a esse lado mais ‘country’ da Holanda.

Keukenhof e os Campos de tulipas: Um caleidoscócio de flores e cores.

A Holanda e as flores são quase indissociáveis. Pensar em uma imediatamente remete à outra. E o melhor momento para aproveitar esse esplendor da natureza é na primavera. Exatamente por isso, fomos pra lá nessa época. Do final de março até a segunda semana de maio, as flores plantadas meses antes nos diversos campos e jardins finalmente florescem e se exibem em um excitante caleidoscópio de cores. O período exato depende sempre do tempo e das condições climáticas de cada temporada. Mas, geralmente o melhor momento é na segunda metade de abril. Foi quando lá estivemos. Nesse ano de 2015, contudo, apesar de todo o planejamento, e como para deixar sempre claro que a natureza é quem sempre está no controle, houve um frio inesperado que durou mais tempo do que o normal, atrasando em alguns dias todo o processo. Mesmo assim, tivemos uma experiência deslumbrante.

Porque Amsterdam é ainda mais legal do que dizem.

Quando pensamos na Holanda, imediatamente nos vem à cabeça imagens de moinhos de vento, de tamancos de madeira, de bicicletas e queijos redondos de casca amarela, de campos de tulipas, das camisas de cor laranja (que não está na bandeira mas que representa a casa real da dinastia dos Orange) e de uma paleta repleta de muitos tons pastel como nos quadros de Vincent Van Gogh. Tais elementos representativos são os estereótipos mais conhecidos dessa bela nação Parlamentarista-Monárquica que, hoje, com seu pequeno espaço geográfico composto de terrenos semi-encharcados e em grande parte situados abaixo do nível do mar, é a mais densamente populada da Europa assim como uma das mais ricas e bem organizadas do continente.

Mostar: A cidade de maior apelo turístico da Bósnia-Herzegovina, e seu secular legado Otomano.

Mostar foi nossa última parada na Bósnia-Herzegovina, após conhecermos a fantástica Sarajevo. Visitamos a cidade, no trajeto de retorno, quando rumávamos para Dubrovnik, na parte final de nosso giro balcânico. Ela já fica bem próxima à fronteira com a Croácia, na região da Herzegovina e, para aqueles que não fazem questão de Sarajevo, pode ser objeto de um day tour desde Split ou mesmo partindo de Dubrovnik. Talvez a cidade mais caracteristicamente muçulmana que eu já tenha visitado, Mostar, com a sua famosa e icônica ponte velha, sobre o leito do Rio Neretva, representa de modo bem sintético, o melhor e o pior da época da Iugoslávia. No período sob a regência de Tito, a cidade abrigava uma coexistência pacífica entre todas as religiões monoteístas e albergava uma comunidade rica e próspera, dotada de uma extraordinária miscigenação cultural e religiosa, com os diferentes grupos e crenças vivendo de modo harmônico e tolerante. Foto abaixo da ponte e do rio Neretva: