E o nosso giro de 16 dias pelos Balcãs se encerrou finalmente em Dubrovnik, considerada a jóia da coroa, a cereja do bolo, ou como eles mesmo dizem, a pérola dálmata do Adriático. Desfecho ideal para uma viagem extraordinária, permeada por tantas paisagens inesquecíveis. Local que justifica com sobras a sua fama. Um destino turístico singular, de uma beleza desproporcional, uma fábula antiga perdida nos tempos atuais. Em nenhuma hipótese pode deixar de ser visitada em qualquer roteiro que se pretenda na Croácia. Os muros altíssimos e as ruas de pedra com becos em desnível, interligados por escadarias de fôlego, os portões de ferro e suas pontes elevadiças permanentemente deitadas e abertas, se insinuando ao público, as torres estrategicamente localizadas, o caminho de pedestres no topo das muralhas, o mar translucido e azul do adriático, as ilhas e montanhas ao redor, as praias quase coladas nas rochas e a profusão dos telhados em terracota nas construções mesclando tons de bege e ocre, criam o cenário perfeito. Tudo em grande harmonia visual. Um verdadeiro deslumbramento! 

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Ainda estou devendo 2 posts sobre a série da Croácia. Esse penúltimo trata de um day tour desde Hvar. O último, tratará de Dubrovnik, a jóia da coroa dálmata. Pois bem, em um dos três dias que passamos em Hvar, fizemos o tour privativo das três grutas, que é um dos produtos mais vendidos na alta temporada, junto com o outro passeio também imperdível, à ilha de Brac/Bol para conhecer a praia mais famosa da Croácia, Zlatni Rat. Essa jornada de visita às três cavernas marinhas é o que vou contar neste post. Contudo, por mais que eu fale e escreva, nada nesse relato conseguirá superar ou traduzir as fotos. Por isso, colocarei pouco texto e muitas imagens. Fotos da entrada da gruta verde.  Read More →

Conhecer Munique reforçou ainda mais minhas convicções já bem sedimentadas sobre a Alemanha, tanto como país quanto como destino turístico. Trata-se da melhor relação custo benefício da Europa. Limpa, organizada, alegre, segura, festeira, surpreendente e bela. Munique é, por excelência, a cidade tipicamente alemã onde nos reportamos mental e visualmente a todos os conhecidos estereótipos culturais bávaros e saxônicos. E isso é bem legal. Não custa pontuar sempre que a Alemanha me surpreende e me cativa mais e mais a cada retorno. Permitam-me essa alta dose carregada de subjetivismo. Me identifico e me simpatizo tanto com o lugar, que estou a ponto de começar a levar a sério o estudo do idioma, para poder me sentir mais familiarizado em minhas andanças cada vez mais frequentes por aquele país tão único. Read More →