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Arquivos por mêsagosto 2014

Montenegro. O minúsculo e mais jovem pais da antiga Iugoslávia, com paisagens exuberantes de tirar o fôlego.

Se Dubrovnik é mesmo o gran finale de um giro de férias pelos Balcãs, então digamos que Montenegro seja o equivalente ao Bis, aquele famoso número extra com o qual um artista brinda seu público após o término formal de uma apresentação. Montenegro (Crna Gora), com seus pouco mais de 800 (oitocentos) mil habitantes, é uma terra conhecida pelas paisagens dramaticamente deslumbrantes e diversificadas, por ter gente preguiçosa para o trabalho – isso mesmo que você está lendo, essa é a fama-  e de estatura bem acima da média (quase uma terra de gigantes), todos muito orgulhosos de sua jovem república. Assim como a Croácia, tem uma bela costa (menor) junto ao Mar Adriático. Sua capital tem um nome difícil de pronunciar: Podgorica e o simpático país parece um mini paraíso, que aos poucos vai sendo descoberto pelo mundo. Na frente de seus irmãos balcãnicos, já adota o Euro como moeda local e tem o cristianismo ortodoxo como religião majoritária, possuindo ainda dois alfabetos oficiais, o latino/romano e o cirílico, este por influência da grande proximidade física e cultural com a Sérvia e, mais diretamente, com a Rússia

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Toscana. Parte final – Montalcino, Pienza, Montepulciano e São Francisco de Assis.

O último post sobre a viagem da Toscana, com um ano de atraso por razões que nem eu mesmo sei bem explicar, rende homenagens eternas e indeléveis a essa região deliciosa da Itália. Nos dois últimos dias, visitamos em um deles as cidades de Montalcino, Pienza e Montepulciano. E, no último, finalizando nosso giro, ainda fomos até a Úmbria, conhecer o maravilhoso santuário de Assis e sua fantástica basílica. Para quem curte vinho e gastronomia, então, estamos falando de um dos paraísos na terra, sem qualquer exagero. Abaixo, foto da visão que se tem de Montalcino, antes do início da subida da estradinha que leva até ela:

Split: O belo refúgio do Imperador Diocleciano, o perseguidor de cristãos.

A Croácia seguia nos impressionando a cada novo movimento. Ainda bem barata, quando comparada com outros lugares europeus, reúne uma incrível mistura de parques naturais, praias fantásticas e sítios históricos de épocas bem remotas da humanidade, desde a civilização grega, passando pelo império romano, o período de influência otomana e, mais recentemente, o próprio reino da Iugoslávia. Finalizada a etapa em Trogir, fomos um pouco adiante para visitar uma outra cidade de muito destaque e prestígio em quase todos os roteiros.

Trogir: Uma pequena jóia.

Trogir apareceu como uma miragem. Em dado momento, a estrada principal que vem do norte, manda o motorista sair à direita e, de lá, seguir numa via de mão dupla na direção de um vale. A estradinha então vai se desenrolando sem maiores atrativos visuais quando, de repente, se avista com grande impacto, ainda do alto, todo o azul turquesa do Adriático, desenhando cuidadosamente os limites geográficos da orla, de varias pequenas vilas, das ilhas e de algumas montanhas. Um visual de cinema. E, no meio dessa paisagem, quase escondida, a minúscula ilha de Trogir, encravada entre o continente e a enorme ilha contígua de Čiovo, ficando separada destes por dois pequenos canais. Na foto abaixo, da vista que dispúnhamos, escrevi a palavra trogir na localização exata da mini cidade.

Parque Nacional Krka Waterfalls, Skradin e Sibenik. A bela Croácia além do básico

Após a passagem por Zadar, prosseguimos para o sul da Dalmácia rumo a 3 lugares menos divulgados nos guias especializados, mas que tinham chamado nossa atenção pelas peculiaridades de cada um. Skradin, um minúsculo vilarejo, base ideal para explorar o segundo parque natural mais importante e visitado na Croácia, o Krka Waterfalls National Park. E, bem próximo a esses dois sítios, a cidade de Sibenik, sede da famosa catedral de st. james, patrimônio mundial da humanidade segundo a Unesco.